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Triste constatação


Do Diário do Grande ABC

25/01/2021 | 23:59


A cada duas horas uma pessoa perde a batalha para a Covid-19 no Grande ABC. A triste constatação foi feita por meio do cruzamento do número de óbitos (3.920 até ontem) com o período decorrido desde a primeira morte causada pela doença na região. A assustadora média deveria servir de alerta para as pessoas, pois revela a perversidade e a letalidade do coronavírus. Entretanto, parece já não causar tanto espanto nos indivíduos que desprezam o perigo e se arriscam em festas clandestinas, baladas superlotadas e outros eventos que, para proteger a saúde, poderiam ser evitados neste momento.

Mas o que já é ruim pode ficar ainda pior. Nos últimos sete dias a média diária de mortes nas sete cidades é de 21. Isso significa quase um falecimento por hora. E, seguindo neste ritmo, até o fim do mês a região terá superado a marca de 4.000 vidas ceifadas pelo vírus.

Nem mesmo a batalha diária de médicos e demais profissionais da saúde, relatadas por veículos sérios, como este Diário, tem o poder de sensibilizar os indivíduos que se acham indestrutíveis ou ignoram completamente os males gerados pela Covid-19.

A chegada das vacinas – inicialmente a Coronavac e agora a de Oxford – deu vazão a uma sensação temporária de alívio. Entretanto, ainda são poucas as doses disponibilizadas. É fato que a oferta para a maioria da população ainda vai demorar. Porém, já esteve bem mais distante quando não havia sequer a possibilidade de ter um imunizante.

Dessa forma, preservar-se e proteger quem está ao seu redor são atitudes de inteligência. Da mesma forma que dar ouvidos a vídeos e publicações de origem duvidosa, que colocam em xeque os avanços da ciência ou expressam e incentivam atitudes negacionistas, é a mais obtusa das reações.

Para baixar a média de mortos, cada um precisa fazer a sua parte. Desde a mais simples, que é usar a máscara, até exigir ações claras e objetivas das autoridades. 



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Triste constatação

Do Diário do Grande ABC

25/01/2021 | 23:59


A cada duas horas uma pessoa perde a batalha para a Covid-19 no Grande ABC. A triste constatação foi feita por meio do cruzamento do número de óbitos (3.920 até ontem) com o período decorrido desde a primeira morte causada pela doença na região. A assustadora média deveria servir de alerta para as pessoas, pois revela a perversidade e a letalidade do coronavírus. Entretanto, parece já não causar tanto espanto nos indivíduos que desprezam o perigo e se arriscam em festas clandestinas, baladas superlotadas e outros eventos que, para proteger a saúde, poderiam ser evitados neste momento.

Mas o que já é ruim pode ficar ainda pior. Nos últimos sete dias a média diária de mortes nas sete cidades é de 21. Isso significa quase um falecimento por hora. E, seguindo neste ritmo, até o fim do mês a região terá superado a marca de 4.000 vidas ceifadas pelo vírus.

Nem mesmo a batalha diária de médicos e demais profissionais da saúde, relatadas por veículos sérios, como este Diário, tem o poder de sensibilizar os indivíduos que se acham indestrutíveis ou ignoram completamente os males gerados pela Covid-19.

A chegada das vacinas – inicialmente a Coronavac e agora a de Oxford – deu vazão a uma sensação temporária de alívio. Entretanto, ainda são poucas as doses disponibilizadas. É fato que a oferta para a maioria da população ainda vai demorar. Porém, já esteve bem mais distante quando não havia sequer a possibilidade de ter um imunizante.

Dessa forma, preservar-se e proteger quem está ao seu redor são atitudes de inteligência. Da mesma forma que dar ouvidos a vídeos e publicações de origem duvidosa, que colocam em xeque os avanços da ciência ou expressam e incentivam atitudes negacionistas, é a mais obtusa das reações.

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