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Juros mais curtos recuam com vacinação e após IBC-Br; longos têm viés de alta



18/01/2021 | 09:54


Os juros futuros curtos e médios operam em leve baixa nesta segunda-feira, 18, enquanto os longos estão estáveis, com viés de alta, em dia de agenda fraca e com liquidez reduzida com o feriado nos Estados Unidos, que mantém os mercados por lá fechados. O leve alivio nas taxas se dá em linha com o recuo do dólar ante o real. De positivo há o início da vacinação contra covid-19 no Brasil, ontem em São Paulo e hoje no resto do País.

Os longos mostram alguma cautela. "Avaliamos que o complexo contexto de pandemia global, as disputas políticas internas e a péssima atuação do governo federal no enfrentamento da crise sanitária apontam para uma boa dose de precaução para as próximas semanas e meses", ressaltam economistas da Renascença DTVM, em nota a clientes.

O IBC-Br de novembro, com alta de 0,59% na margem, acima da mediana estimada de 0,50%, acaba ficando em segundo plano. Às 9h27, o DI para janeiro de 2027 marcava 7,13%, de 7,11%, enquanto o para 2023 caía para 4,99%, de 5,04% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2022 exibia taxa de 3,28%, de 3,35% no ajuste anterior.



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Juros mais curtos recuam com vacinação e após IBC-Br; longos têm viés de alta


18/01/2021 | 09:54


Os juros futuros curtos e médios operam em leve baixa nesta segunda-feira, 18, enquanto os longos estão estáveis, com viés de alta, em dia de agenda fraca e com liquidez reduzida com o feriado nos Estados Unidos, que mantém os mercados por lá fechados. O leve alivio nas taxas se dá em linha com o recuo do dólar ante o real. De positivo há o início da vacinação contra covid-19 no Brasil, ontem em São Paulo e hoje no resto do País.

Os longos mostram alguma cautela. "Avaliamos que o complexo contexto de pandemia global, as disputas políticas internas e a péssima atuação do governo federal no enfrentamento da crise sanitária apontam para uma boa dose de precaução para as próximas semanas e meses", ressaltam economistas da Renascença DTVM, em nota a clientes.

O IBC-Br de novembro, com alta de 0,59% na margem, acima da mediana estimada de 0,50%, acaba ficando em segundo plano. Às 9h27, o DI para janeiro de 2027 marcava 7,13%, de 7,11%, enquanto o para 2023 caía para 4,99%, de 5,04% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2022 exibia taxa de 3,28%, de 3,35% no ajuste anterior.

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