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Aplicativo mapeia 490 casos suspeitos de Covid-19 no Grande ABC

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ferramenta é parceria entre UFABC e Consórcio Intermunicipal e vai nortear políticas de saúde das cidades


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/05/2020 | 11:35


O aplicativo Covidata, lançado em parceria entre a UFABC (Universidade Federal do ABC) e o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC já mapeou 490 casos suspeitos de Covid-19 nas sete cidades da região. Lançado em 28 de abril, a ferramenta recebeu 3.579 acessos de diferentes partes do Brasil e do mundo. Destes, 1.201 cadastros são de moradores do Grande ABC, dos quais 490 foram identificados como suspeitos leves a graves de contaminação pelo novo coronavírus. Os dados foram apresentados essa manhã em coletiva de imprensa virtual.

A plataforma, que pode ser acessada pelo celular ou por computador e notebook (https://covidata.ufabc.edu.br/) traz os dados separados por bairros e/ou regiões, bem como gráficos que separam os casos por faixa etária e gênero, entre outras informações. A coordenadora do projeto, professora Fernanda Almeida, explicou que os resultados são preliminares e que a ferramenta segue em atualização. “Estamos preparando para que a pessoa possa informar se já recebeu diagnóstico médico antes, por exemplo”, citou.
O presidente do Consórcio e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), destacou que o aplicativo é mais uma fonte de informação para subsidiar a tomada de decisões das prefeituras. “Em Rio Grande vamos entrar em contato com os casos suspeitos, verificar se as informações procedem e que tipo de atendimento essas pessoas precisam”, citou. Os dados são compartilhados com todas as prefeituras da região.

A dispersão dos casos por bairros e regiões se assemelha às divulgações que têm sido feitas pelas administrações, mas também aparecem bairros onde, até o momento, ainda não há divulgação oficial sobre casos confirmados. “Muitas dessas pessoas ainda não apareceram nas informações das prefeituras”, ponderou o secretário-executivo do colegiado, Edgard Brandão.

Entre os casos suspeitos, 57,5% são mulheres e 40% têm entre 30 e 40 anos. “Isso mostra que diferente do que a gente pensava no começo da pandemia, que a Covid-19 era uma doença que acometia mais as pessoas idosas, os mais jovens também estão sendo afetados”, pontuou Brandão. Até ontem, de acordo com as prefeituras da região, havia 2.414 casos confirmados da doença e 231 mortes. Outros 5.008 pacientes aguardam pelos resultados dos exames.

Ainda hoje, até o fim do dia, serão colocados banners em nove estações de trem da Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) divulgando o aplicativo, para que haja cada vez mais acessos. A comunicação visual conta com QR Code para acesso imediato pelo celular à plataforma. “Quanto mais informações tivermos, maior a possibilidade de acerto”, afirmou Maranhão. 



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Aplicativo mapeia 490 casos suspeitos de Covid-19 no Grande ABC

Ferramenta é parceria entre UFABC e Consórcio Intermunicipal e vai nortear políticas de saúde das cidades

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/05/2020 | 11:35


O aplicativo Covidata, lançado em parceria entre a UFABC (Universidade Federal do ABC) e o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC já mapeou 490 casos suspeitos de Covid-19 nas sete cidades da região. Lançado em 28 de abril, a ferramenta recebeu 3.579 acessos de diferentes partes do Brasil e do mundo. Destes, 1.201 cadastros são de moradores do Grande ABC, dos quais 490 foram identificados como suspeitos leves a graves de contaminação pelo novo coronavírus. Os dados foram apresentados essa manhã em coletiva de imprensa virtual.

A plataforma, que pode ser acessada pelo celular ou por computador e notebook (https://covidata.ufabc.edu.br/) traz os dados separados por bairros e/ou regiões, bem como gráficos que separam os casos por faixa etária e gênero, entre outras informações. A coordenadora do projeto, professora Fernanda Almeida, explicou que os resultados são preliminares e que a ferramenta segue em atualização. “Estamos preparando para que a pessoa possa informar se já recebeu diagnóstico médico antes, por exemplo”, citou.
O presidente do Consórcio e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), destacou que o aplicativo é mais uma fonte de informação para subsidiar a tomada de decisões das prefeituras. “Em Rio Grande vamos entrar em contato com os casos suspeitos, verificar se as informações procedem e que tipo de atendimento essas pessoas precisam”, citou. Os dados são compartilhados com todas as prefeituras da região.

A dispersão dos casos por bairros e regiões se assemelha às divulgações que têm sido feitas pelas administrações, mas também aparecem bairros onde, até o momento, ainda não há divulgação oficial sobre casos confirmados. “Muitas dessas pessoas ainda não apareceram nas informações das prefeituras”, ponderou o secretário-executivo do colegiado, Edgard Brandão.

Entre os casos suspeitos, 57,5% são mulheres e 40% têm entre 30 e 40 anos. “Isso mostra que diferente do que a gente pensava no começo da pandemia, que a Covid-19 era uma doença que acometia mais as pessoas idosas, os mais jovens também estão sendo afetados”, pontuou Brandão. Até ontem, de acordo com as prefeituras da região, havia 2.414 casos confirmados da doença e 231 mortes. Outros 5.008 pacientes aguardam pelos resultados dos exames.

Ainda hoje, até o fim do dia, serão colocados banners em nove estações de trem da Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) divulgando o aplicativo, para que haja cada vez mais acessos. A comunicação visual conta com QR Code para acesso imediato pelo celular à plataforma. “Quanto mais informações tivermos, maior a possibilidade de acerto”, afirmou Maranhão. 

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