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Dos quadrinhos para o palco

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sara Saar
Do Diário do Grande ABC

01/09/2011 | 07:05


Sucesso pelo mundo afora, os quadrinhos da argentina Maitena serviram de mote para Andrea Maltarolli (1962-2009) escrever a comédia "Mulheres Alteradas", que será exibida, em sessão única, amanhã no Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano.

Em cena, ficam Mel Lisboa, Luiza Tomé, Samara Felippo e Daniel Del Sarto. "Maitena tem um humor bastante irônico e inteligente para falar sobre assuntos absolutamente corriqueiros que permeiam a vida da mulher contemporânea", analisa Mel.

Com direção de Eduardo Figueiredo, a montagem envolve três amigas para lá de engraçadas. "Elas sempre se encontram na academia e fazem outros programas juntas. Discutem todo tipo de situação que a mulher moderna passa: filho, marido, trabalho, problema com a balança", enumera a atriz.

Diferentemente dos quadrinhos, a adaptação mostra personagens que possuem nome e trajetória. "Nos quadrinhos, não há uma história a ser contada de uma personagem fixa. Maitena representa as mulheres de maneira geral", compara Mel.

Na trama, as personagens são batizadas de Norma (Luiza Tomé), executiva casada e mãe de adolescentes que volta a engravidar; Lisa (Samara Felippo), mãe separada que sofre ao descobrir nódulo no seio, e Alice (Mel Lisboa), solteira que sonha com o grande amor.

Segundo Mel, "Alice é atrapalhada, meio avoada e ao mesmo tempo nerd. Ela não tem filhos e fica imaginando o dia em que terá um marido", resume a atriz. Em comum com a personagem. confessa ser um pouco atrapalhada.

Em meio a tantas mulheres, Daniel Del Sarto interpreta diferentes personagens masculinos, sem nomes definidos e repletos de personalidade, que promete gerar identificação imediata com os homens da plateia.

Além do universo feminino como temática, o espetáculo procura se aproximar do estilo das tirinhas. "O diretor optou por cenário simples, sem projeções, e trilha pontuada por músicas executadas ao vivo que fazem também sonoplastia", conta. Dessa forma, também sobem ao palco as integrantes da Banda Alterada, que foi criada especialmente para a peça.

Para a interpretação dos atores, Figueiredo trabalhou bastante a linguagem para que fosse parecida com a dos quadrinhos. Durante o espetáculo, há esquetes e "suspensões da história", conforme nomeia Mel Lisboa. Tratam-se de momentos em que o elenco conta trechos das tirinhas.

Segundo a atriz, a agilidade, a identificação imediata da plateia e a inteligência são os trunfos do espetáculo. "Mostramos a inteligência que Maitena tem em sua produção. Algumas piadas são literais. Se você for pegar o livro "Mulheres Alteradas", verá cenas inteiras da peça", afirma a intérprete.


Mulheres Alteradas Teatro. Amanhã, às 21h. No Teatro Paulo Machado de Carvalho - Alameda Conde de Porto Alegre, 840, São Caetano. Tel.: 4238-3030. Ingr.: R$ 60.



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Dos quadrinhos para o palco

Sara Saar
Do Diário do Grande ABC

01/09/2011 | 07:05


Sucesso pelo mundo afora, os quadrinhos da argentina Maitena serviram de mote para Andrea Maltarolli (1962-2009) escrever a comédia "Mulheres Alteradas", que será exibida, em sessão única, amanhã no Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano.

Em cena, ficam Mel Lisboa, Luiza Tomé, Samara Felippo e Daniel Del Sarto. "Maitena tem um humor bastante irônico e inteligente para falar sobre assuntos absolutamente corriqueiros que permeiam a vida da mulher contemporânea", analisa Mel.

Com direção de Eduardo Figueiredo, a montagem envolve três amigas para lá de engraçadas. "Elas sempre se encontram na academia e fazem outros programas juntas. Discutem todo tipo de situação que a mulher moderna passa: filho, marido, trabalho, problema com a balança", enumera a atriz.

Diferentemente dos quadrinhos, a adaptação mostra personagens que possuem nome e trajetória. "Nos quadrinhos, não há uma história a ser contada de uma personagem fixa. Maitena representa as mulheres de maneira geral", compara Mel.

Na trama, as personagens são batizadas de Norma (Luiza Tomé), executiva casada e mãe de adolescentes que volta a engravidar; Lisa (Samara Felippo), mãe separada que sofre ao descobrir nódulo no seio, e Alice (Mel Lisboa), solteira que sonha com o grande amor.

Segundo Mel, "Alice é atrapalhada, meio avoada e ao mesmo tempo nerd. Ela não tem filhos e fica imaginando o dia em que terá um marido", resume a atriz. Em comum com a personagem. confessa ser um pouco atrapalhada.

Em meio a tantas mulheres, Daniel Del Sarto interpreta diferentes personagens masculinos, sem nomes definidos e repletos de personalidade, que promete gerar identificação imediata com os homens da plateia.

Além do universo feminino como temática, o espetáculo procura se aproximar do estilo das tirinhas. "O diretor optou por cenário simples, sem projeções, e trilha pontuada por músicas executadas ao vivo que fazem também sonoplastia", conta. Dessa forma, também sobem ao palco as integrantes da Banda Alterada, que foi criada especialmente para a peça.

Para a interpretação dos atores, Figueiredo trabalhou bastante a linguagem para que fosse parecida com a dos quadrinhos. Durante o espetáculo, há esquetes e "suspensões da história", conforme nomeia Mel Lisboa. Tratam-se de momentos em que o elenco conta trechos das tirinhas.

Segundo a atriz, a agilidade, a identificação imediata da plateia e a inteligência são os trunfos do espetáculo. "Mostramos a inteligência que Maitena tem em sua produção. Algumas piadas são literais. Se você for pegar o livro "Mulheres Alteradas", verá cenas inteiras da peça", afirma a intérprete.


Mulheres Alteradas Teatro. Amanhã, às 21h. No Teatro Paulo Machado de Carvalho - Alameda Conde de Porto Alegre, 840, São Caetano. Tel.: 4238-3030. Ingr.: R$ 60.

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