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Escolhas do PSDB dão força para Doria


Fabio Martins

16/04/2019 | 06:41


As escolhas nas eleições internas do PSDB de domingo deram mais um sinal de força ao governador de São Paulo, João Doria, que já sinalizou que quer o ex-ministro Bruno Araújo, derrotado no pleito do ano passado, ao comando nacional do tucanato, em substituição ao ex-chefe do Palácio dos Bandeirantes Geraldo Alckmin, e Marco Vinholi, integrante do alto escalão do seu governo e que também sofreu revés na eleição de 2018, para a direção estadual da legenda. Próximo a Doria, o prefeito de São Bernardo vai integrar a executiva nacional, enquanto a deputada estadual Carla Morando, mulher de Orlando, irá compor a estadual. Doria deve ter a sigla nas mãos, de fato, a partir das próximas convenções e num plano denominado de ‘limpeza’, sob a alegação de faxina ética, com a saída de quadros considerados indigestos, a exemplo de Beto Richa e Aécio Neves. “O novo PSDB que queremos ajudar a construir não tem espaço para condenados pela Justiça e, portanto, deverão obrigatoriamente deixar o PSDB”, declarou Carla, que tem atuado em agendas ao lado do governador. 

Disputa no PT

 Embora o nome dos ex-prefeitos Carlos Grana e João Avamileno, além dos vereadores Eduardo Leite e Bete Siraque, apareçam em lista de potenciais pré-candidatos à Prefeitura de Santo André pelo PT na eleição municipal de 2020, o ex-deputado estadual Luiz Turco (foto) ainda é citado internamente para entrar na disputa majoritária. O ex-parlamentar, que não conseguiu a reeleição no pleito de outubro, ao menos a princípio, tem dito a pessoas próximas que não tem intenção em postular a cadeira de prefeito. Ele pretende retomar plano de compor o diretório estadual do PT e participar de processo de reerguimento do partido.

Pelos lados de Mauá

 Já em Mauá, o cenário do PT para a corrida majoritária do ano que vem tem se estreitado entre o vereador Marcelo Oliveira, o ex-prefeito Oswaldo Dias e o ex-vice-prefeito Paulo Eugenio Pereira Júnior. O trio deve iniciar agendas políticas na cidade. A proposta é levantar qual deles vai chegar melhor posicionado para a empreitada na sucessão de Atila Jacomussi. Aliás, a sigla tende a apostar justamente no desgaste do atual prefeito para resgatar o poder no município. Oswaldo apresentou problemas com a Justiça Eleitoral na última eleição, mas avalia que estará elegível em 2020. 

 Ironias do destino

 Só para refrescar a memória, Oswaldo foi triprefeito de Mauá, mas não concorreu à reeleição em 2012, embora tivesse direito. Em movimento orquestrado por alas do PT, o então deputado estadual Donisete Braga entrou na figura de cabeça da chapa petista e Helcio Silva, de vice. A manobra, nos bastidores, foi encarada como puxão de tapete. Por ironia do destino, Donisete venceu a concorrência, mas no projeto de reeleição saiu derrotado por Atila, seu ex-aliado. 

 Reclamação 

 Por falar em Atila, o STF (Supremo Tribunal Federal) formalizou o arquivamento da reclamação que resultou na soltura do prefeito e no seu retorno ao cargo por decisão de Gilmar Mendes. O processo foi julgado monocraticamente, sem recursos da PGR (Procuradoria-Geral da República), e não foi levado ao colegiado. Apesar da vitória, o socialista segue respondendo a ações movidas pelo MPF (Ministério Público Federal) no TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), órgão de segunda instância onde tramitam os autos das operações Prato Feito e Trato Feito.

 Com 82 anos

 O prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB), relembrou que Luiz Olinto Tortorello faria ontem 82 anos se estivesse vivo. Ele comandou a cidade por três mandatos e morreu no dia 17 de dezembro de 2004, pouco antes do seu sucessor e pupilo, o próprio Auricchio, então secretário de Saúde, tomar posse no cargo. Ele nasceu no município de Matão, no Interior. “São Caetano, em suas gestões, foi considerada a melhor cidade do Brasil para se morar, título que mantivemos na sequência. Agradeço a confiança do Tortorello por ter passado para minhas mãos a continuidade do seu trabalho”, disse o tucano.



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Escolhas do PSDB dão força para Doria

Fabio Martins

16/04/2019 | 06:41


As escolhas nas eleições internas do PSDB de domingo deram mais um sinal de força ao governador de São Paulo, João Doria, que já sinalizou que quer o ex-ministro Bruno Araújo, derrotado no pleito do ano passado, ao comando nacional do tucanato, em substituição ao ex-chefe do Palácio dos Bandeirantes Geraldo Alckmin, e Marco Vinholi, integrante do alto escalão do seu governo e que também sofreu revés na eleição de 2018, para a direção estadual da legenda. Próximo a Doria, o prefeito de São Bernardo vai integrar a executiva nacional, enquanto a deputada estadual Carla Morando, mulher de Orlando, irá compor a estadual. Doria deve ter a sigla nas mãos, de fato, a partir das próximas convenções e num plano denominado de ‘limpeza’, sob a alegação de faxina ética, com a saída de quadros considerados indigestos, a exemplo de Beto Richa e Aécio Neves. “O novo PSDB que queremos ajudar a construir não tem espaço para condenados pela Justiça e, portanto, deverão obrigatoriamente deixar o PSDB”, declarou Carla, que tem atuado em agendas ao lado do governador. 

Disputa no PT

 Embora o nome dos ex-prefeitos Carlos Grana e João Avamileno, além dos vereadores Eduardo Leite e Bete Siraque, apareçam em lista de potenciais pré-candidatos à Prefeitura de Santo André pelo PT na eleição municipal de 2020, o ex-deputado estadual Luiz Turco (foto) ainda é citado internamente para entrar na disputa majoritária. O ex-parlamentar, que não conseguiu a reeleição no pleito de outubro, ao menos a princípio, tem dito a pessoas próximas que não tem intenção em postular a cadeira de prefeito. Ele pretende retomar plano de compor o diretório estadual do PT e participar de processo de reerguimento do partido.

Pelos lados de Mauá

 Já em Mauá, o cenário do PT para a corrida majoritária do ano que vem tem se estreitado entre o vereador Marcelo Oliveira, o ex-prefeito Oswaldo Dias e o ex-vice-prefeito Paulo Eugenio Pereira Júnior. O trio deve iniciar agendas políticas na cidade. A proposta é levantar qual deles vai chegar melhor posicionado para a empreitada na sucessão de Atila Jacomussi. Aliás, a sigla tende a apostar justamente no desgaste do atual prefeito para resgatar o poder no município. Oswaldo apresentou problemas com a Justiça Eleitoral na última eleição, mas avalia que estará elegível em 2020. 

 Ironias do destino

 Só para refrescar a memória, Oswaldo foi triprefeito de Mauá, mas não concorreu à reeleição em 2012, embora tivesse direito. Em movimento orquestrado por alas do PT, o então deputado estadual Donisete Braga entrou na figura de cabeça da chapa petista e Helcio Silva, de vice. A manobra, nos bastidores, foi encarada como puxão de tapete. Por ironia do destino, Donisete venceu a concorrência, mas no projeto de reeleição saiu derrotado por Atila, seu ex-aliado. 

 Reclamação 

 Por falar em Atila, o STF (Supremo Tribunal Federal) formalizou o arquivamento da reclamação que resultou na soltura do prefeito e no seu retorno ao cargo por decisão de Gilmar Mendes. O processo foi julgado monocraticamente, sem recursos da PGR (Procuradoria-Geral da República), e não foi levado ao colegiado. Apesar da vitória, o socialista segue respondendo a ações movidas pelo MPF (Ministério Público Federal) no TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), órgão de segunda instância onde tramitam os autos das operações Prato Feito e Trato Feito.

 Com 82 anos

 O prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB), relembrou que Luiz Olinto Tortorello faria ontem 82 anos se estivesse vivo. Ele comandou a cidade por três mandatos e morreu no dia 17 de dezembro de 2004, pouco antes do seu sucessor e pupilo, o próprio Auricchio, então secretário de Saúde, tomar posse no cargo. Ele nasceu no município de Matão, no Interior. “São Caetano, em suas gestões, foi considerada a melhor cidade do Brasil para se morar, título que mantivemos na sequência. Agradeço a confiança do Tortorello por ter passado para minhas mãos a continuidade do seu trabalho”, disse o tucano.

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