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Prefeituráveis listam suas propostas para gestão de resíduos

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ampliação da coleta seletiva, construção de usinas de geração de energia e até novos aterros foram elencadas


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

01/11/2020 | 07:00


Há três meses, o Diário vem publicando, semanalmente, reportagens sobre os desafios e as novidades com relação à gestão dos resíduos sólidos urbanos. Uma das maiores preocupações mundiais, a geração de lixo também é uma questão importante no Grande ABC. A média mensal de coleta na região, de janeiro a junho deste ano, foi de 66,8 mil toneladas. O índice geral de reciclagem é muito baixo, apenas 3,2%. Nesta reportagem, que fecha a série Destinos do Lixo, estão as principais propostas sobre o tema dos candidatos que, no dia 15, disputam as prefeituras das sete cidades do Grande ABC.

Quando o Diário iniciou a série, em agosto, o MP (Ministério Público) e órgãos ambientais questionavam o processo de licenciamento da URE (Usina de Recuperação Energética), que será construída em Mauá pela empresa Lara Tratamento de Resíduos Ltda. A companhia mantém o aterro sanitário que recebe resíduos de seis cidades da região (apenas Santo André destina para local próprio). O equipamento vai queimar todo material que não possa ser reciclado. O empreendedor e a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), órgão responsável pelo licenciamento, alegaram que o processo está legal.

Em outro capítulo da série, o Diário mostrou que a geração anual de resíduos urbanos por habitante no Grande ABC cresceu nos últimos anos, passando de 2.699 toneladas ao dia em 2013 para 2.761 toneladas no ano passado, acréscimo de 2,3%. De janeiro a junho deste ano, mesmo impactado pelas mudanças de rotina ocasionadas pela pandemia de Covid-19 – maior volume de resíduos descartados pelas residências e menor na indústria e comércio, a região coletou 401 mil toneladas de resíduos sólidos.

As reportagens mostraram como a vida útil limitada dos aterros sanitários é um desafio na gestão dos resíduos. O aterro municipal de Santo André, que é administrado pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental) e recebe todo o resíduo da cidade, tem apenas mais cinco anos de tempo de uso. O resíduo produzido no município representa 28% do total produzido na região. O aterro da empresa Lara, em Mauá, tem cerca de 20 anos de vida útil e recebe, além dos detritos do Grande ABC, também de cidades do Litoral e da Região Metropolitana do Estado.

A região se articula para implantação de, ao menos, três projetos que contam com incineração de resíduos: Santo André, Diadema e Mauá, e esse foi o tema da reportagem no fim de agosto. Na sequência, a série destacou programas que já destinaram 2,2 milhões de toneladas de resíduos para a reciclagem na região, com o catador como figura central neste processo, respondendo por 90% do material que é reciclado. A categoria tem, inclusive, a sua participação garantida na cadeia pela PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), que já fez dez anos de vigência, mas não cumpriu com o objetivo inicial: acabar com os lixões do País.

Mostramos também como a reciclagem dos materiais e a compostagem dos resíduos orgânicos reduzem o volume de resíduos que iriam para os aterros, aumentando a sua vida útil e fechando o ciclo de vida, especialmente dos alimentos, que retornam para a terra como nutrientes na produção de adubo. Demonstramos como a produção de CDR (Combustível de Resíduos Sólidos) é uma alternativa para aqueles materiais que não podem ser reciclados nem reutilizados, seja porque ainda não existe tecnologia, seja porque foi contaminado. O material é utilizado em fornos como os da indústria cimenteira.

A região é líder em reciclagem de óleo e esse fato também mereceu destaque, além das tecnologias que têm dado novos usos a materiais, poupando matéria-prima. Também teve destaque o uso da tecnologia como aliada na destinação final dos resíduos e a importância dos planos municipais de resíduos sólidos.
Confira as reportagens na íntegra pelo link www.dgabc.com.br/Hotsites/10089/destino-do-lixo/Home

Projetos deveriam ser pensados de forma integrada, afirma especialista

Apesar de cada cidade ser responsável pela gestão dos resíduos sólidos produzidos pelos seus moradores, em áreas conurbadas como o Grande ABC os projetos precisam ser pensados de forma integrada, afirma a professora de resíduos sólidos, contaminação e remediação de solos da UFABC (Universidade Federal do ABC) Giulliana Mondelli.

Para a docente, a integração das iniciativas é fundamental para a sustentabilidade não só ambiental, mas também urbana. “Os grandes centros urbanos são os maiores responsáveis pela concentração da geração de resíduos sólidos de todos os tipos, não só domésticos e de limpeza urbana”, citou.

No Grande ABC, destacou a docente, há muita geração de resíduos industriais, de construção civil, e agora com mais volume, os de serviços de saúde, que aumentaram no mundo todo na pandemia. “Temos que ver as cidades não só como ampliadora deste problema ambiental, que é a grande geração de resíduos, mas aquela que também traz bem-estar, acesso e serviços à sua população”, pontuou.

“A sustentabilidade garante esses dois lados convivendo em harmonia e, para que não vejamos problemas futuros como deslizamentos de aterros, enchentes provocadas pela má destinação dos resíduos, assim como a piora da qualidade do ar, o que já ocorre hoje em dia, é preciso que esses municípios enxerguem que fazem parte de um mesmo sistema geográfico-ambiental e assim precisam se juntar para resolver um mesmo problema.”

Giulliana afirmou que para a integração das propostas, o papel do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC precisa ser o de assumir a linha de frente para discutir as ações pensadas por cada município e poder fazer uma boa interlocução com participação efetiva e conhecimento técnico para convencimento do que é melhor para o Meio Ambiente e para as cidades de uma maneira integrada, com os custos bem distribuídos.

Embora em diversas cidades existam propostas de incineradores de lixo, a especialista recomenda cautela e que o projeto que está mais avançado, o que a Lara Tratamento de Resíduos Ltda está construindo em Mauá, para que haja experiência adquirida, tecnicamente falando.

No site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) é possível acessar na íntegra os programas de governo de todos os candidatos. Confira abaixo alguma das propostas de todos os candidatos a prefeito da região.

SANTO ANDRÉ

AILTON LIMA (PSB) – Elaborar estudo para criação de lixeira subterrâneas no centro; implementar sistema complementar de biogestão ou outro modelo sustentável, como compostagem, incineração ou geração de energia. 

ALEX ARRAIS (PTC) – Abrir licitação para empresa de lixo; trazer usina de lixo para atendimento de toda a cidade; implantar a coleta de lixo reciclado por toda cidade.

BRUNO DANIEL (PSOL) – Mudanças na coleta, como aumento da produção de materiais recicláveis e utilização do lixo orgânico para a produção de biogás; adotar tecnologias para produção de tijolos e telhados ecológicos.

JOÃO AVAMILENO (SOLIDARIEDADE) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Santo André.

PAULO SERRA (PSDB) – Ampliar e modernizar as estações de coleta; diminuir e qualificar os pontos de descarte irregular de resíduos; ampliar o Programa Moeda Verde; fortalecer o programa de coleta seletiva.

DENIS FERRÃO (PRTB) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Santo André.

BETE SIRAQUE (PT) – Universalização da coleta seletiva; implementação de um amplo programa de reciclagem e compostagem.

SARGENTO LOBO (PATRIOTA) – Buscar recursos para o apoiamento da eliminação de lixões e aterros controlados; fortalecer a implementação do sistema de logística reversa, principalmente de embalagens.

SIMONE (PCO) – As propostas de governo da candidata a prefeita de Santo André não estavam disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).
 

SÃO BERNARDO

CLAUDIO DONIZETE (PSTU) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de São Bernardo.

LEANDRO ALTRÃO (PSB) – Implantar gestão integrada de resíduos sólidos, adotando a ordem de prioridade de não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento ambientalmente adequado de resíduos sólidos.

LOURDES (PSOL) – Criar conselho do meio ambiente, transformando São Bernardo em referência de reciclagem, com participação dos coletivos de catadores, recicladores e artesãos, através da coleta seletiva e educação cultural e popular.

MARINHO (PT) – Aprimorar e qualificar a política municipal de resíduos; retomar ações que garantam o futuro da questão de destinação final; garantir o cumprimento das metas e ações do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.

MORANDO (PSDB)– Organizar a implantação de práticas sustentáveis e de recuperação ambiental, como arborização, recuperação de nascentes e coleta seletiva; criar mais sete ecopontos; ampliar coleta seletiva.

RAFAEL DEMARCHI (PSL) – Revisar o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos; apoiar a organização de cooperativas de catadores, além de políticas de incentivo a reciclagem de resíduos; instalar cestas em bueiros.

SÃO CAETANO

AURICCHIO (PSDB) – Ampliação do Centro de Triagem de Resíduos Sólidos; implantação de ecopontos sustentáveis.

CASONATO (REDE) – Construção de usina de lixo para gerar energia; comprometer-se com a coleta seletiva, garantindo que não haja mistura com o lixo orgânico; incentivar a criação de cooperativas para coleta de recicláveis.

FABIO PALACIO (PSD) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de São Caetano.

HORÁCIO NETO (PSOL) – Criação de programa de reciclagem; implantação da coleta seletiva de resíduos recicláveis de porta em porta, nos moldes da atual coleta de lixo comum, buscando ampliar a reciclagem.

JOÃO MORAES (PT) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de São Caetano.

MARIO BOHM (NOVO) – Inovar nas políticas de coleta de lixo e gestão de resíduos e no seu financiamento; elaborar estudo de viabilidade econômico-financeira e funding para construir usina de incineração de lixo e de reciclagem.

BONOME (PSL) – Rever a Taxa do Lixo e melhorar o serviço de coleta de lixo em toda a cidade.

THIAGO TORTORELLO (PRTB) - Política inovadora de gestão de resíduos fundamentada na educação pelo consumo consciente, que integre a proteção da saúde individual e pública e a qualidade ambiental.

DIADEMA

ARQUITETO DAVID (PSC) – Rever as atividades do Departamento de Limpeza Urbana; reaproveitar resíduos de arborização para fazer bancos e adubo; implementar lixeiras subterrâneas; coleta seletiva nos ecopontos.

DENISE VENTRICI (PRTB) – Reabrir e ampliar ecopontos; criar usina de reciclagem de resíduo de construção; reforçar parcerias com cooperativas de catadores; reestabelecer Atelier SucArt que capacita na reutilização de recicláveis.

DR AIRTON (PMB) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

YOSHIO (PSDB) – Criar PPP para execução de serviços de limpeza urbana; incluir na PPP os custos para implementação de aterro sanitário com central de triagem de recicláveis; estabelecer com entidades do terceiro setor a coleta seletiva.

FILIPPI (PT) – Incentivar a criação de cooperativas por meio de parcerias e capacitação de cooperados para coleta seletiva e de resíduos sólidos; implantação de ecopontos nas comunidades para recolher resíduos da construção civil.

GESIEL DUARTE (REPUBLICANOS) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

JHONNY RICH (PSL) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

MARCOS MICHELS (PSB) – Ampliar o Programa de Coleta Seletiva na cidade, implantando um dia na semana para recolhimento apenas de lixo reciclável, porta a porta, com o Caminhão do Lixo Reciclável.

PROFESSOR IVANCI (PSTU) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

RAFAELA BOANI (PSOL) – Implantar coletas de resíduos e seletiva conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos; criar cooperativas de catadores, gerando emprego formal e renda para a cidade; manter e ampliar os ecopontos.

PRETINHO (DEM) – Em parceria com a Sabesp, fortalecer a implantação da usina que vai transformar lixo em energia, garantindo a destinação correta dos resíduos sólidos do município, aliando tecnologia e responsabilidade ambiental.

RONALDO LACERDA (PDT) – Lutar pela não implantação da usina de lixo, revogando as leis que autorizaram o projeto; estruturar os projetos existentes de reciclagem e coleta seletiva.

TAKA (PSD) – Estimular a cadeia produtiva voltada ao mercado da reciclagem como forma de geração de empregos e renda; implantar coleta seletiva; capacitar catadores; promover criação de cooperativas e centros de triagem.

MAUÁ

AMANDA BISPO (UP) – Criar programa de coleta seletiva e solidária para estimular o descarte consciente e promover o desenvolvimento de cooperativas ; reduzir o lixo produzido e atrelar a educação ambiental ao trabalho de catadores.

ANDRÉ SAPANOS (PSOL) – Criar a Cooperativa Municipal de Reciclagem; tornar obrigatório que toda empresa com contratos ou incentivos fiscais realizem manejo ecológico de resíduos, revitalizar ecopontos; impulsionar a reciclagem.

ATILA (PSB) – nstalação de uma URE (Unidade de Recuperação Energética) junto à Lara; coleta seletiva porta a porta como contrapartida à implantação da usina; valorização dos catadores e incentivo a mais cooperativas.

CAIO TÚLIO (PCO) – As propostas de governo do candidato a prefeito de Mauá não estavam disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

DONISETE BRAGA (PDT) – Apoiar e reformular o projeto de reciclagem para fomentar a sua sustentabilidade e as parcerias com empresas do setor privado e as que necessitam da logística reversa; adotar sistema de coleta de recicláveis.

DRA. ROSENI (PMN) – As propostas de governo da candidata a prefeita de Mauá não estavam disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

JUIZ JOÃO (PSD) – Estruturar novo modelo de coleta seletiva que contemple a educação ambiental; fortalecer cooperativas de catadores; criar PPP para manutenção e construção de carrinhos para os catadores, visando incentivar o trabalho.

MARCELO OLIVEIRA (PT) – Revisar e implantar o Plano Municipal de Resíduos Sólidos; reduzir produção de lixo, ampliando coleta seletiva e educação ambiental; implantar programa de coleta seletiva, com educação ambiental.

MAURO ROMAM (PRTB) – A reciclagem será pauta fixa com estabelecimento de metas a curto, médio e longo prazo; buscar técnicos para aperfeiçoar a cadeia produtiva e criar uma cultura de política sócio ambiental.

PROF.BETINHO (PSL) – Adotar política de gestão de resíduos baseada na educação para o consumo consciente; ampliar coleta seletiva, potencializar as cooperativas, gerando renda e contribuindo para a preservação do meio ambiente.

RONALDO PEDROSA (PROGRESSISTAS) – Elaborar o plano de coleta seletiva e reciclagem, incluídos resíduos orgânicos; contemplar direitos das cooperativas garantidos por lei; otimizar horários de varrição e coleta para manter a cidade limpa.

VANESSA DAMO (MDB) – Iniciar programa de coleta seletiva gradativo, visando expandir a reciclagem de materiais reutilizáveis; criar usina de reciclagem municipal; instalar mais ecopontos; fomentar as cooperativas.

ZÉ LOURENCINI (PSDB) – Priorizar a instalação de empresas de tecnologia e reciclagem.
 

RIBEIRÃO PIRES

CARLOS SACOMANI, BANANA (PSL) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Ribeirão Pires.

CLÓVIS VOLPI (PL) – Readequar o processo de coleta seletiva com estímulo às cooperativas de reciclagem, ao uso de compostagem urbana, e incentivo à logística reversa.

KIKO (PSDB) – Aumentar a capacidade da coleta seletiva com mais um caminhão; instaurar serviço de coleta de descartáveis para minimizar o descarte de entulhos espalhados e sensibilzar os munícipes para o descarte.

MARISA (SOLIDARIEDADE) – Fortalecer o sistema de geração, coleta, tratamento e destinação final do lixo; fortalecer o nível estratégico e tecnológico da gestão do lixo; construir galpões e dar mais estrutura para as cooperativas.

FELIPE MAGALHÃES (PT) – Implementar Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos para redução da geração e ampliar o seu reaproveitamento; implementar ações educativas e fiscalizar o descarte irregular de resíduos.

RIO GRANDE DA SERRA

AKIRA AURIANI (PSB) – Fomentar a reciclagem e coleta seletiva; reduzir a quantidade de resíduos destinada à disposição final; promover análise à inclusão social, com geração de renda e melhoria das condições dos catadores.

CLAUDINHO DA GELADEIRA (PODEMOS) – Projeto de reciclagem (coleta seletiva); projeto de reciclagem Moeda Ecológica.

JOSÉ TEIXEIRA (PSL) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Rio Grande da Serra.

MARILZA OLIVEIRA (PSD) – Manutenção e ampliação do serviço de coleta e tratamento do lixo; desenvolvimento e implantação de coleta seletiva no município em ação intersetorial e intersecretaria com diversas pastas.

RAMON VELASQUEZ (PT) – Implantação da nova política de resíduos sólidos, na perspectiva de coleta seletiva e geração de trabalho e renda; implantar programa de coleta seletiva na cidade.



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Prefeituráveis listam suas propostas para gestão de resíduos

Ampliação da coleta seletiva, construção de usinas de geração de energia e até novos aterros foram elencadas

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

01/11/2020 | 07:00


Há três meses, o Diário vem publicando, semanalmente, reportagens sobre os desafios e as novidades com relação à gestão dos resíduos sólidos urbanos. Uma das maiores preocupações mundiais, a geração de lixo também é uma questão importante no Grande ABC. A média mensal de coleta na região, de janeiro a junho deste ano, foi de 66,8 mil toneladas. O índice geral de reciclagem é muito baixo, apenas 3,2%. Nesta reportagem, que fecha a série Destinos do Lixo, estão as principais propostas sobre o tema dos candidatos que, no dia 15, disputam as prefeituras das sete cidades do Grande ABC.

Quando o Diário iniciou a série, em agosto, o MP (Ministério Público) e órgãos ambientais questionavam o processo de licenciamento da URE (Usina de Recuperação Energética), que será construída em Mauá pela empresa Lara Tratamento de Resíduos Ltda. A companhia mantém o aterro sanitário que recebe resíduos de seis cidades da região (apenas Santo André destina para local próprio). O equipamento vai queimar todo material que não possa ser reciclado. O empreendedor e a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), órgão responsável pelo licenciamento, alegaram que o processo está legal.

Em outro capítulo da série, o Diário mostrou que a geração anual de resíduos urbanos por habitante no Grande ABC cresceu nos últimos anos, passando de 2.699 toneladas ao dia em 2013 para 2.761 toneladas no ano passado, acréscimo de 2,3%. De janeiro a junho deste ano, mesmo impactado pelas mudanças de rotina ocasionadas pela pandemia de Covid-19 – maior volume de resíduos descartados pelas residências e menor na indústria e comércio, a região coletou 401 mil toneladas de resíduos sólidos.

As reportagens mostraram como a vida útil limitada dos aterros sanitários é um desafio na gestão dos resíduos. O aterro municipal de Santo André, que é administrado pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental) e recebe todo o resíduo da cidade, tem apenas mais cinco anos de tempo de uso. O resíduo produzido no município representa 28% do total produzido na região. O aterro da empresa Lara, em Mauá, tem cerca de 20 anos de vida útil e recebe, além dos detritos do Grande ABC, também de cidades do Litoral e da Região Metropolitana do Estado.

A região se articula para implantação de, ao menos, três projetos que contam com incineração de resíduos: Santo André, Diadema e Mauá, e esse foi o tema da reportagem no fim de agosto. Na sequência, a série destacou programas que já destinaram 2,2 milhões de toneladas de resíduos para a reciclagem na região, com o catador como figura central neste processo, respondendo por 90% do material que é reciclado. A categoria tem, inclusive, a sua participação garantida na cadeia pela PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), que já fez dez anos de vigência, mas não cumpriu com o objetivo inicial: acabar com os lixões do País.

Mostramos também como a reciclagem dos materiais e a compostagem dos resíduos orgânicos reduzem o volume de resíduos que iriam para os aterros, aumentando a sua vida útil e fechando o ciclo de vida, especialmente dos alimentos, que retornam para a terra como nutrientes na produção de adubo. Demonstramos como a produção de CDR (Combustível de Resíduos Sólidos) é uma alternativa para aqueles materiais que não podem ser reciclados nem reutilizados, seja porque ainda não existe tecnologia, seja porque foi contaminado. O material é utilizado em fornos como os da indústria cimenteira.

A região é líder em reciclagem de óleo e esse fato também mereceu destaque, além das tecnologias que têm dado novos usos a materiais, poupando matéria-prima. Também teve destaque o uso da tecnologia como aliada na destinação final dos resíduos e a importância dos planos municipais de resíduos sólidos.
Confira as reportagens na íntegra pelo link www.dgabc.com.br/Hotsites/10089/destino-do-lixo/Home

Projetos deveriam ser pensados de forma integrada, afirma especialista

Apesar de cada cidade ser responsável pela gestão dos resíduos sólidos produzidos pelos seus moradores, em áreas conurbadas como o Grande ABC os projetos precisam ser pensados de forma integrada, afirma a professora de resíduos sólidos, contaminação e remediação de solos da UFABC (Universidade Federal do ABC) Giulliana Mondelli.

Para a docente, a integração das iniciativas é fundamental para a sustentabilidade não só ambiental, mas também urbana. “Os grandes centros urbanos são os maiores responsáveis pela concentração da geração de resíduos sólidos de todos os tipos, não só domésticos e de limpeza urbana”, citou.

No Grande ABC, destacou a docente, há muita geração de resíduos industriais, de construção civil, e agora com mais volume, os de serviços de saúde, que aumentaram no mundo todo na pandemia. “Temos que ver as cidades não só como ampliadora deste problema ambiental, que é a grande geração de resíduos, mas aquela que também traz bem-estar, acesso e serviços à sua população”, pontuou.

“A sustentabilidade garante esses dois lados convivendo em harmonia e, para que não vejamos problemas futuros como deslizamentos de aterros, enchentes provocadas pela má destinação dos resíduos, assim como a piora da qualidade do ar, o que já ocorre hoje em dia, é preciso que esses municípios enxerguem que fazem parte de um mesmo sistema geográfico-ambiental e assim precisam se juntar para resolver um mesmo problema.”

Giulliana afirmou que para a integração das propostas, o papel do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC precisa ser o de assumir a linha de frente para discutir as ações pensadas por cada município e poder fazer uma boa interlocução com participação efetiva e conhecimento técnico para convencimento do que é melhor para o Meio Ambiente e para as cidades de uma maneira integrada, com os custos bem distribuídos.

Embora em diversas cidades existam propostas de incineradores de lixo, a especialista recomenda cautela e que o projeto que está mais avançado, o que a Lara Tratamento de Resíduos Ltda está construindo em Mauá, para que haja experiência adquirida, tecnicamente falando.

No site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) é possível acessar na íntegra os programas de governo de todos os candidatos. Confira abaixo alguma das propostas de todos os candidatos a prefeito da região.

SANTO ANDRÉ

AILTON LIMA (PSB) – Elaborar estudo para criação de lixeira subterrâneas no centro; implementar sistema complementar de biogestão ou outro modelo sustentável, como compostagem, incineração ou geração de energia. 

ALEX ARRAIS (PTC) – Abrir licitação para empresa de lixo; trazer usina de lixo para atendimento de toda a cidade; implantar a coleta de lixo reciclado por toda cidade.

BRUNO DANIEL (PSOL) – Mudanças na coleta, como aumento da produção de materiais recicláveis e utilização do lixo orgânico para a produção de biogás; adotar tecnologias para produção de tijolos e telhados ecológicos.

JOÃO AVAMILENO (SOLIDARIEDADE) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Santo André.

PAULO SERRA (PSDB) – Ampliar e modernizar as estações de coleta; diminuir e qualificar os pontos de descarte irregular de resíduos; ampliar o Programa Moeda Verde; fortalecer o programa de coleta seletiva.

DENIS FERRÃO (PRTB) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Santo André.

BETE SIRAQUE (PT) – Universalização da coleta seletiva; implementação de um amplo programa de reciclagem e compostagem.

SARGENTO LOBO (PATRIOTA) – Buscar recursos para o apoiamento da eliminação de lixões e aterros controlados; fortalecer a implementação do sistema de logística reversa, principalmente de embalagens.

SIMONE (PCO) – As propostas de governo da candidata a prefeita de Santo André não estavam disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).
 

SÃO BERNARDO

CLAUDIO DONIZETE (PSTU) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de São Bernardo.

LEANDRO ALTRÃO (PSB) – Implantar gestão integrada de resíduos sólidos, adotando a ordem de prioridade de não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento ambientalmente adequado de resíduos sólidos.

LOURDES (PSOL) – Criar conselho do meio ambiente, transformando São Bernardo em referência de reciclagem, com participação dos coletivos de catadores, recicladores e artesãos, através da coleta seletiva e educação cultural e popular.

MARINHO (PT) – Aprimorar e qualificar a política municipal de resíduos; retomar ações que garantam o futuro da questão de destinação final; garantir o cumprimento das metas e ações do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.

MORANDO (PSDB)– Organizar a implantação de práticas sustentáveis e de recuperação ambiental, como arborização, recuperação de nascentes e coleta seletiva; criar mais sete ecopontos; ampliar coleta seletiva.

RAFAEL DEMARCHI (PSL) – Revisar o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos; apoiar a organização de cooperativas de catadores, além de políticas de incentivo a reciclagem de resíduos; instalar cestas em bueiros.

SÃO CAETANO

AURICCHIO (PSDB) – Ampliação do Centro de Triagem de Resíduos Sólidos; implantação de ecopontos sustentáveis.

CASONATO (REDE) – Construção de usina de lixo para gerar energia; comprometer-se com a coleta seletiva, garantindo que não haja mistura com o lixo orgânico; incentivar a criação de cooperativas para coleta de recicláveis.

FABIO PALACIO (PSD) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de São Caetano.

HORÁCIO NETO (PSOL) – Criação de programa de reciclagem; implantação da coleta seletiva de resíduos recicláveis de porta em porta, nos moldes da atual coleta de lixo comum, buscando ampliar a reciclagem.

JOÃO MORAES (PT) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de São Caetano.

MARIO BOHM (NOVO) – Inovar nas políticas de coleta de lixo e gestão de resíduos e no seu financiamento; elaborar estudo de viabilidade econômico-financeira e funding para construir usina de incineração de lixo e de reciclagem.

BONOME (PSL) – Rever a Taxa do Lixo e melhorar o serviço de coleta de lixo em toda a cidade.

THIAGO TORTORELLO (PRTB) - Política inovadora de gestão de resíduos fundamentada na educação pelo consumo consciente, que integre a proteção da saúde individual e pública e a qualidade ambiental.

DIADEMA

ARQUITETO DAVID (PSC) – Rever as atividades do Departamento de Limpeza Urbana; reaproveitar resíduos de arborização para fazer bancos e adubo; implementar lixeiras subterrâneas; coleta seletiva nos ecopontos.

DENISE VENTRICI (PRTB) – Reabrir e ampliar ecopontos; criar usina de reciclagem de resíduo de construção; reforçar parcerias com cooperativas de catadores; reestabelecer Atelier SucArt que capacita na reutilização de recicláveis.

DR AIRTON (PMB) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

YOSHIO (PSDB) – Criar PPP para execução de serviços de limpeza urbana; incluir na PPP os custos para implementação de aterro sanitário com central de triagem de recicláveis; estabelecer com entidades do terceiro setor a coleta seletiva.

FILIPPI (PT) – Incentivar a criação de cooperativas por meio de parcerias e capacitação de cooperados para coleta seletiva e de resíduos sólidos; implantação de ecopontos nas comunidades para recolher resíduos da construção civil.

GESIEL DUARTE (REPUBLICANOS) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

JHONNY RICH (PSL) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

MARCOS MICHELS (PSB) – Ampliar o Programa de Coleta Seletiva na cidade, implantando um dia na semana para recolhimento apenas de lixo reciclável, porta a porta, com o Caminhão do Lixo Reciclável.

PROFESSOR IVANCI (PSTU) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Diadema.

RAFAELA BOANI (PSOL) – Implantar coletas de resíduos e seletiva conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos; criar cooperativas de catadores, gerando emprego formal e renda para a cidade; manter e ampliar os ecopontos.

PRETINHO (DEM) – Em parceria com a Sabesp, fortalecer a implantação da usina que vai transformar lixo em energia, garantindo a destinação correta dos resíduos sólidos do município, aliando tecnologia e responsabilidade ambiental.

RONALDO LACERDA (PDT) – Lutar pela não implantação da usina de lixo, revogando as leis que autorizaram o projeto; estruturar os projetos existentes de reciclagem e coleta seletiva.

TAKA (PSD) – Estimular a cadeia produtiva voltada ao mercado da reciclagem como forma de geração de empregos e renda; implantar coleta seletiva; capacitar catadores; promover criação de cooperativas e centros de triagem.

MAUÁ

AMANDA BISPO (UP) – Criar programa de coleta seletiva e solidária para estimular o descarte consciente e promover o desenvolvimento de cooperativas ; reduzir o lixo produzido e atrelar a educação ambiental ao trabalho de catadores.

ANDRÉ SAPANOS (PSOL) – Criar a Cooperativa Municipal de Reciclagem; tornar obrigatório que toda empresa com contratos ou incentivos fiscais realizem manejo ecológico de resíduos, revitalizar ecopontos; impulsionar a reciclagem.

ATILA (PSB) – nstalação de uma URE (Unidade de Recuperação Energética) junto à Lara; coleta seletiva porta a porta como contrapartida à implantação da usina; valorização dos catadores e incentivo a mais cooperativas.

CAIO TÚLIO (PCO) – As propostas de governo do candidato a prefeito de Mauá não estavam disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

DONISETE BRAGA (PDT) – Apoiar e reformular o projeto de reciclagem para fomentar a sua sustentabilidade e as parcerias com empresas do setor privado e as que necessitam da logística reversa; adotar sistema de coleta de recicláveis.

DRA. ROSENI (PMN) – As propostas de governo da candidata a prefeita de Mauá não estavam disponíveis no site do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

JUIZ JOÃO (PSD) – Estruturar novo modelo de coleta seletiva que contemple a educação ambiental; fortalecer cooperativas de catadores; criar PPP para manutenção e construção de carrinhos para os catadores, visando incentivar o trabalho.

MARCELO OLIVEIRA (PT) – Revisar e implantar o Plano Municipal de Resíduos Sólidos; reduzir produção de lixo, ampliando coleta seletiva e educação ambiental; implantar programa de coleta seletiva, com educação ambiental.

MAURO ROMAM (PRTB) – A reciclagem será pauta fixa com estabelecimento de metas a curto, médio e longo prazo; buscar técnicos para aperfeiçoar a cadeia produtiva e criar uma cultura de política sócio ambiental.

PROF.BETINHO (PSL) – Adotar política de gestão de resíduos baseada na educação para o consumo consciente; ampliar coleta seletiva, potencializar as cooperativas, gerando renda e contribuindo para a preservação do meio ambiente.

RONALDO PEDROSA (PROGRESSISTAS) – Elaborar o plano de coleta seletiva e reciclagem, incluídos resíduos orgânicos; contemplar direitos das cooperativas garantidos por lei; otimizar horários de varrição e coleta para manter a cidade limpa.

VANESSA DAMO (MDB) – Iniciar programa de coleta seletiva gradativo, visando expandir a reciclagem de materiais reutilizáveis; criar usina de reciclagem municipal; instalar mais ecopontos; fomentar as cooperativas.

ZÉ LOURENCINI (PSDB) – Priorizar a instalação de empresas de tecnologia e reciclagem.
 

RIBEIRÃO PIRES

CARLOS SACOMANI, BANANA (PSL) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Ribeirão Pires.

CLÓVIS VOLPI (PL) – Readequar o processo de coleta seletiva com estímulo às cooperativas de reciclagem, ao uso de compostagem urbana, e incentivo à logística reversa.

KIKO (PSDB) – Aumentar a capacidade da coleta seletiva com mais um caminhão; instaurar serviço de coleta de descartáveis para minimizar o descarte de entulhos espalhados e sensibilzar os munícipes para o descarte.

MARISA (SOLIDARIEDADE) – Fortalecer o sistema de geração, coleta, tratamento e destinação final do lixo; fortalecer o nível estratégico e tecnológico da gestão do lixo; construir galpões e dar mais estrutura para as cooperativas.

FELIPE MAGALHÃES (PT) – Implementar Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos para redução da geração e ampliar o seu reaproveitamento; implementar ações educativas e fiscalizar o descarte irregular de resíduos.

RIO GRANDE DA SERRA

AKIRA AURIANI (PSB) – Fomentar a reciclagem e coleta seletiva; reduzir a quantidade de resíduos destinada à disposição final; promover análise à inclusão social, com geração de renda e melhoria das condições dos catadores.

CLAUDINHO DA GELADEIRA (PODEMOS) – Projeto de reciclagem (coleta seletiva); projeto de reciclagem Moeda Ecológica.

JOSÉ TEIXEIRA (PSL) – As propostas de governo do candidato não trazem nenhuma menção a projetos sobre gestão de resíduos sólidos na cidade de Rio Grande da Serra.

MARILZA OLIVEIRA (PSD) – Manutenção e ampliação do serviço de coleta e tratamento do lixo; desenvolvimento e implantação de coleta seletiva no município em ação intersetorial e intersecretaria com diversas pastas.

RAMON VELASQUEZ (PT) – Implantação da nova política de resíduos sólidos, na perspectiva de coleta seletiva e geração de trabalho e renda; implantar programa de coleta seletiva na cidade.

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