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Instituto Seci se reinventa para atender à comunidade

Crianças do bairro Capuava podem fazer atividades culturais e esportivas virtualmente

Por Do Diário do Grande ABC
16/07/2020 | 00:01
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Com a pandemia da Covid ainda instalada no Brasil, o que acaba deixando diversos setores em dificuldade de trabalhar, o Instituto Seci, localizado em Santo André e que tem compromisso social de inclusão e formação cidadã por meio do esporte e da cultura, precisou se reinventar.

Para que as crianças da comunidade Capuava, onde atua, pudessem seguir aprendendo, os profissionais do instituto, em parceria com a Braskem, criaram formas para adequar o planejamento para que as aulas continuassem sendo realizadas. E agora elas acontecem virtualmente, pela necessidade do distanciamento físico, de segunda a sexta-feira, por meio de chamadas de vídeo pelos aplicativos WhatsApp e o Google Meet, por exemplo.

Nas atividades culturais, as aulas ocorrem em grupos de quatro alunos, com a oferta de sete modalidades do universo musical, como canto, violão, teclado, contrabaixo, guitarra, percussão e violino. Segundo o professor Carlos de Araújo, as aulas a distância estão surpreendendo positivamente e os alunos, aproveitando ao máximo. “Há alunos que têm avançado a passos largos por estarem com mais tempo disponível para praticar durante a quarentena”, afirma.
Professor de canto e violino há 40 anos, Mauro Ricci diz estar satisfeito com a aplicação da turma e conta que as aulas virtuais têm servido como oportunidade para conhecer melhor os alunos e aprender também com eles.

Já no esporte, as atividades, conduzidas pelos professores Rodrigo Saraiva e Pâmela Simões, também estão à disposição. Os profissionais promovem, virtualmente, seleção de exercícios que podem ser praticados no corredor, quarto ou quintal de casa, de acordo com a realidade de cada criança e família. Outra novidade é que o futebol recebeu o status bilíngue por meio das aulas esportivas em inglês, ministradas pela professora Jaqueline Soares.

“Estamos desenvolvendo um trabalho remoto que semeia acolhimento, estímulos e aprendizagens. Nossos parceiros nos ajudam a espalhar mensagens de esperança de dias melhores depois que a pandemia passar”, afirmou Guilherme Ferreira, presidente do instituto. 




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