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Será que 2021 será tão diferente assim?


Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 23:59


Fim do ano é sempre momento muito conturbado, mas depositamos, no ano seguinte, a aposta de renovação. Basta chegarem panetones aos mercados que já focamos nossas realizações no ano que está chegando. Em 2020, não tem como ser diferente. Vivemos ano histórico, com adversidades econômicas e de saúde, e, quando compreendemos que a pandemia não era passageira, tudo o que mais ouvimos foi ‘que chegue logo 2021’, acompanhado da esperança de que lá viveríamos mais livres.

Porém, infelizmente, talvez não tenhamos ano tão distinto. A ideia de voltar ao ‘exatamente normal’ ainda não se viabilizou, mas, apesar de poucos sinais de melhoras, essa sensação de renovação anual mescla-se com sentimento de confiança. Sentimento de que voltaremos à rotina e poderemos, finalmente, viver tudo o que não vivemos desde março.

A publicidade, neste ano que findou, também caminhou neste sentido. Afinal, houve sérios impactos: planejamentos caíram por terra, o consumo teve seu período de entraves pela incerteza do que estava por vir, as experiências que estavam em crescente foram resumidas ao lar e o comportamento da população mudou as prioridades de uma hora para outra.

Resilientes que somos, ao longo do ano nos reinventamos: no Dia das Mães celebramos a proximidade, mesmo que de forma on-line. No Dia dos Namorados, comemoramos os casais de quarentena e, para o Dia dos Pais, incentivamos o ‘estar presente’, que ganhou outro significado com o home office.

Mas, assim como a população, estamos cansando de bater na mesma tecla. No fim do ano, os discursos começaram a ter tom mais neutro, sem ignorar o que passamos, mas olhando para futuro de mais esperança. Futuro de encontros mais frequentes e de vida de mais proximidade.

Afinal, as pessoas estão extenuadas: das máscaras, de se sentirem expostas ao risco, de vida digital que pouco aproxima, de entraves mesmo nas tarefas mais fáceis. Nosso papel, neste momento, é colocar a publicidade como ferramenta de esperança e de palavras de motivação. Pois, querendo ou não, as marcas têm papel fundamental em ser voz de otimismo, que incentiva o olhar para mundo renovado.

Torcemos para a concretização deste otimismo. Que neste 2021 tenhamos grandes avanços e, mais do que palavras, mudanças. Que no próximo ano nossas campanhas de otimismo futuro possam se tornar de realizações do presente. E que, finalmente, mundo sem pandemia seja possível.

Pâmela Rosa é sócia e diretora de criação da agência Batuca, mestre em design, possui graduação em design e tem também formação de nível técnico em programação visual.


PALAVRA DO LEITOR

Falsas?
Quanto tempo leva para que apareçam vacinas falsas à venda em comércios na região?
Lukas Kentall
São Bernardo

Declaração
Sobre a fala do presidente – ‘Moleque! Eles querem essa cadeira (de presidente) para roubar’ (Política, dia 16) –, o mandatário da Nação acha que tudo pode no interesse pessoal, na sua escalada doentia para a reeleição. Nos envergonha, e ainda faz declarações que fazem do País motivo de chacota na imprensa mundial.
Evaristo de Carvalho Neto
Santo André

De exceção
Na minha já distante adolescência, quando estávamos sob a égide da nefasta ditadura (1964-1985), os usurpadores do poder lançaram nefasta campanha ufanista, amplamente divulgada nos meios de comunicação, com o escopo de inculcar na população que o comunismo era pernicioso, como, por exemplo, o slogan ‘Brasil, ame-o ou deixe-o’ ou, então, canções que enalteciam esse slogan. Neste ínterim, ai daqueles que eram contrários ao regime militar e externavam seu inconformismo, porque aqueles que continuam entre nós têm reminiscências cruciantes do tempo em que foram presos e torturados, por serem contrários à vigência de um regime de exceção.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Descaso
Moro no bairro Campestre, em Santo André, há mais de 40 anos e nunca passei o que estou passando agora, com descaso de nossas autoridades em todos os sentidos. Temos no bairro alguns estabelecimentos, como hortifrúti, comércio de peixes, de lanches e também quadra de futebol, com barulho constante. Diversas vezes foram contatados vários setores que deveriam ser responsáveis pelos problemas, mas não houve retorno satisfatório. Onde se vendem lanches, por volta de 23h30 estacionam veículos com motores barulhentos, que, à 0h, saem ‘estourando’. E em posto de combustível, no qual ficam várias pessoas com som alto. Onde estão os fiscais que deveriam coibir? Pelo que sei, existe lei que proíbe barulhos nesse horário. Há no entorno pessoas acamadas e outras com outros problemas. Na saída da quadra, por volta da 0h, pessoas ficam em frente ao estacionamento gritando e falando palavrões. Nossas autoridades têm de acabar com esses disparates. Santo André está parecendo terra de ninguém.
Cláudio Luiz da Silva
Santo André

Ajuda
Dia 22 de dezembro resgatei uma cachorra que havia sido atropela na Jardim Guapituba, em Mauá. Ela foi levada ao veterinário, operou da coluna e teve alta. Fiquei com ela por três dias, pois a mesma precisa de cuidados especiais. Liguei em inúmeros abrigos e nenhum tem vaga. Fizemos ‘vaquinha’ e a colocamos em abrigo temporário pago em Ribeirão Pires, no qual ficará por tempo determinado apenas. Preciso tirá-la de lá ainda nesta semana. Liguei para vários políticos que se elegeram com o mote de ‘protetores de animais’ no Grande ABC, mas sem êxito. O único que me deu respaldo e foi solícito no resgate do animal foi Alessandro Martins, de Mauá. Porém, na cidade não tem abrigo de animais, somente a zoonose, que só pega animais que ofereçam risco à saúde pública. Preciso urgente de ajuda, encontrar abrigo ou lar para ela, pois, infelizmente, não tenho como adotá-la. A cachorra necessita de cuidados, porque ficará paraplégica e, segundo a veterinária, já é idosa, tem em média uns 8 anos. Nega, como a chamo, é muito dócil e inteligente.
Luciana Lima da Silva
Mauá 



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Será que 2021 será tão diferente assim?

Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 23:59


Fim do ano é sempre momento muito conturbado, mas depositamos, no ano seguinte, a aposta de renovação. Basta chegarem panetones aos mercados que já focamos nossas realizações no ano que está chegando. Em 2020, não tem como ser diferente. Vivemos ano histórico, com adversidades econômicas e de saúde, e, quando compreendemos que a pandemia não era passageira, tudo o que mais ouvimos foi ‘que chegue logo 2021’, acompanhado da esperança de que lá viveríamos mais livres.

Porém, infelizmente, talvez não tenhamos ano tão distinto. A ideia de voltar ao ‘exatamente normal’ ainda não se viabilizou, mas, apesar de poucos sinais de melhoras, essa sensação de renovação anual mescla-se com sentimento de confiança. Sentimento de que voltaremos à rotina e poderemos, finalmente, viver tudo o que não vivemos desde março.

A publicidade, neste ano que findou, também caminhou neste sentido. Afinal, houve sérios impactos: planejamentos caíram por terra, o consumo teve seu período de entraves pela incerteza do que estava por vir, as experiências que estavam em crescente foram resumidas ao lar e o comportamento da população mudou as prioridades de uma hora para outra.

Resilientes que somos, ao longo do ano nos reinventamos: no Dia das Mães celebramos a proximidade, mesmo que de forma on-line. No Dia dos Namorados, comemoramos os casais de quarentena e, para o Dia dos Pais, incentivamos o ‘estar presente’, que ganhou outro significado com o home office.

Mas, assim como a população, estamos cansando de bater na mesma tecla. No fim do ano, os discursos começaram a ter tom mais neutro, sem ignorar o que passamos, mas olhando para futuro de mais esperança. Futuro de encontros mais frequentes e de vida de mais proximidade.

Afinal, as pessoas estão extenuadas: das máscaras, de se sentirem expostas ao risco, de vida digital que pouco aproxima, de entraves mesmo nas tarefas mais fáceis. Nosso papel, neste momento, é colocar a publicidade como ferramenta de esperança e de palavras de motivação. Pois, querendo ou não, as marcas têm papel fundamental em ser voz de otimismo, que incentiva o olhar para mundo renovado.

Torcemos para a concretização deste otimismo. Que neste 2021 tenhamos grandes avanços e, mais do que palavras, mudanças. Que no próximo ano nossas campanhas de otimismo futuro possam se tornar de realizações do presente. E que, finalmente, mundo sem pandemia seja possível.

Pâmela Rosa é sócia e diretora de criação da agência Batuca, mestre em design, possui graduação em design e tem também formação de nível técnico em programação visual.


PALAVRA DO LEITOR

Falsas?
Quanto tempo leva para que apareçam vacinas falsas à venda em comércios na região?
Lukas Kentall
São Bernardo

Declaração
Sobre a fala do presidente – ‘Moleque! Eles querem essa cadeira (de presidente) para roubar’ (Política, dia 16) –, o mandatário da Nação acha que tudo pode no interesse pessoal, na sua escalada doentia para a reeleição. Nos envergonha, e ainda faz declarações que fazem do País motivo de chacota na imprensa mundial.
Evaristo de Carvalho Neto
Santo André

De exceção
Na minha já distante adolescência, quando estávamos sob a égide da nefasta ditadura (1964-1985), os usurpadores do poder lançaram nefasta campanha ufanista, amplamente divulgada nos meios de comunicação, com o escopo de inculcar na população que o comunismo era pernicioso, como, por exemplo, o slogan ‘Brasil, ame-o ou deixe-o’ ou, então, canções que enalteciam esse slogan. Neste ínterim, ai daqueles que eram contrários ao regime militar e externavam seu inconformismo, porque aqueles que continuam entre nós têm reminiscências cruciantes do tempo em que foram presos e torturados, por serem contrários à vigência de um regime de exceção.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Descaso
Moro no bairro Campestre, em Santo André, há mais de 40 anos e nunca passei o que estou passando agora, com descaso de nossas autoridades em todos os sentidos. Temos no bairro alguns estabelecimentos, como hortifrúti, comércio de peixes, de lanches e também quadra de futebol, com barulho constante. Diversas vezes foram contatados vários setores que deveriam ser responsáveis pelos problemas, mas não houve retorno satisfatório. Onde se vendem lanches, por volta de 23h30 estacionam veículos com motores barulhentos, que, à 0h, saem ‘estourando’. E em posto de combustível, no qual ficam várias pessoas com som alto. Onde estão os fiscais que deveriam coibir? Pelo que sei, existe lei que proíbe barulhos nesse horário. Há no entorno pessoas acamadas e outras com outros problemas. Na saída da quadra, por volta da 0h, pessoas ficam em frente ao estacionamento gritando e falando palavrões. Nossas autoridades têm de acabar com esses disparates. Santo André está parecendo terra de ninguém.
Cláudio Luiz da Silva
Santo André

Ajuda
Dia 22 de dezembro resgatei uma cachorra que havia sido atropela na Jardim Guapituba, em Mauá. Ela foi levada ao veterinário, operou da coluna e teve alta. Fiquei com ela por três dias, pois a mesma precisa de cuidados especiais. Liguei em inúmeros abrigos e nenhum tem vaga. Fizemos ‘vaquinha’ e a colocamos em abrigo temporário pago em Ribeirão Pires, no qual ficará por tempo determinado apenas. Preciso tirá-la de lá ainda nesta semana. Liguei para vários políticos que se elegeram com o mote de ‘protetores de animais’ no Grande ABC, mas sem êxito. O único que me deu respaldo e foi solícito no resgate do animal foi Alessandro Martins, de Mauá. Porém, na cidade não tem abrigo de animais, somente a zoonose, que só pega animais que ofereçam risco à saúde pública. Preciso urgente de ajuda, encontrar abrigo ou lar para ela, pois, infelizmente, não tenho como adotá-la. A cachorra necessita de cuidados, porque ficará paraplégica e, segundo a veterinária, já é idosa, tem em média uns 8 anos. Nega, como a chamo, é muito dócil e inteligente.
Luciana Lima da Silva
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