Fechar
Publicidade

Domingo, 7 de Março

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Guedes: 'É possível fechar ano com 1/4 dos empregos perdidos na recessão anterior'

Rovena Rosa/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


19/11/2020 | 17:57


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que é possível que o País termine o ano com perda de cerca de 300 mil empregos formais, em torno de um quarto do que foi perdido na última recessão, em 2015 e 2016, em que foram perdidos 1,3 milhão, conforme declaração dada no Congresso da Abrapp. "Na maior crise global, nós podemos terminar o ano com um terço ou um quarto dos empregos que foram perdidos nas recessões auto-impostas", disse, referindo-se ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo o ministro, nessa época do ano, em 2015 o País já havia perdido 650 mil empregos formais e, em 2016, 687 mil vagas com carteira assinada, contra cerca de 550 mil este ano. Mas, como a expectativa é de continuar a geração de postos até o fim do ano, o saldo negativo pode ficar ao redor de 300 mil.

O ministro ainda fez a comparação mais uma vez com o mercado de trabalho dos EUA, mais flexível, em que houve perda de mais de 30 milhões de empregos. "É óbvio que está sendo feito", disse, citando o programa de preservação de empregos. "O Brasil está reagindo à crise de forma que considero bastante razoável."

Guedes ainda repetiu que a aprovação da autonomia do Banco Central é o que vai permitir que aumentos temporários e setoriais na inflação não se transformem em aumentos permanentes.

O ministro ainda disse que a maior parte da inteligência brasileira acredita em economia planificada, quando o avanço da China é explicado por sua parte voltada ao capitalismo. "Hoje existe pouca tolerância com o governo conservador, mas houve 10 anos de crise econômica enfrentados com paciência."



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Guedes: 'É possível fechar ano com 1/4 dos empregos perdidos na recessão anterior'


19/11/2020 | 17:57


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que é possível que o País termine o ano com perda de cerca de 300 mil empregos formais, em torno de um quarto do que foi perdido na última recessão, em 2015 e 2016, em que foram perdidos 1,3 milhão, conforme declaração dada no Congresso da Abrapp. "Na maior crise global, nós podemos terminar o ano com um terço ou um quarto dos empregos que foram perdidos nas recessões auto-impostas", disse, referindo-se ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo o ministro, nessa época do ano, em 2015 o País já havia perdido 650 mil empregos formais e, em 2016, 687 mil vagas com carteira assinada, contra cerca de 550 mil este ano. Mas, como a expectativa é de continuar a geração de postos até o fim do ano, o saldo negativo pode ficar ao redor de 300 mil.

O ministro ainda fez a comparação mais uma vez com o mercado de trabalho dos EUA, mais flexível, em que houve perda de mais de 30 milhões de empregos. "É óbvio que está sendo feito", disse, citando o programa de preservação de empregos. "O Brasil está reagindo à crise de forma que considero bastante razoável."

Guedes ainda repetiu que a aprovação da autonomia do Banco Central é o que vai permitir que aumentos temporários e setoriais na inflação não se transformem em aumentos permanentes.

O ministro ainda disse que a maior parte da inteligência brasileira acredita em economia planificada, quando o avanço da China é explicado por sua parte voltada ao capitalismo. "Hoje existe pouca tolerância com o governo conservador, mas houve 10 anos de crise econômica enfrentados com paciência."

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;