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‘Quem conhece Dilma não
vota nela', diz vice tucano

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Senador paulista Aloysio Nunes exaltou os
números de Aécio na região no primeiro turno


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

17/10/2014 | 07:00


O senador paulista Aloysio Nunes (PSDB), candidato a vice na chapa presidencial encabeçada por Aécio Neves (PSDB), garante: quem conhece o presidenciável tucano votará no PSDB no dia 26. E emenda que o eleitor que entende o modus operandi do PT e da presidente Dilma Rousseff, que busca reeleição pelo partido, jamais depositará o voto na rival.

“Quem conhece o Aécio, vota nele. Quem conhece a Dilma não vota nela. É pelo menos o que diz o resultado das urnas do Grande ABC. Pois, quem conhece o PT na intimidade, a sua forma de governar, não opta por eles”, externa Aloysio, em entrevista exclusiva ao Diário.

O postulante a vice-presidente da República exalta os números de Aécio no Grande ABC no primeiro turno. O presidenciável tucano venceu em quatro das sete cidades e, na votação geral, superou Dilma em 71 mil votos – 531.764 votos para Aécio contra 460.680 para a petista.

Aloysio também tenta rebater críticas disparadas pela candidatura do PT, creditadas por ele como “mentiras e calúnias”. Para o senador paulista, estratégia adotada pelos adversários remonta táticas de governos “totalitários, autoritários e nazistas”.

“Isso é próprio de partidos, correntes e ideologias autoritárias, totalitárias. Isso é nazismo. Um nazismo tupiniquim. É um pouco acanhado, mas é. Pois, quando se mente deliberadamente, sabendo que está mentindo, trata-se de traço de manipulador, que revela índole manipuladora”, opina o político.

O tucano garante que o governo Aécio vai recuperar a Petrobras, defende políticas sociais criadas no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e argumenta que a administração de Dilma falhou na condução da política econômica, principalmente no controle da inflação.

Como o sr. avalia os votos recebidos por Aécio Neves no Grande ABC?
No Grande ABC, o Aécio teve grande vitória. Ficou à frente da Dilma (Rousseff, do PT), conquistando 531 mil votos, contra aproximados 460 mil do PT (Aécio Neves registrou na região 531.764 sufrágios, ante 460.680 da presidente da República e candidata à reeleição pelo PT). No entanto, o mais importante é que no Grande ABC votaram 1,482 milhão de eleitores. Deste montante, apenas 31% escolheram a Dilma. Ou seja, quase 70% deste público rejeitou a continuidade do governo petista.

Em São Bernardo, que possui duas figuras mais emblemáticas da legenda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito Luiz Marinho, coordenador da campanha de Dilma no Estado, o Aécio saiu vitorioso. O sr. atribui a que fatores esse cenário?
Isso mostra que também em São Bernardo os eleitores querem mudança. O Aécio conquistou na cidade 159 mil votos, contra 144 mil votos da Dilma. E o que precisa ser levado em conta é que em todo o município foram às urnas 438 mil pessoas, ou seja, a grande maioria disse ‘não’ ao PT, porque esse pleito pode ser visto também como plebiscito. A escolha por uma continuidade ou a interrupção de um governo. E os moradores de São Bernardo, neste primeiro turno, em sua grande maioria, preteriram a Dilma.

No Grande ABC, circulou a informação de que eventual vitória de Aécio significaria derrota para região em termos de investimentos, sob alegação de que o PT é que mais repassou recursos aos municípios. O que sr. diz a respeito disso? O Grande ABC corre risco de corte de investimentos?
Esse é o tipo do discurso do medo, da chantagem eleitoral. Eles pensam que o eleitor é bobo. Evidentemente que isso não tem o menor cabimento. Pelo contrário, o governo Aécio será eficiente, além de ético, que vai fazer as coisas acontecerem. Hoje, se triplicar o balanço das execuções das obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) veremos que eles anunciam o PAC 3, sendo que boa parte do PAC 1 não foi executada. E muitas ações ainda não saíram do papel. Ameaça mais grave para o Grande ABC é a continuidade do governo Dilma, muito por conta da inépcia e da falência desta gestão na política econômica. Estão provocando a desindustrialização do Brasil, a desindustrialização da região e do Estado.

A campanha de Dilma tem explorado na TV o fato de Aécio ter sido segundo colocado em Minas Gerais no primeiro turno, dizendo que ‘quem conhece Aécio, não vota’. Como o sr. avalia essa estratégia?
Quem conhece o Aécio vota no Aécio. Ganhou a eleição como governador de Minas Gerais em primeiro turno. Foi reeleito posteriormente com mais de 70% dos votos válidos. Elegeu seu sucessor (Antonio Anastasia, do PSDB) também com mais de 70% dos votos. Foi eleito senador com a maior votação proporcional do País. Hoje, as pesquisas de intenções de voto mostram o Aécio liderando dentro do território mineiro. Então, quem o conhece, vota nele. E tem mais: quem conhece a Dilma não vota nela. É pelo menos o que diz o resultado das urnas do Grande ABC. Pois, quem conhece o PT na intimidade, a sua forma de governar, não opta por eles.

O sr. afirmou que seus adversários têm buscado a mentira para fazer campanha. Existe precaução estratégica por parte do PSDB para trazer o eleitor para seu lado?
Falar a verdade. Na internet, as pessoas que trabalham com a gente estão procurando desmentir essas afirmações que eles colocam. Vou dar um exemplo, que diz respeito a mim. Um desses blogs sujos afirmou que eu votei contra a criação da Comissão da Verdade. Ora, fui o relator do projeto no Senado e (o texto) foi aprovado por unanimidade. No entanto, eles dizem o contrário. E procuramos rebater. O que não faz parte da nossa índole política são a calúnia e a mentira. Isso é próprio de partidos, correntes e ideologias autoritárias, totalitárias. Isso é nazismo. Um nazismo tupiniquim. É um pouco acanhado, mas é. Pois, quando se mente deliberadamente, sabendo que está mentindo, trata-se de traço de manipulador, que revela índole manipuladora. É próprio de regimes autoritários. Há o desprezo pela verdade, pelo outro, por sua inteligência.

Nos debates, o PT tem argumentado que o Programa Bolsa Família é construção do governo Lula e não tem parentesco com a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O que o sr. pensa sobre isso?
A lei diz que é junção (de programas da administração de FHC, como Vale Gás. Bolsa Escola e Bolsa Alimentação). Eles mentem e mentem, porque a mentira é a essência do discurso político de um governo que não tem mais nada a oferecer ao País, que se esgotou.

Como o sr. avalia a atual política econômica?
A economia não cresce e a inflação está alta. O emprego perdendo fôlego. Nos últimos 13 anos, é o menor índice de criação de empregos registrado. Sem falar em desemprego oculto que existe no Brasil. Oculto sob a forma de pessoas que não estão trabalhando nem procurando, já desistentes na busca por vagas, e hoje estão fora do mercado de trabalho ou estão no mercado informal. É contingente imenso de pessoas.

O sr. acredita que votos conquistados pela Marina Silva (PSB) serão transferidos para Aécio? Do total de 22 milhões no Brasil, ela obteve 404 mil no Grande ABC.
Quem votou na Marina é gente que não quer a Dilma. Já não queria. E reforçou as suas razões para a escolha do voto em razão dos ataques mentirosos destinados a ela, dizendo que em eventual vitória a ex-senadora iria cortar R$ 1,2 bilhão da Educação. É grau de verossimilhança que chega ao delírio. Isso foi falado pela presidente Dilma, que representa a Nação, em um debate. Vou repetir frase do ex-presidente Lula, que afirmou estar de saco cheio das denúncias de corrupção. Eu vou dizer que o povo brasileiro está de saco cheio da corrupção, da incompetência, do populismo. A grande maioria está de saco cheio do PT.
Como reverter os escândalos da Petrobras? E o sr. acredita que é possível um presidente da República não saber o que um diretor executa na empresa?
É uma empresa muito grande, que tem gente de muito valor, funcionários de carreira e que precisam ser valorizados. Temos o pré-sal, a possibilidade de crescimento no mercado interno. A empresa tem toda a condição de ser recuperada. É impossível não saber. Especialmente a Dilma, que chegou ao governo Lula como a grande especialista em Minas e Energia. Ela foi ministra da Pasta e teve presença forte no conselho de administração da Petrobras.

Líderes da região unem discurso pró-Aécio

Principais líderes políticos do Grande ABC se reuniram ontem, na Capital, com o candidato a vice-presidente da chapa do PSDB, Aloysio Nunes, para unir forças pela vitória de Aécio Neves (PSDB) na corrida presidencial.

O encontro ocorreu no comitê central da legenda, cujo foco foi intensificar a mobilização pelas ruas da região no segundo turno. “É arregimentação de forças que vão muito além daquelas que estiveram com a gente no primeiro turno. Semelhante a outras que estão ocorrendo por todo País”, explicou Aloysio.

Deputado estadual reeleito com a maior votação no Grande ABC, Orlando Morando (PSDB) exaltou a conquista tucana perante o eleitorado das sete cidades. “O Grande ABC tem cada vez mais comprimido o PT. Essa coisa de dizer que é território deles foi superado. Eu fui o deputado mais votado, o (Geraldo) Alckmin (governador reeleito de São Paulo) venceu, assim como o (José) Serra (candidato eleito ao Senado) e o Aécio. Nós vamos é ampliar a densidade e mostrar que o dono do voto da região é o eleitor”, destacou.

No primeiro turno, Aécio registrou nas sete cidades 531.764 votos, ante 460.680 sufrágios da presidente da República e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff.

Na avaliação do ex-prefeito de São Caetano e secretário paulista de Esporte, Lazer e Juventude, José Auricchio Júnior (PTB), integrante da coordenação de campanha de Aécio, o encontro serviu para destacar o papel de cada um na empreitada. “Temos de usar todas as ferramentas éticas da política, porque campanha de ódio e mentirosa não é do estilo do Aécio. Vamos fazer presença física, tomando as ruas.”

Alex Manente (PPS), deputado federal eleito e cujo seu partido apoiou a candidatura de Marina Silva (PSB) no primeiro turno, garantiu que o diálogo será o principal fator na campanha. “Precisamos fazer com que a população entenda que o PT tem usado muitas mentiras e mostrar para quem votou pela mudança que agora só existe uma.” 



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‘Quem conhece Dilma não
vota nela', diz vice tucano

Senador paulista Aloysio Nunes exaltou os
números de Aécio na região no primeiro turno

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

17/10/2014 | 07:00


O senador paulista Aloysio Nunes (PSDB), candidato a vice na chapa presidencial encabeçada por Aécio Neves (PSDB), garante: quem conhece o presidenciável tucano votará no PSDB no dia 26. E emenda que o eleitor que entende o modus operandi do PT e da presidente Dilma Rousseff, que busca reeleição pelo partido, jamais depositará o voto na rival.

“Quem conhece o Aécio, vota nele. Quem conhece a Dilma não vota nela. É pelo menos o que diz o resultado das urnas do Grande ABC. Pois, quem conhece o PT na intimidade, a sua forma de governar, não opta por eles”, externa Aloysio, em entrevista exclusiva ao Diário.

O postulante a vice-presidente da República exalta os números de Aécio no Grande ABC no primeiro turno. O presidenciável tucano venceu em quatro das sete cidades e, na votação geral, superou Dilma em 71 mil votos – 531.764 votos para Aécio contra 460.680 para a petista.

Aloysio também tenta rebater críticas disparadas pela candidatura do PT, creditadas por ele como “mentiras e calúnias”. Para o senador paulista, estratégia adotada pelos adversários remonta táticas de governos “totalitários, autoritários e nazistas”.

“Isso é próprio de partidos, correntes e ideologias autoritárias, totalitárias. Isso é nazismo. Um nazismo tupiniquim. É um pouco acanhado, mas é. Pois, quando se mente deliberadamente, sabendo que está mentindo, trata-se de traço de manipulador, que revela índole manipuladora”, opina o político.

O tucano garante que o governo Aécio vai recuperar a Petrobras, defende políticas sociais criadas no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e argumenta que a administração de Dilma falhou na condução da política econômica, principalmente no controle da inflação.

Como o sr. avalia os votos recebidos por Aécio Neves no Grande ABC?
No Grande ABC, o Aécio teve grande vitória. Ficou à frente da Dilma (Rousseff, do PT), conquistando 531 mil votos, contra aproximados 460 mil do PT (Aécio Neves registrou na região 531.764 sufrágios, ante 460.680 da presidente da República e candidata à reeleição pelo PT). No entanto, o mais importante é que no Grande ABC votaram 1,482 milhão de eleitores. Deste montante, apenas 31% escolheram a Dilma. Ou seja, quase 70% deste público rejeitou a continuidade do governo petista.

Em São Bernardo, que possui duas figuras mais emblemáticas da legenda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito Luiz Marinho, coordenador da campanha de Dilma no Estado, o Aécio saiu vitorioso. O sr. atribui a que fatores esse cenário?
Isso mostra que também em São Bernardo os eleitores querem mudança. O Aécio conquistou na cidade 159 mil votos, contra 144 mil votos da Dilma. E o que precisa ser levado em conta é que em todo o município foram às urnas 438 mil pessoas, ou seja, a grande maioria disse ‘não’ ao PT, porque esse pleito pode ser visto também como plebiscito. A escolha por uma continuidade ou a interrupção de um governo. E os moradores de São Bernardo, neste primeiro turno, em sua grande maioria, preteriram a Dilma.

No Grande ABC, circulou a informação de que eventual vitória de Aécio significaria derrota para região em termos de investimentos, sob alegação de que o PT é que mais repassou recursos aos municípios. O que sr. diz a respeito disso? O Grande ABC corre risco de corte de investimentos?
Esse é o tipo do discurso do medo, da chantagem eleitoral. Eles pensam que o eleitor é bobo. Evidentemente que isso não tem o menor cabimento. Pelo contrário, o governo Aécio será eficiente, além de ético, que vai fazer as coisas acontecerem. Hoje, se triplicar o balanço das execuções das obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) veremos que eles anunciam o PAC 3, sendo que boa parte do PAC 1 não foi executada. E muitas ações ainda não saíram do papel. Ameaça mais grave para o Grande ABC é a continuidade do governo Dilma, muito por conta da inépcia e da falência desta gestão na política econômica. Estão provocando a desindustrialização do Brasil, a desindustrialização da região e do Estado.

A campanha de Dilma tem explorado na TV o fato de Aécio ter sido segundo colocado em Minas Gerais no primeiro turno, dizendo que ‘quem conhece Aécio, não vota’. Como o sr. avalia essa estratégia?
Quem conhece o Aécio vota no Aécio. Ganhou a eleição como governador de Minas Gerais em primeiro turno. Foi reeleito posteriormente com mais de 70% dos votos válidos. Elegeu seu sucessor (Antonio Anastasia, do PSDB) também com mais de 70% dos votos. Foi eleito senador com a maior votação proporcional do País. Hoje, as pesquisas de intenções de voto mostram o Aécio liderando dentro do território mineiro. Então, quem o conhece, vota nele. E tem mais: quem conhece a Dilma não vota nela. É pelo menos o que diz o resultado das urnas do Grande ABC. Pois, quem conhece o PT na intimidade, a sua forma de governar, não opta por eles.

O sr. afirmou que seus adversários têm buscado a mentira para fazer campanha. Existe precaução estratégica por parte do PSDB para trazer o eleitor para seu lado?
Falar a verdade. Na internet, as pessoas que trabalham com a gente estão procurando desmentir essas afirmações que eles colocam. Vou dar um exemplo, que diz respeito a mim. Um desses blogs sujos afirmou que eu votei contra a criação da Comissão da Verdade. Ora, fui o relator do projeto no Senado e (o texto) foi aprovado por unanimidade. No entanto, eles dizem o contrário. E procuramos rebater. O que não faz parte da nossa índole política são a calúnia e a mentira. Isso é próprio de partidos, correntes e ideologias autoritárias, totalitárias. Isso é nazismo. Um nazismo tupiniquim. É um pouco acanhado, mas é. Pois, quando se mente deliberadamente, sabendo que está mentindo, trata-se de traço de manipulador, que revela índole manipuladora. É próprio de regimes autoritários. Há o desprezo pela verdade, pelo outro, por sua inteligência.

Nos debates, o PT tem argumentado que o Programa Bolsa Família é construção do governo Lula e não tem parentesco com a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O que o sr. pensa sobre isso?
A lei diz que é junção (de programas da administração de FHC, como Vale Gás. Bolsa Escola e Bolsa Alimentação). Eles mentem e mentem, porque a mentira é a essência do discurso político de um governo que não tem mais nada a oferecer ao País, que se esgotou.

Como o sr. avalia a atual política econômica?
A economia não cresce e a inflação está alta. O emprego perdendo fôlego. Nos últimos 13 anos, é o menor índice de criação de empregos registrado. Sem falar em desemprego oculto que existe no Brasil. Oculto sob a forma de pessoas que não estão trabalhando nem procurando, já desistentes na busca por vagas, e hoje estão fora do mercado de trabalho ou estão no mercado informal. É contingente imenso de pessoas.

O sr. acredita que votos conquistados pela Marina Silva (PSB) serão transferidos para Aécio? Do total de 22 milhões no Brasil, ela obteve 404 mil no Grande ABC.
Quem votou na Marina é gente que não quer a Dilma. Já não queria. E reforçou as suas razões para a escolha do voto em razão dos ataques mentirosos destinados a ela, dizendo que em eventual vitória a ex-senadora iria cortar R$ 1,2 bilhão da Educação. É grau de verossimilhança que chega ao delírio. Isso foi falado pela presidente Dilma, que representa a Nação, em um debate. Vou repetir frase do ex-presidente Lula, que afirmou estar de saco cheio das denúncias de corrupção. Eu vou dizer que o povo brasileiro está de saco cheio da corrupção, da incompetência, do populismo. A grande maioria está de saco cheio do PT.
Como reverter os escândalos da Petrobras? E o sr. acredita que é possível um presidente da República não saber o que um diretor executa na empresa?
É uma empresa muito grande, que tem gente de muito valor, funcionários de carreira e que precisam ser valorizados. Temos o pré-sal, a possibilidade de crescimento no mercado interno. A empresa tem toda a condição de ser recuperada. É impossível não saber. Especialmente a Dilma, que chegou ao governo Lula como a grande especialista em Minas e Energia. Ela foi ministra da Pasta e teve presença forte no conselho de administração da Petrobras.

Líderes da região unem discurso pró-Aécio

Principais líderes políticos do Grande ABC se reuniram ontem, na Capital, com o candidato a vice-presidente da chapa do PSDB, Aloysio Nunes, para unir forças pela vitória de Aécio Neves (PSDB) na corrida presidencial.

O encontro ocorreu no comitê central da legenda, cujo foco foi intensificar a mobilização pelas ruas da região no segundo turno. “É arregimentação de forças que vão muito além daquelas que estiveram com a gente no primeiro turno. Semelhante a outras que estão ocorrendo por todo País”, explicou Aloysio.

Deputado estadual reeleito com a maior votação no Grande ABC, Orlando Morando (PSDB) exaltou a conquista tucana perante o eleitorado das sete cidades. “O Grande ABC tem cada vez mais comprimido o PT. Essa coisa de dizer que é território deles foi superado. Eu fui o deputado mais votado, o (Geraldo) Alckmin (governador reeleito de São Paulo) venceu, assim como o (José) Serra (candidato eleito ao Senado) e o Aécio. Nós vamos é ampliar a densidade e mostrar que o dono do voto da região é o eleitor”, destacou.

No primeiro turno, Aécio registrou nas sete cidades 531.764 votos, ante 460.680 sufrágios da presidente da República e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff.

Na avaliação do ex-prefeito de São Caetano e secretário paulista de Esporte, Lazer e Juventude, José Auricchio Júnior (PTB), integrante da coordenação de campanha de Aécio, o encontro serviu para destacar o papel de cada um na empreitada. “Temos de usar todas as ferramentas éticas da política, porque campanha de ódio e mentirosa não é do estilo do Aécio. Vamos fazer presença física, tomando as ruas.”

Alex Manente (PPS), deputado federal eleito e cujo seu partido apoiou a candidatura de Marina Silva (PSB) no primeiro turno, garantiu que o diálogo será o principal fator na campanha. “Precisamos fazer com que a população entenda que o PT tem usado muitas mentiras e mostrar para quem votou pela mudança que agora só existe uma.” 

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