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Grande ABC registra 1ª morte por sarampo

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vítima foi um homem de 53 anos, de Santo André; doença não fazia óbitos na região há 22 anos


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 07:00


  A Secretaria da Saúde do Estado confirmou, ontem, a primeira morte causada pelo sarampo no Grande ABC no ano. A vítima era um homem de 53 anos, morador de Santo André, cujo óbito se deu nesta semana. Os últimos óbitos em razão da doença na região foram em 1997, um bebê de 7 meses de Diadema e um homem de 22 anos de Mauá, ano em que o Estado registrou epidemia – 24 mil pessoas foram contaminadas e 23 morreram.

A doença – que não tem tratamento específico – chegou a ser erradicada no País durante quase cinco anos. No entanto, voltou a fazer vítimas neste ano. Segundo a pasta, são 642 casos de sarampo confirmados laboratorialmente nas sete cidades. Outros 188 pacientes foram diagnosticados por critério clínico-epidemiológico, mas ainda aguardam resultados de exames laboratoriais.

Já são 12 as mortes em decorrência de complicações pelo sarampo no Estado, incluindo as três desta semana: uma bebê de 10 meses, de Itapevi, sem vacina; a vítima de Santo André, e um menino de 1 ano, de Francisco Morato, ambos com condições de risco – portadores de doenças crônicas, como diabete, hipertensão e imunodeprimidos, que podem ficar mais vulneráveis à infecção e à evolução com maior gravidade. Até o momento, há 6.177 casos confirmados laboratorialmente e 1.472 por meio de avaliação médica no Estado.

Por meio de nota, a Prefeitura de Santo André destacou que “tem realizado ações intensificadas de vacinação por toda a cidade, visando a interrupção da cadeia de transmissão do sarampo”, inclusive bloqueios vacinais, que consistem em imunizar todas as pessoas que tiveram qualquer tipo de contato com infectado.

CAMPANHA

A segunda campanha de vacinação contra sarampo do ano, iniciada na segunda-feira em todos os postos de saúde da região, segue até 25 de outubro e tem como público-alvo crianças a partir de 6 meses e com menos de 5 anos. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba.

A Secretaria da Saúde do Estado esclareceu que há contraindicação para bebês com menos de 6 meses. A recomendação para os pais e responsáveis por crianças nessa faixa etária é evitar exposição a aglomerações, manter higienização adequada, ventilação de ambientes e, sobretudo, que procurem imediatamente serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença, como manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite, manchas brancas na mucosa bucal.

OUTROS PÚBLICOS

Entre 18 e 30 de novembro, será realizada a segunda fase da campanha de imunização, voltada a jovens de 20 a 29 anos.

A vacina é contraindicada também para pessoas imunodeprimidas e gestantes. Nascidos antes de 1960, na sua maioria, já tiveram a doença na infância e possuem imunidade (proteção) por toda a vida, não necessitando serem vacinadas, conforme diretriz do Ministério da Saúde.

As pessoas que tiverem dúvidas quanto à imunização adequada devem procurar um posto de saúde com a carteira vacinal em mãos.



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Grande ABC registra 1ª morte por sarampo

Vítima foi um homem de 53 anos, de Santo André; doença não fazia óbitos na região há 22 anos

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 07:00


  A Secretaria da Saúde do Estado confirmou, ontem, a primeira morte causada pelo sarampo no Grande ABC no ano. A vítima era um homem de 53 anos, morador de Santo André, cujo óbito se deu nesta semana. Os últimos óbitos em razão da doença na região foram em 1997, um bebê de 7 meses de Diadema e um homem de 22 anos de Mauá, ano em que o Estado registrou epidemia – 24 mil pessoas foram contaminadas e 23 morreram.

A doença – que não tem tratamento específico – chegou a ser erradicada no País durante quase cinco anos. No entanto, voltou a fazer vítimas neste ano. Segundo a pasta, são 642 casos de sarampo confirmados laboratorialmente nas sete cidades. Outros 188 pacientes foram diagnosticados por critério clínico-epidemiológico, mas ainda aguardam resultados de exames laboratoriais.

Já são 12 as mortes em decorrência de complicações pelo sarampo no Estado, incluindo as três desta semana: uma bebê de 10 meses, de Itapevi, sem vacina; a vítima de Santo André, e um menino de 1 ano, de Francisco Morato, ambos com condições de risco – portadores de doenças crônicas, como diabete, hipertensão e imunodeprimidos, que podem ficar mais vulneráveis à infecção e à evolução com maior gravidade. Até o momento, há 6.177 casos confirmados laboratorialmente e 1.472 por meio de avaliação médica no Estado.

Por meio de nota, a Prefeitura de Santo André destacou que “tem realizado ações intensificadas de vacinação por toda a cidade, visando a interrupção da cadeia de transmissão do sarampo”, inclusive bloqueios vacinais, que consistem em imunizar todas as pessoas que tiveram qualquer tipo de contato com infectado.

CAMPANHA

A segunda campanha de vacinação contra sarampo do ano, iniciada na segunda-feira em todos os postos de saúde da região, segue até 25 de outubro e tem como público-alvo crianças a partir de 6 meses e com menos de 5 anos. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba.

A Secretaria da Saúde do Estado esclareceu que há contraindicação para bebês com menos de 6 meses. A recomendação para os pais e responsáveis por crianças nessa faixa etária é evitar exposição a aglomerações, manter higienização adequada, ventilação de ambientes e, sobretudo, que procurem imediatamente serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença, como manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite, manchas brancas na mucosa bucal.

OUTROS PÚBLICOS

Entre 18 e 30 de novembro, será realizada a segunda fase da campanha de imunização, voltada a jovens de 20 a 29 anos.

A vacina é contraindicada também para pessoas imunodeprimidas e gestantes. Nascidos antes de 1960, na sua maioria, já tiveram a doença na infância e possuem imunidade (proteção) por toda a vida, não necessitando serem vacinadas, conforme diretriz do Ministério da Saúde.

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