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Deputados dão aval à fusão de PPS e PSB

Andréa Iseki/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Índice de aprovação à união dos partidos para 2016 é de 90% entre parlamentares federais


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

29/04/2015 | 07:00


As bancadas de deputados federais do PSB e do PPS deram aval para a fusão dos partidos, já acertada pelas direções nacionais. O próximo passo será aprofundar a discussão nos Estados e iniciar o debate em âmbito municipal. A união das siglas criará a segunda maior bancada de parlamentares no Grande ABC, com 18 cadeiras, atrás apenas do PT, que tem 29 legisladores. A expectativa é a de que o processo seja concluído até junho para valer na eleição do ano quem.

“Na semana passada, as executivas (nacionais) do PPS e PSB se acertaram sobre a fusão. Hoje (ontem) houve uma consulta a cada uma das bancadas de deputados federais e, separadamente, o índice de aprovação da união dos partidos foi de 90%. É um avanço significativo para podermos ampliar a discussão e, de fato, executar a fusão”, comentou o presidente estadual dos popular-socialistas, o deputado federal Alex Manente, de São Bernardo.

Depois de dialogar com as cidades, PPS e PSB irão colocar a proposta de fusão para análise em congresso dos partidos. Caso haja aprovação, as legendas darão entrada no processo jurídico para regulamentar o casamento na Justiça eleitoral. “Faremos tudo que a lei prevê. Nossa expectativa é concluir este processo até junho”, explicou o deputado.

Com a união, Alex aposta que o partido terá condição de vitória nas eleições majoritárias das sete cidades da região. Em São Bernardo, o número de vereadores saltará de cinco para seis e o próprio deputado federal é o principal contado para disputar a sucessão do prefeito Luiz Marinho (PT). Em Santo André, a sigla mantém um parlamentar e tem Raimundo Salles como possível prefeiturável. A bancada são-caetanense cresceria de dois para quatro, mas não há nome cotado ao Executivo. Em Diadema, o partido cresceria com a migração de dois vereadores do PR ao PPS e, por parte do PSB, já trabalha candidatura ao Paço. Na cidade de Mauá e Ribeirão Pires as bancadas seriam mantidas.
“Temos apoio do vice-governador, o Márcio França (PSB), que nos dará um peso significativo. O PPS é o principal partido de oposição ao PT no Grande ABC. Entraremos com força para vencer em todos os municípios”, afirmou Alex Manente.

A discussão para união dos partidos teve início em 2014, foi interrompida pela campanha presidencial e quase abandonada quando o STF (Supremo Tribunal Federal) manifestou que a fusão não permitira que políticos ingressassem na legenda sem perder o mandato, mas permitia a saída sem prejuízo. “Nós aprovamos uma regulamentação no Congresso que permite a entrada de novos políticos. Sempre fui a favor da fusão e, com isso, teremos ampliação dos quadros partidários”, comentou Alex.



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