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Empresas assumem controle do Pacaembu

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito da Capital assina concessão de 35 anos para grupo; ideia é demolir setor do tobogã


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

17/09/2019 | 07:59


O Estádio do Pacaembu vai mudar. Não só de administração, que era da Prefeitura da Capital e passa pelos próximos 35 anos para controle das empresas Progen – Projetos de Gerenciamento e Engenharia SA e Savona Fundo de Investimentos em Participações (juntas, formam o Consórcio Patrimônio SP), como também de tamanho. Isso porque a intenção é demolir o icônico setor do tobogã (reduzindo a capacidade do local de 39 mil torcedores para 26 mil espectadores) para erguer um prédio de 44 mil metros quadrados que abrigará cafés, restaurantes, lojas, escritórios, centro de convenções e muito mais espaços comerciais que possam ser mais bem explorados. As obras de modernização do local começam em dois meses.

Ontem pela manhã, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), assinou o contrato de concessão do complexo esportivo composto pelo estádio, piscina olímpica, quadras de tênis e ginásio poliesportivo – o Museu do Futebol e a Praça Charles Muller ficaram fora do acordo. A expectativa da prefeitura paulistana é economizar R$ 656 milhões com a situação. Além disso, o consórcio já depositou R$ 79,2 milhões dos R$ 115 milhões acordados até o fim do contrato.

Presente ao evento de assinatura do contrato de concessão, o presidente do Santos, José Carlos Peres, admitiu que já há conversas para que a Progen e a Savona façam uma concessão para que o Peixe possa explorar o estádio. “Estamos fechando com a Progen, só falta discutir o modelo. A ideia da Progen e do Savona é que a bandeira seja do Santos. O Santos vai ceder a marca dele”, declarou o dirigente.

Enquanto a diretoria alvinegra almeja realizar mais jogos na Capital, com o intuito de melhorar a arrecadação com bilheteria, comissão técnica e jogadores preferem jogar no Estádio da Vila Belmiro. Pelo acordo, os santistas teriam de fazer pelo menos 50% de suas partidas no Pacaembu.

Progen e Savona são mesmas parceiras do Tigre em processo do 1º de Maio

A Progen – Projetos Gerenciamentos e Engenharia SA e o Savona Fundo de Investimentos em Participações, em parceria com o São Bernardo FC, manifestaram interesse e apresentaram proposta para revitalização, modernização, operação, manutenção e gestão da área do Estádio 1º de Maio.

O processo, entretanto, não tem caminhado nos últimos tempos e o espaço há dois meses vem sendo alugado somente para jogos do EC São Bernardo na Copa Paulista, sob preço público de R$ 3.000 para três horas de uso.

Além da proposta do grupo formado por Progen, Savona e Tigre, também manifestaram interesse a Gool Soccer Consultoria, parceira do EC São Bernardo. Em outubro completa um ano da autorização da Prefeitura são-bernardense para que os estudos e projetos de ambos os proponentes fossem realizados.



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Empresas assumem controle do Pacaembu

Prefeito da Capital assina concessão de 35 anos para grupo; ideia é demolir setor do tobogã

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

17/09/2019 | 07:59


O Estádio do Pacaembu vai mudar. Não só de administração, que era da Prefeitura da Capital e passa pelos próximos 35 anos para controle das empresas Progen – Projetos de Gerenciamento e Engenharia SA e Savona Fundo de Investimentos em Participações (juntas, formam o Consórcio Patrimônio SP), como também de tamanho. Isso porque a intenção é demolir o icônico setor do tobogã (reduzindo a capacidade do local de 39 mil torcedores para 26 mil espectadores) para erguer um prédio de 44 mil metros quadrados que abrigará cafés, restaurantes, lojas, escritórios, centro de convenções e muito mais espaços comerciais que possam ser mais bem explorados. As obras de modernização do local começam em dois meses.

Ontem pela manhã, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), assinou o contrato de concessão do complexo esportivo composto pelo estádio, piscina olímpica, quadras de tênis e ginásio poliesportivo – o Museu do Futebol e a Praça Charles Muller ficaram fora do acordo. A expectativa da prefeitura paulistana é economizar R$ 656 milhões com a situação. Além disso, o consórcio já depositou R$ 79,2 milhões dos R$ 115 milhões acordados até o fim do contrato.

Presente ao evento de assinatura do contrato de concessão, o presidente do Santos, José Carlos Peres, admitiu que já há conversas para que a Progen e a Savona façam uma concessão para que o Peixe possa explorar o estádio. “Estamos fechando com a Progen, só falta discutir o modelo. A ideia da Progen e do Savona é que a bandeira seja do Santos. O Santos vai ceder a marca dele”, declarou o dirigente.

Enquanto a diretoria alvinegra almeja realizar mais jogos na Capital, com o intuito de melhorar a arrecadação com bilheteria, comissão técnica e jogadores preferem jogar no Estádio da Vila Belmiro. Pelo acordo, os santistas teriam de fazer pelo menos 50% de suas partidas no Pacaembu.

Progen e Savona são mesmas parceiras do Tigre em processo do 1º de Maio

A Progen – Projetos Gerenciamentos e Engenharia SA e o Savona Fundo de Investimentos em Participações, em parceria com o São Bernardo FC, manifestaram interesse e apresentaram proposta para revitalização, modernização, operação, manutenção e gestão da área do Estádio 1º de Maio.

O processo, entretanto, não tem caminhado nos últimos tempos e o espaço há dois meses vem sendo alugado somente para jogos do EC São Bernardo na Copa Paulista, sob preço público de R$ 3.000 para três horas de uso.

Além da proposta do grupo formado por Progen, Savona e Tigre, também manifestaram interesse a Gool Soccer Consultoria, parceira do EC São Bernardo. Em outubro completa um ano da autorização da Prefeitura são-bernardense para que os estudos e projetos de ambos os proponentes fossem realizados.

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