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Telecine Cult prepara 16h de programação amanhã para homenagear Chaplin, que partiu há 40 anos


Miriam Gimenes

24/12/2017 | 07:00


 Ele nem precisava falar para mostrar sua genialidade. Ícone do cinema mudo, mestre das mímicas e comédias do gênero pastelão, Charles Chaplin (1889-1977) influenciou as futuras gerações do cinema. Grande parte de seu legado poderá ser visto amanhã (dia em que partiu, há exatos 40 anos), a partir das 10h, no Telecine Cult, que contará com 16 horas de programação para homenageá-lo.

Para tanto, foram selecionadas 12 produções atuadas e dirigidas por Charles, entre elas A Revista de Carlitos (10h), O Circo (12h05), Idílio Campestre (13h30), Em Busca do Ouro (14h10), Os Clássicos Vadios (15h35), Luzes da Cidade (16h20), O Garoto (18h), Dia de Pagamento (19h05), O Grande Ditador (19h40) – indicado a cinco categorias no Oscar, o filme é o primeiro inteiramente falado e sonorizado feito por Chaplin –, Tempos Modernos (22h) e Luzes da Ribalta (23h40). Este último é o único que une Chaplin a outro astro do cinema mudo: Buster Keaton.

O menino Charles nasceu na Inglaterra e teve infância difícil. Seu pai morreu cedo e a mãe foi parar em um asilo por conta de problemas mentais. Ele foi para um orfanato e, depois, estudar em uma escola de crianças pobres, onde arriscou suas primeiras mímicas. Deu início à sua feliz trajetória no Music Hall, em Londres.

Durante dois dos momentos mais conturbados da história mundial – Primeira Guerra Mundial (1914–1918) e a grande depressão de 1929 – conseguiu fazer as pessoas sorrirem com seus filmes, ainda que apontasse o dedo para os problemas sociais. “Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror”, dizia.

Era extremamente perfeccionista e gostava de se relacionar com mulheres bem mais jovens. Seu personagem mais famoso foi Carlitos ou o Vagabundo, um andarilho pobretão dono de gestos refinados. Charles morreu em uma manhã de Natal, na Suíça, aos 88 anos, em decorrência de derrame cerebral.



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