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Base do Samu em Diadema tem goteiras e infiltrações

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipamento usado para suporte e descanso dos funcionários do serviço de saúde não recebe manutenção desde 2017


Flávia Fernandes
Especial para o Diário

25/06/2019 | 09:00


 Funcionários do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Diadema reclamam das condições estruturais a que são submetidos na base da unidade, localizada na Rua Páscoa Campi, no Centro da cidade. O espaço, destinado ao suporte dos profissionais, tem desde goteiras, rachaduras e infiltrações até mofo e fiação exposta.

Em visita ao local na tarde de ontem, a equipe do Diário conseguiu constatar os problemas detalhados por funcionários do serviço de saúde municipal. Tanto os quartos quanto os banheiros, utilizados pelos colaboradores para descansar e também como vestiário, apresentam falhas estruturais. Conforme os trabalhadores, o cenário é mais complicado em dias de chuva, quando os cômodos são invadidos pela água por meio das canaletas de fiação elétrica.

Um dos funcionários afirma que o equipamento está nestas condições há pelo menos quatro meses. “Sai água dos conduítes elétricos, com o risco de choque, além do risco de cair um pedaço do concreto do teto em cima das nossas cabeças”, relata.

Outro profissional também comenta sobre o cheiro forte do espaço devido ao bolor. “Um local de saúde com essa estrutura precária”, reclama, indignado. De acordo com outra trabalhadora do Samu, os períodos de descanso dos colaboradores na sede da corporação entre os turnos e durante as refeições ficaram comprometidos. “Nem conseguimos mais dormir aqui”, conta ela.

A sala de serviços administrativos do Samu, que anteriormente ficava localizada no segundo andar do Centro de Especialidades Municipal Quarteirão da Saúde, na Avenida Antônio Piranga, também teve de ser remanejadas para um prédio em frente à base do Samu devido a problemas estruturais semelhantes no antigo espaço.

De acordo com a Prefeitura de Diadema, a gestão está ciente da situação e tomando as providências para a regularização. A administração também informou que a última reforma da base do Samu foi em 2017, período em que foram feitas manutenção e pintura do local. No entanto, não forneceram prazo para solucionar a questão.

Problemas na GCM são alvo do MP

A Prefeitura de Diadema tem até o início de julho para esclarecer ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo a respeito de irregularidades na GCM (Guarda Civil Municipal). Desde o dia 17 de abril, o Diário denuncia série de problemas na segurança pública do município, como falhas na rede de radiocomunicadores, que obrigaram os profissionais a se falarem por meio de mensagens no WhatsApp; vencimento do porte de arma da maior parte dos funcionários; e guardas utilizando armas de choque (taser) vencidas desde 2015.

Em nota, a Prefeitura de Diadema informou que os portes de armas foram regularizados “em sua grande maioria” e que existem casos remanescentes que irão refazer o exame, sem especificar quantos. Já sobre os tasers, a administração diz que “está em andamento processo licitatório para aquisição de 30 equipamentos modernos para substituição”. A gestão Lauro Michels (PV) também prevê a transferência de uma das torres de transmissão para melhoria do sinal.  



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Base do Samu em Diadema tem goteiras e infiltrações

Equipamento usado para suporte e descanso dos funcionários do serviço de saúde não recebe manutenção desde 2017

Flávia Fernandes
Especial para o Diário

25/06/2019 | 09:00


 Funcionários do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Diadema reclamam das condições estruturais a que são submetidos na base da unidade, localizada na Rua Páscoa Campi, no Centro da cidade. O espaço, destinado ao suporte dos profissionais, tem desde goteiras, rachaduras e infiltrações até mofo e fiação exposta.

Em visita ao local na tarde de ontem, a equipe do Diário conseguiu constatar os problemas detalhados por funcionários do serviço de saúde municipal. Tanto os quartos quanto os banheiros, utilizados pelos colaboradores para descansar e também como vestiário, apresentam falhas estruturais. Conforme os trabalhadores, o cenário é mais complicado em dias de chuva, quando os cômodos são invadidos pela água por meio das canaletas de fiação elétrica.

Um dos funcionários afirma que o equipamento está nestas condições há pelo menos quatro meses. “Sai água dos conduítes elétricos, com o risco de choque, além do risco de cair um pedaço do concreto do teto em cima das nossas cabeças”, relata.

Outro profissional também comenta sobre o cheiro forte do espaço devido ao bolor. “Um local de saúde com essa estrutura precária”, reclama, indignado. De acordo com outra trabalhadora do Samu, os períodos de descanso dos colaboradores na sede da corporação entre os turnos e durante as refeições ficaram comprometidos. “Nem conseguimos mais dormir aqui”, conta ela.

A sala de serviços administrativos do Samu, que anteriormente ficava localizada no segundo andar do Centro de Especialidades Municipal Quarteirão da Saúde, na Avenida Antônio Piranga, também teve de ser remanejadas para um prédio em frente à base do Samu devido a problemas estruturais semelhantes no antigo espaço.

De acordo com a Prefeitura de Diadema, a gestão está ciente da situação e tomando as providências para a regularização. A administração também informou que a última reforma da base do Samu foi em 2017, período em que foram feitas manutenção e pintura do local. No entanto, não forneceram prazo para solucionar a questão.

Problemas na GCM são alvo do MP

A Prefeitura de Diadema tem até o início de julho para esclarecer ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo a respeito de irregularidades na GCM (Guarda Civil Municipal). Desde o dia 17 de abril, o Diário denuncia série de problemas na segurança pública do município, como falhas na rede de radiocomunicadores, que obrigaram os profissionais a se falarem por meio de mensagens no WhatsApp; vencimento do porte de arma da maior parte dos funcionários; e guardas utilizando armas de choque (taser) vencidas desde 2015.

Em nota, a Prefeitura de Diadema informou que os portes de armas foram regularizados “em sua grande maioria” e que existem casos remanescentes que irão refazer o exame, sem especificar quantos. Já sobre os tasers, a administração diz que “está em andamento processo licitatório para aquisição de 30 equipamentos modernos para substituição”. A gestão Lauro Michels (PV) também prevê a transferência de uma das torres de transmissão para melhoria do sinal.  

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