Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 19 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Dólar cai com exterior, mas ajuste perde força com petroleiros e ruídos no radar

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/01/2020 | 10:01


O dólar opera em baixa nos primeiros negócios desta sexta-feira, 17, refletindo uma realização parcial de ganhos acumulados em mais de 4% nos primeiros 11 dias de negócios deste ano. As ofertas são estimuladas pela desvalorização da moeda americana predominante no exterior em relação a divisas emergentes ligadas a commodities na esteira de indicadores econômicos da China divulgados na quinta-feira (16).

Houve expansão maior do que a prevista da produção industrial, vendas no varejo e investimentos em ativos fixos, além do Produto Interno Bruto (PIB) chinês do quarto trimestre e do ano de 2019. Novas captações corporativas de empresas brasileiras no exterior também são pano de fundo da queda, disse um operador.

Contudo, o ajuste negativo ante o real perdeu força e o dólar renovou máximas em meio ao avanço do dólar frente euro e libra. Além disso, a Federação Única dos Petroleiros anunciou que a categoria vai adotar um indicativo de greve. E os investidores estão de olho ainda em ruídos políticos.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pelo Twitter, pediu a demissão do secretário especial de Cultura, Roberto Alvim. "O secretário da Cultura passou de todos os limites. É inaceitável. O governo brasileiro deveria afastá-lo urgente do cargo", escreveu Maia. A Secretaria de Cultura, mais cedo, havia anunciado o Prêmio Nacional das Artes em um vídeo protagonizado pelo próprio Alvim com paráfrases a discursos do Ministro de Propaganda nazista Joseph Goebbels.

No exterior, o dólar está forte ante euro e libra em meio a expectativas por novos indicadores americanos, como a produção industrial em dezembro. Na quinta-feira, Nova York teve novo rally na esteira de balanços surpreendentes do setor financeiro e de tecnologia e a alta no índice de atividade regional do Federal Reserve (Fed) da Filadélfia, para a maior leitura desde o final de 2018, depois do acordo inicial entre Washington e Pequim, oficializado na quarta-feira. No caso da libra, a queda ante o dólar ocorre após a divulgação das vendas no varejo do Reino Unido, que sofreram uma baixa inesperada de 0,6% em dezembro ante novembro. A projeção de analistas era de alta de 0,9%.

Às 9h28 desta sexta, o dólar à vista estava na máxima, aos R$ 4,1835 (-0,16%. Na mínima, caiu aos R$ 4,1720 (-0,43%). O dólar futuro para fevereiro recuava apenas 0,05%, na máxima de R$ 4,1870, após mínima mais cedo em R$ 4,1750 (-0,33%). Mais cedo, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) mostrou alívio em quatro das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de janeiro. O índice cheio subiu 0,48% e ficou 0,09 ponto porcentual abaixo do resultado da divulgação anterior, quando teve alta de 0,57%.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Dólar cai com exterior, mas ajuste perde força com petroleiros e ruídos no radar


17/01/2020 | 10:01


O dólar opera em baixa nos primeiros negócios desta sexta-feira, 17, refletindo uma realização parcial de ganhos acumulados em mais de 4% nos primeiros 11 dias de negócios deste ano. As ofertas são estimuladas pela desvalorização da moeda americana predominante no exterior em relação a divisas emergentes ligadas a commodities na esteira de indicadores econômicos da China divulgados na quinta-feira (16).

Houve expansão maior do que a prevista da produção industrial, vendas no varejo e investimentos em ativos fixos, além do Produto Interno Bruto (PIB) chinês do quarto trimestre e do ano de 2019. Novas captações corporativas de empresas brasileiras no exterior também são pano de fundo da queda, disse um operador.

Contudo, o ajuste negativo ante o real perdeu força e o dólar renovou máximas em meio ao avanço do dólar frente euro e libra. Além disso, a Federação Única dos Petroleiros anunciou que a categoria vai adotar um indicativo de greve. E os investidores estão de olho ainda em ruídos políticos.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pelo Twitter, pediu a demissão do secretário especial de Cultura, Roberto Alvim. "O secretário da Cultura passou de todos os limites. É inaceitável. O governo brasileiro deveria afastá-lo urgente do cargo", escreveu Maia. A Secretaria de Cultura, mais cedo, havia anunciado o Prêmio Nacional das Artes em um vídeo protagonizado pelo próprio Alvim com paráfrases a discursos do Ministro de Propaganda nazista Joseph Goebbels.

No exterior, o dólar está forte ante euro e libra em meio a expectativas por novos indicadores americanos, como a produção industrial em dezembro. Na quinta-feira, Nova York teve novo rally na esteira de balanços surpreendentes do setor financeiro e de tecnologia e a alta no índice de atividade regional do Federal Reserve (Fed) da Filadélfia, para a maior leitura desde o final de 2018, depois do acordo inicial entre Washington e Pequim, oficializado na quarta-feira. No caso da libra, a queda ante o dólar ocorre após a divulgação das vendas no varejo do Reino Unido, que sofreram uma baixa inesperada de 0,6% em dezembro ante novembro. A projeção de analistas era de alta de 0,9%.

Às 9h28 desta sexta, o dólar à vista estava na máxima, aos R$ 4,1835 (-0,16%. Na mínima, caiu aos R$ 4,1720 (-0,43%). O dólar futuro para fevereiro recuava apenas 0,05%, na máxima de R$ 4,1870, após mínima mais cedo em R$ 4,1750 (-0,33%). Mais cedo, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) mostrou alívio em quatro das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de janeiro. O índice cheio subiu 0,48% e ficou 0,09 ponto porcentual abaixo do resultado da divulgação anterior, quando teve alta de 0,57%.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;