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Sede do US Open, em Nova York, recebe os primeiros pacientes com Covid-19

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Local foi transformado em hospital de campanha, com a instalação de 470 leitos temporários



11/04/2020 | 15:05


O complexo sede do US Open, Grand Slam disputado em Nova York, começou nesta sexta-feira a receber os primeiros pacientes de covid-19. O local foi transformado em um hospital de campanha, com a instalação de 470 leitos temporários, 20 deles somente de tratamento intensivo.

Uma área que abrigas quadras cobertas do Centro Nacional de Tênis Billie Jean King, em Flushing Meadows, no Queens, foi convertida em instalações médicas para oferecer mais uma opção de tratamento aos pacientes durante a pandemia do novo coronavírus.

Além disso, as cozinhas do Louis Armstrong Stadium - a segundo maior arena utilizada no torneio norte-americano programado para começar no final de agosto - estão sendo usadas para a preparação de 25 mil refeições por dia para pacientes, trabalhadores, voluntários e crianças em idade escolar da cidade.

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, esteve no complexo. De lá, fez um pronunciamento atualizando os dados oficiais de pessoas infectadas. Em suas redes sociais, o político falou sobre a importância das instalações médicas temporárias durante a pandemia.

"Vejam o Centro Nacional de Tênis Billie Jean King. Há uma semana, eram quadras de tênis. Agora, são 470 leitos de hospital recebendo hoje pacientes do Hospital Elmhurst", escreveu.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados no mundo - mais de 500 mil. O país ultrapassou a Itália neste sábado e também se tornou a nação com mais óbitos, registrando 18.869 mortes.

No Estado de Nova York, epicentro da doença nos Estados Unidos, há mais de 160 mil casos confirmados da infecção, com mais de 8 mil mortes, o que fez as autoridades improvisarem hospitais temporários em outros locais, como o Central Park e um navio da Marinha norte-americana.

Dos três Grand Slams que ainda não foram disputados nesta temporada - o Aberto da Austrália já foi realizado em janeiro - o US Open é o único cuja data não foi alterada e, por enquanto, segue marcado para acontecer entre 31 de agosto e 13 de setembro. Wimbledon, agendado inicialmente para começar no final de junho, foi cancelado, e Roland Garros, que seria em maio, foi adiado para 20 de setembro.



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Sede do US Open, em Nova York, recebe os primeiros pacientes com Covid-19

Local foi transformado em hospital de campanha, com a instalação de 470 leitos temporários


11/04/2020 | 15:05


O complexo sede do US Open, Grand Slam disputado em Nova York, começou nesta sexta-feira a receber os primeiros pacientes de covid-19. O local foi transformado em um hospital de campanha, com a instalação de 470 leitos temporários, 20 deles somente de tratamento intensivo.

Uma área que abrigas quadras cobertas do Centro Nacional de Tênis Billie Jean King, em Flushing Meadows, no Queens, foi convertida em instalações médicas para oferecer mais uma opção de tratamento aos pacientes durante a pandemia do novo coronavírus.

Além disso, as cozinhas do Louis Armstrong Stadium - a segundo maior arena utilizada no torneio norte-americano programado para começar no final de agosto - estão sendo usadas para a preparação de 25 mil refeições por dia para pacientes, trabalhadores, voluntários e crianças em idade escolar da cidade.

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, esteve no complexo. De lá, fez um pronunciamento atualizando os dados oficiais de pessoas infectadas. Em suas redes sociais, o político falou sobre a importância das instalações médicas temporárias durante a pandemia.

"Vejam o Centro Nacional de Tênis Billie Jean King. Há uma semana, eram quadras de tênis. Agora, são 470 leitos de hospital recebendo hoje pacientes do Hospital Elmhurst", escreveu.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados no mundo - mais de 500 mil. O país ultrapassou a Itália neste sábado e também se tornou a nação com mais óbitos, registrando 18.869 mortes.

No Estado de Nova York, epicentro da doença nos Estados Unidos, há mais de 160 mil casos confirmados da infecção, com mais de 8 mil mortes, o que fez as autoridades improvisarem hospitais temporários em outros locais, como o Central Park e um navio da Marinha norte-americana.

Dos três Grand Slams que ainda não foram disputados nesta temporada - o Aberto da Austrália já foi realizado em janeiro - o US Open é o único cuja data não foi alterada e, por enquanto, segue marcado para acontecer entre 31 de agosto e 13 de setembro. Wimbledon, agendado inicialmente para começar no final de junho, foi cancelado, e Roland Garros, que seria em maio, foi adiado para 20 de setembro.

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