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EUA preparam nova ajuda ao governo do Iraque



12/06/2014 | 01:13


Os EUA estão preparando o envio de nova ajuda ao Iraque para ajudar a diminuir a violência dos insurgentes, que ameaçam tomar o norte do pais. No entanto, a administração de Barack Obama ofereceu apenas um tépido apoio ao primeiro-ministro do Iraque, e legisladores norte-americanos questionaram abertamente se ele deve permanecer no poder.

Em comunicado publicado na noite de ontem, a Casa Branca disse que os EUA irão trabalhar com o Congresso para fornecer "recursos e flexibilidade" para ajudar o Iraque contra a insurgência e que irá aumentar a assistência ao governo conforme solicitado ajudar o Iraque a superar os esforços da insurgência. Um funcionário sênior do governo disse que o envio de drones para o Iraque é uma possibilidade, mas não há decisão tomada.

Sem nenhum substituto claro para o premiê Nouri al-Maliki, e nenhuma intenção aparente de renúncia, Washington está amplamente conformado em trabalhar com o governo de maioria xiita, que tem atacado oponentes políticos sunitas e inflado uma tensão sectária ao redor do país.

"Ele obviamente não tem sido um bom primeiro-ministro. Ele não fez um bom trabalho com a população sunita, o que os levou a serem mais receptivos aos esforços da Al-Qaeda", argumentou o senador Bob Corker, principal republicano no Comitê de Relações Exteriores do Senado.

Ontem, insurgentes sunitas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isil, na sigla em inglês), inspirados na Al-Qaeda, tomaram a cidade de Tikrit, um dia após cercarem Mosul, a segunda maior cidade do Iraque. Os rebeldes controlam a cidade de Fallujah desde o início do ano e estão lutando para tomar Beiji, uma importante cidade de refino de petróleo.

Os ataques elevaram as dúvida sobre a capacidade de Al-Maliki proteger o Iraque em áreas que eram, em sua maioria, calmas quando as tropas norte-americanas deixaram o país, há menos de três anos.

Al-Maliki e outros líderes iraquianos tem pedido por mais de um ano para que o governo de Obama mande ajuda adicional para combater a crescente insurgência, influenciada pela guerra civil na Síria. Fonte: Associated Press.



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EUA preparam nova ajuda ao governo do Iraque


12/06/2014 | 01:13


Os EUA estão preparando o envio de nova ajuda ao Iraque para ajudar a diminuir a violência dos insurgentes, que ameaçam tomar o norte do pais. No entanto, a administração de Barack Obama ofereceu apenas um tépido apoio ao primeiro-ministro do Iraque, e legisladores norte-americanos questionaram abertamente se ele deve permanecer no poder.

Em comunicado publicado na noite de ontem, a Casa Branca disse que os EUA irão trabalhar com o Congresso para fornecer "recursos e flexibilidade" para ajudar o Iraque contra a insurgência e que irá aumentar a assistência ao governo conforme solicitado ajudar o Iraque a superar os esforços da insurgência. Um funcionário sênior do governo disse que o envio de drones para o Iraque é uma possibilidade, mas não há decisão tomada.

Sem nenhum substituto claro para o premiê Nouri al-Maliki, e nenhuma intenção aparente de renúncia, Washington está amplamente conformado em trabalhar com o governo de maioria xiita, que tem atacado oponentes políticos sunitas e inflado uma tensão sectária ao redor do país.

"Ele obviamente não tem sido um bom primeiro-ministro. Ele não fez um bom trabalho com a população sunita, o que os levou a serem mais receptivos aos esforços da Al-Qaeda", argumentou o senador Bob Corker, principal republicano no Comitê de Relações Exteriores do Senado.

Ontem, insurgentes sunitas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isil, na sigla em inglês), inspirados na Al-Qaeda, tomaram a cidade de Tikrit, um dia após cercarem Mosul, a segunda maior cidade do Iraque. Os rebeldes controlam a cidade de Fallujah desde o início do ano e estão lutando para tomar Beiji, uma importante cidade de refino de petróleo.

Os ataques elevaram as dúvida sobre a capacidade de Al-Maliki proteger o Iraque em áreas que eram, em sua maioria, calmas quando as tropas norte-americanas deixaram o país, há menos de três anos.

Al-Maliki e outros líderes iraquianos tem pedido por mais de um ano para que o governo de Obama mande ajuda adicional para combater a crescente insurgência, influenciada pela guerra civil na Síria. Fonte: Associated Press.

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