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Vila Linda pede mais policiamento


Roberta Nomura
Especial para o Diário

13/12/2005 | 08:19


O índice de assaltos a estabelecimentos comerciais da rua Carijós e avenida Brasília, na Vila Linda, em Santo André, vem crescendo desde fevereiro. A data coincide com a retirada da Base Comunitária Móvel da Polícia Militar do local. Inconformados com a freqüência das ocorrências, que atingiu mais de 30 das cem lojas neste ano, cerca de 15 comerciantes compareceram segunda-feira ao 41º Batalhão da PM para pedir mais segurança.

O caso mais recente ocorreu no sábado, por volta das 16h30, em uma loja de roupas e calçados. Dois homens armados levaram artigos que somados ultrapassam R$ 2,5 mil. “Os ladrões colocaram o revólver na cabeça do meu pai, levaram tudo e fugiram em uma moto”, conta o presidente da Associação dos Comerciantes e Amigos da Vila Linda, Rodolfo Henrique Del Grego.

Os comerciantes solicitam a volta da ronda diária e a instalação de uma base no local que, segundo Grego, representa o quinto maior centro comercial da cidade. O coordenador operacional do 41º Batalhão da PM, major Arnaldo Rodrigues da Silva, afirma que a Base Comunitária Móvel foi retirada porque houve um remanejamento para o Parque Andreense.

Um levantamento da PM revela que do dia 12 de novembro até segunda-feira foram registrados apenas 12 roubos e furtos na rua Carijós. A distorção dos números apresentados por comerciantes e polícia é resultado da falta de registros das ocorrências. “Se não notificar, fica difícil incluir no planejamento policial”, explica o major Silva. Grego confirma que mais de um terço das pessoas que foram assaltadas não registraram Boletim de Ocorrência. “É importante fazer o BO, porque vai ajudar a polícia a detectar os locais de ação dos criminosos”, reitera o major. Ele afirma que será dada um atenção especial à rua Carijós entre os números 1.200 e 2.200.

Outra medida será adotada a partir de quarta-feira, com o funcionamento do programa Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas), que consiste em fazer 40 minutos de patrulhamento e estacionar em pontos estratégicos durante 20 minutos. “Independentemente da reclamação dos comerciantes, o programa já estava sendo implantado desde maio”, explica o major Silva.

Os comerciantes afirmam que há dois anos, quando existia uma base móvel da Guarda Municipal no local, a segurança também era maior. O comando da guarda informa que em função da redistribuição do seu efetivo para reforçar a vigilância de patrimônios públicos, o serviço de base móvel foi desativado. Mas em razão das queixas, a Guarda Municipal vai realizar rondas com viaturas nessas vias.



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Vila Linda pede mais policiamento

Roberta Nomura
Especial para o Diário

13/12/2005 | 08:19


O índice de assaltos a estabelecimentos comerciais da rua Carijós e avenida Brasília, na Vila Linda, em Santo André, vem crescendo desde fevereiro. A data coincide com a retirada da Base Comunitária Móvel da Polícia Militar do local. Inconformados com a freqüência das ocorrências, que atingiu mais de 30 das cem lojas neste ano, cerca de 15 comerciantes compareceram segunda-feira ao 41º Batalhão da PM para pedir mais segurança.

O caso mais recente ocorreu no sábado, por volta das 16h30, em uma loja de roupas e calçados. Dois homens armados levaram artigos que somados ultrapassam R$ 2,5 mil. “Os ladrões colocaram o revólver na cabeça do meu pai, levaram tudo e fugiram em uma moto”, conta o presidente da Associação dos Comerciantes e Amigos da Vila Linda, Rodolfo Henrique Del Grego.

Os comerciantes solicitam a volta da ronda diária e a instalação de uma base no local que, segundo Grego, representa o quinto maior centro comercial da cidade. O coordenador operacional do 41º Batalhão da PM, major Arnaldo Rodrigues da Silva, afirma que a Base Comunitária Móvel foi retirada porque houve um remanejamento para o Parque Andreense.

Um levantamento da PM revela que do dia 12 de novembro até segunda-feira foram registrados apenas 12 roubos e furtos na rua Carijós. A distorção dos números apresentados por comerciantes e polícia é resultado da falta de registros das ocorrências. “Se não notificar, fica difícil incluir no planejamento policial”, explica o major Silva. Grego confirma que mais de um terço das pessoas que foram assaltadas não registraram Boletim de Ocorrência. “É importante fazer o BO, porque vai ajudar a polícia a detectar os locais de ação dos criminosos”, reitera o major. Ele afirma que será dada um atenção especial à rua Carijós entre os números 1.200 e 2.200.

Outra medida será adotada a partir de quarta-feira, com o funcionamento do programa Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas), que consiste em fazer 40 minutos de patrulhamento e estacionar em pontos estratégicos durante 20 minutos. “Independentemente da reclamação dos comerciantes, o programa já estava sendo implantado desde maio”, explica o major Silva.

Os comerciantes afirmam que há dois anos, quando existia uma base móvel da Guarda Municipal no local, a segurança também era maior. O comando da guarda informa que em função da redistribuição do seu efetivo para reforçar a vigilância de patrimônios públicos, o serviço de base móvel foi desativado. Mas em razão das queixas, a Guarda Municipal vai realizar rondas com viaturas nessas vias.

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