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Sem Alckmin, Cleide é cotada a retomar posto em Santo André

Nario Barbosa 24/7/17 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Adjunta da Educação no Estado deve voltar para governo Paulo Serra


Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

03/01/2018 | 07:00


A desincompatibilização do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para ser candidato à Presidência tende a resultar em negociação por migração de Cleide Bochixio (PSDB), hoje secretária adjunta de Educação, ao governo do prefeito Paulo Serra (PSDB), no qual ela já atuou como número dois da Pasta, comandada pela ex-vice-prefeita Dinah Zekcer (PTB). Embora seja técnica da área, Cleide deve deixar o posto na gestão estadual devido à indicação ao cargo ter vínculo direto com o tucanato paulista - essa mudança deve acontecer entre fevereiro e abril.

Professora, Cleide pediu exoneração da Prefeitura de Santo André em setembro, retornando para a Educação estadual, setor gerido por José Renato Nalini, que fez o convite para que ela outra vez exercesse a atividade no Estado. Desde então, o posto de número dois de Dinah está vago, o que tem gerado insatisfação, de acordo com informações, inclusive da própria titular da Pasta. Há relatos que Cleide era pessoa de confiança do Paço para dar andamento administrativo aos principais projetos da área, ficando a cargo de Dinah fazer a composição política da Pasta – era a fusão de perfis planejada pelo governo.

Para a função em São Paulo, a professora tem subsídio de R$ 14,6 mil brutos. Na ocasião de sua saída de Santo André, onde ela também já trabalhou como secretária de Educação no governo Aidan Ravin (PSB, 2009-2012), Cleide alegou que a demissão a pedido se deu em tom amigável e debatida com Paulo Serra. A tucana falou, na oportunidade, que “não teve nada de intempestivo ou de rompimento”, mencionando que poderia seguir ajudando a cidade.

Cleide foi adjunta por três anos neste quarto mandato de Alckmin no comando do Palácio dos Bandeirantes. A partir do afastamento do hoje governador, o vice Márcio França (PSB) é quem assumirá o bastão do Executivo, o que certamente incorrerá em trocas em funções consideradas chave para a gestão, uma vez que o socialista pretende ser candidato à reeleição neste ano. 



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