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Palacio traça bancada forte e nega rivalidade com Alex

André Henriques  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-prefeiturável de S.Caetano defende que região tem potencial para eleger até sete federais


Fábio Martins

19/08/2018 | 07:46


Prefeiturável de São Caetano em 2016, o ex-vereador e candidato a deputado federal Fabio Palacio (PSD) defende a formação de bancada forte do Grande ABC em Brasília e negou embate particular com o parlamentar Alex Manente (PPS), postulante à reeleição no Congresso e que contabiliza apoio do chefe do Executivo local, José Auricchio Júnior (PSDB), adversário do pessedista no município. “Não há essa rivalidade (com o Alex). A região tem pouca representatividade (na Câmara), só dois (incluindo também Vicentinho, PT). Poderíamos eleger seis ou até sete federais. Com 2,1 milhões de eleitores temos potencial para isso.”

Tendo São Bernardo como principal reduto eleitoral, Alex foi o segundo político mais bem votado em São Caetano no pleito de 2014, com 7.611 votos. Em entrevista ao Diário, Palacio refutou qualquer briga direta nas urnas com o popular-socialista. “Ele (Alex) que seja (re)eleito e faça bom trabalho. Quero pegar avião a Brasília junto com Ailton (Lima, PSD, ex-vereador de Santo André), (Edson) Sardano (PTB, vereador andreense), Marcelo (Lima, PSD, vice-prefeito de São Bernardo, todos também pleiteantes a cadeira na Câmara) e o Alex, construindo bancada robusta. O fundamental é buscar votos daqueles que são de fora e depois não atuam pelo Grande ABC”, frisou o pessedista.

Palacio pontuou que “é impossível selar trabalho de acompanhamento” de fiscalização e de projetos regionais junto ao governo federal apenas com dois parlamentares em Brasília. “De fato, é impossível que dois consigam dar conta de fazer todo esse processo. Existe hoje uma lacuna, precisamos de maior representação”, disse o ex-parlamentar. O PSD disputa a empreitada em aliança proporcional com PSDB, DEM e PP. Nas contas da sigla, o teto de corte é acima da casa dos 80 mil votos. “O meu foco é fundamentalmente o Grande ABC e regiões lindeiras (limites com São Paulo). Não entendo que buscar (voto) a 300 quilômetros podemos fazer trabalho de qualidade.”

A última figura política com domicílio em São Caetano a se eleger deputado foi Marquinho Tortorello a estadual, em 2002. O pessedista, que ocupou por um ano e três meses o posto de secretário executivo do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, descartou que a concorrência seja trampolim para 2020, evitando se estender sobre o caso. “Não se sabe nem o que vai acontecer no resultado de outubro”. Ele citou levantar bandeira de propostas atreladas ao desenvolvimento econômico e Mobilidade Urbana, pressionando, por exemplo, pelo aval federal a financiamento do projeto da Linha 18-Bronze do Metrô, ainda travado, que ligaria a região à Capital.  



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