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Marinho recua e muda proposta, mas servidores se dividem

Andréa Iseki/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de S.Bernardo retira veto aos aposentados;
servidores não chegam a consenso e estendem greve


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

30/05/2015 | 07:00


O 17º dia de greve dos servidores públicos de São Bernardo foi marcado pelo recuo do prefeito Luiz Marinho (PT) que, diante da resistência da categoria na quinta-feira, decidiu incluir reajuste e abono aos aposentados, além de negociar os dias parados. O plano, porém, dividiu a classe, que prorrogou permanência da paralisação até segunda-feira.

Anteontem, Marinho ofertou bônus à categoria – R$ 1.550 em junho e outros R$ 310 quitados em dezembro –. em substituição à reivindicação de reajuste salarial deste ano. O índice inflacionário seria reposto no ano que vem, já contando inflação do próximo exercício.

Em nova longa reunião entre os dirigentes do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) e o secretário de Administração, Augusto Pereira, o governo Marinho abriu a possibilidade de negociação dos dias parados. A proposta da administração ficou condicionada a desconto de um dia por mês, utilização do banco de horas ou compensação por meio de convocação.

Presidente do Sindserv, Giovani Chagas levou o plano para votação em assembleia da categoria, realizada no Centro da cidade, com presença de aproximadamente 2.000 pessoas, mas não viu unanimidade da escolha pela propositura.

“Não temos condições de decidir agora. A decisão não pode ser tomada no calor da emoção. Se for definido agora, a classe ficará dividida, enquanto devemos estar unidos”, discursou Chagas.

A decisão foi prorrogada para segunda-feira, em nova assembleia, na Praça Santa Filomena, às 9h, sendo que até lá a greve permanece nos equipamentos públicos, devendo completar 20 dias de adesão.

A estratégia do Sindserv consiste em ampla divulgação durante o fim de semana, detalhando em material publicitário teor da proposta emitida por Marinho.

Paralelamente ao Sindserv, um grupo de servidores buscou intervenção da greve junto ao Ministério Público do Trabalho. O corpo jurídico do sindicato, porém, tenta impedir ação.

Chagas é a favor de inclusão de aposentados entre beneficiados

Presidente do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo, Giovani Chagas é favorável à inclusão dos benefícios salariais aos funcionários inativos da Prefeitura, estimados em 7.000 pessoas.

Diferentemente da reportagem publicada ontem pelo Diário, o dirigente sindical rejeitou o plano do governo do prefeito Luiz Marinho (PT), que consistia em não incorporar os aposentados ao pagamento de bônus salarial – R$ 1.550 em junho e outros R$ 310 em dezembro –, em substituição ao reajuste reivindicado nos vencimentos dos servidores.

O dirigente sindical enfatizou em sua entrevista ao Diário que “não abriria mão de que os servidores recebem seus salários de maneira integral e que os aposentados não fiquem de fora de qualquer benefício”.

Os itens foram rejeitados por Chagas em reunião com os secretários de Marinho, nem sendo levado para a discussão em assembleia, como tradicionalmente é feito pelos dirigentes do sindicato da categoria em cada proposta recebida. 



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Marinho recua e muda proposta, mas servidores se dividem

Prefeito de S.Bernardo retira veto aos aposentados;
servidores não chegam a consenso e estendem greve

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

30/05/2015 | 07:00


O 17º dia de greve dos servidores públicos de São Bernardo foi marcado pelo recuo do prefeito Luiz Marinho (PT) que, diante da resistência da categoria na quinta-feira, decidiu incluir reajuste e abono aos aposentados, além de negociar os dias parados. O plano, porém, dividiu a classe, que prorrogou permanência da paralisação até segunda-feira.

Anteontem, Marinho ofertou bônus à categoria – R$ 1.550 em junho e outros R$ 310 quitados em dezembro –. em substituição à reivindicação de reajuste salarial deste ano. O índice inflacionário seria reposto no ano que vem, já contando inflação do próximo exercício.

Em nova longa reunião entre os dirigentes do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) e o secretário de Administração, Augusto Pereira, o governo Marinho abriu a possibilidade de negociação dos dias parados. A proposta da administração ficou condicionada a desconto de um dia por mês, utilização do banco de horas ou compensação por meio de convocação.

Presidente do Sindserv, Giovani Chagas levou o plano para votação em assembleia da categoria, realizada no Centro da cidade, com presença de aproximadamente 2.000 pessoas, mas não viu unanimidade da escolha pela propositura.

“Não temos condições de decidir agora. A decisão não pode ser tomada no calor da emoção. Se for definido agora, a classe ficará dividida, enquanto devemos estar unidos”, discursou Chagas.

A decisão foi prorrogada para segunda-feira, em nova assembleia, na Praça Santa Filomena, às 9h, sendo que até lá a greve permanece nos equipamentos públicos, devendo completar 20 dias de adesão.

A estratégia do Sindserv consiste em ampla divulgação durante o fim de semana, detalhando em material publicitário teor da proposta emitida por Marinho.

Paralelamente ao Sindserv, um grupo de servidores buscou intervenção da greve junto ao Ministério Público do Trabalho. O corpo jurídico do sindicato, porém, tenta impedir ação.

Chagas é a favor de inclusão de aposentados entre beneficiados

Presidente do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo, Giovani Chagas é favorável à inclusão dos benefícios salariais aos funcionários inativos da Prefeitura, estimados em 7.000 pessoas.

Diferentemente da reportagem publicada ontem pelo Diário, o dirigente sindical rejeitou o plano do governo do prefeito Luiz Marinho (PT), que consistia em não incorporar os aposentados ao pagamento de bônus salarial – R$ 1.550 em junho e outros R$ 310 em dezembro –, em substituição ao reajuste reivindicado nos vencimentos dos servidores.

O dirigente sindical enfatizou em sua entrevista ao Diário que “não abriria mão de que os servidores recebem seus salários de maneira integral e que os aposentados não fiquem de fora de qualquer benefício”.

Os itens foram rejeitados por Chagas em reunião com os secretários de Marinho, nem sendo levado para a discussão em assembleia, como tradicionalmente é feito pelos dirigentes do sindicato da categoria em cada proposta recebida. 

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