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Feirantes destacam que amizade com fregueses é o que mantém o negócio

Bianca Barbosa/Especial para o Diário Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Região conta com 2.000 profissionais espalhados em 140 feiras-livres


Bianca Barbosa
Especial para o Diário

25/08/2018 | 07:00


 Eles saem para trabalhar antes de o sol raiar com a missão de levar alimentos frescos para famílias em diversos pontos da região. São aproximadamente 2.000 feirantes no Grande ABC, divididos em 170 feiras. E para comemorar o dia desses profissionais, hoje, o Diário mostra a relação de amizade, cultivada a partir de encontros semanais, entre os profissionais e os clientes.

“Gosto da feira não só por causa de preço mais barato ou qualidade, mas por causa do jeito que eu sou tratada aqui. Piso na barraca de pastel e já me recebem com sorrisos. Parece família, por isso volto sempre”, disse a dona de casa Tereza Viana, 63 anos, frequentadora da feira da Avenida André Ramalho, do Parque João Ramalho, em Santo André, às sextas-feiras. A feirante Neusa Morais Caetano, 62, admite que o negócio sobrevive por conta de clientes fiéis. “Estou aqui há 43 anos, gosto do meu trabalho, mas se não fossem eles (clientes), isso aqui já não existiria mais”, relatou.

Na cidade vizinha, a feira da Rua Rafael Corrêa Sampaio, no Santa Paula, em São Caetano, tem um vendedor que faz sucesso entre os clientes. Animado e “gente do bem”, como foi chamado pela freguesa, o peixeiro João Gonçalo do Nascimento, 56, permanece no ofício há 45 anos. “Gosto de vender, e tenho tantos amigos, não tem como não ser feliz assim”, disse. “Venho tanto aqui que ele já é quase meu irmão, família mesmo. Vale a pena ter uma relação de amizade assim”, considerou a dona de casa palmeirense Marli Tedesch, 72, cliente fiel desde 1978.

Tiago Carvalho, 28, ainda é jovem no ofício de feirante, mas já compreendeu a essência da profissão. “Tenho clientes que me conhecem desde menino. Me tratam como filho. Sinto que a gente faz parte da vida deles. Isso não tem preço.”



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Feirantes destacam que amizade com fregueses é o que mantém o negócio

Região conta com 2.000 profissionais espalhados em 140 feiras-livres

Bianca Barbosa
Especial para o Diário

25/08/2018 | 07:00


 Eles saem para trabalhar antes de o sol raiar com a missão de levar alimentos frescos para famílias em diversos pontos da região. São aproximadamente 2.000 feirantes no Grande ABC, divididos em 170 feiras. E para comemorar o dia desses profissionais, hoje, o Diário mostra a relação de amizade, cultivada a partir de encontros semanais, entre os profissionais e os clientes.

“Gosto da feira não só por causa de preço mais barato ou qualidade, mas por causa do jeito que eu sou tratada aqui. Piso na barraca de pastel e já me recebem com sorrisos. Parece família, por isso volto sempre”, disse a dona de casa Tereza Viana, 63 anos, frequentadora da feira da Avenida André Ramalho, do Parque João Ramalho, em Santo André, às sextas-feiras. A feirante Neusa Morais Caetano, 62, admite que o negócio sobrevive por conta de clientes fiéis. “Estou aqui há 43 anos, gosto do meu trabalho, mas se não fossem eles (clientes), isso aqui já não existiria mais”, relatou.

Na cidade vizinha, a feira da Rua Rafael Corrêa Sampaio, no Santa Paula, em São Caetano, tem um vendedor que faz sucesso entre os clientes. Animado e “gente do bem”, como foi chamado pela freguesa, o peixeiro João Gonçalo do Nascimento, 56, permanece no ofício há 45 anos. “Gosto de vender, e tenho tantos amigos, não tem como não ser feliz assim”, disse. “Venho tanto aqui que ele já é quase meu irmão, família mesmo. Vale a pena ter uma relação de amizade assim”, considerou a dona de casa palmeirense Marli Tedesch, 72, cliente fiel desde 1978.

Tiago Carvalho, 28, ainda é jovem no ofício de feirante, mas já compreendeu a essência da profissão. “Tenho clientes que me conhecem desde menino. Me tratam como filho. Sinto que a gente faz parte da vida deles. Isso não tem preço.”

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