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Tigre bate Ramalhão no clássico da região

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Gol de Walterson, aos 17 minutos do 1º
tempo, pôs fim à invencibilidade andreense


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

20/02/2017 | 07:00


 Santo André e São Bernardo protagonizaram clássico quente, como se esperava. Mas não por conta de lances ríspidos e, sim, por causa do calor na casa dos 33ºC que castigou, sobretudo, o segundo tempo do jogo – que começou às 10h, no Bruno Daniel. No fim das contas, melhor para o Tigre, que saiu na frente com um gol de Walterson ainda no primeiro tempo e, mesmo sofrendo pressão na segunda etapa, conseguiu segurar a vantagem até o apito final.

Com o resultado, o Aurinegro subiu para a terceira colocação do Grupo A do Paulistão, com seis pontos, um abaixo do Ituano, vice-líder da chave e dentro da zona de classificação. A situação do Ramalhão – que estava invicto – é similar no Grupo C: aparece em terceiro, com cinco, na cola do Novorizontino, que soma seis.

Quando os times foram a campo, puderam ser vistas as mudanças propostas pelos treinadores – por motivos técnicos, táticos e também médicos. No lado andreense, Toninho Cecílio optou por Jean na lateral direita, Fernando Neto na esquerda, Diogo Orlando no meio, e Edmilson e Henan no ataque. Já Sérgio Vieira promoveu as entradas de João Francisco na zaga, Paulo Henrique pelo lado canhoto, além dos meias Marcinho e Fellipe Mateus.

O São Bernardo parecia melhor organizado na etapa inicial, pressionando a saída de bola do Santo André. E foi em um erro defensivo andreense que o Tigre abriu o placar: aos 17 minutos, Jean recuou mal para Zé Carlos, Walterson intercedeu e bateu no canto: 1 a 0.

Percebendo a fragilidade nas laterais, Toninho Cecílio inverteu Jean de lateral, passou Fernando Neto para o meio e optou por Dudu Vieira na esquerda. Assim, acertou a marcação. Porém, ainda levou um susto quando, aos 41, Fellipe Mateus cobrou falta direta ao gol e obrigou Zé Carlos a grande defesa.

Para a etapa final, o Santo André voltou com Guilherme Garré e Claudinho. A dupla deu movimentação e velocidade ao time, que contava ainda com o cansaço aurinegro sob o sol castigante. O Ramalhão partiu ao ataque. Aos 26, Henan obrigou Daniel a intervenção providencial. Já aos 34, Dudu cruzou na medida para Deivid, sozinho, que cabeceou para fora. O atacante ainda tentou aos 38, em chute cruzado, mas Daniel espalmou e garantiu o triunfo.

 

Toninho Cecílio aponta ataque pouco expressivo como problema

O técnico Toninho Cecílio não escondeu o descontentamento com o Santo André após a derrota para o São Bernardo. Até elogiou a postura na segunda etapa, mas criticou o setor ofensivo ineficiente, sobretudo no primeiro tempo.

“Tivemos pouca expressão ofensiva mesmo com dois atacantes. Precisamos ter mais peso ali na frente, criar mais oportunidades de gol. A gente tem de melhorar muito na finalização, ser mais decisivo na hora que cria a jogada”, destacou. “Fizemos segundo tempo ao menos digno de empate. O time mostrou outra atitude. Faltou a bola final”, emendou.

 

Sérgio Vieira exalta resposta de reservas para alcançar vitória na casa do rival

O técnico Sérgio Vieira promoveu quatro alterações no time titular do São Bernardo para o jogo contra o Santo André. Por questões físicas, técnicas e táticas, optou por João Francisco, Paulo Henrique, Marcinho e Fellipe Mateus. E aprovou.

“O sonho do treinador é trabalhar todo o elenco da mesma forma, seja mais velho, mais novo, quem tem mais ou menos títulos. E todos (devem) estar preparados para entrar e renderem. A gente apoia todos aqueles que estão de fora, os não-relacionados, para que chegue este momento, entrem e entrem muito bem”, disse Vieira. “Estão de parabéns.”



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Tigre bate Ramalhão no clássico da região

Gol de Walterson, aos 17 minutos do 1º
tempo, pôs fim à invencibilidade andreense

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

20/02/2017 | 07:00


 Santo André e São Bernardo protagonizaram clássico quente, como se esperava. Mas não por conta de lances ríspidos e, sim, por causa do calor na casa dos 33ºC que castigou, sobretudo, o segundo tempo do jogo – que começou às 10h, no Bruno Daniel. No fim das contas, melhor para o Tigre, que saiu na frente com um gol de Walterson ainda no primeiro tempo e, mesmo sofrendo pressão na segunda etapa, conseguiu segurar a vantagem até o apito final.

Com o resultado, o Aurinegro subiu para a terceira colocação do Grupo A do Paulistão, com seis pontos, um abaixo do Ituano, vice-líder da chave e dentro da zona de classificação. A situação do Ramalhão – que estava invicto – é similar no Grupo C: aparece em terceiro, com cinco, na cola do Novorizontino, que soma seis.

Quando os times foram a campo, puderam ser vistas as mudanças propostas pelos treinadores – por motivos técnicos, táticos e também médicos. No lado andreense, Toninho Cecílio optou por Jean na lateral direita, Fernando Neto na esquerda, Diogo Orlando no meio, e Edmilson e Henan no ataque. Já Sérgio Vieira promoveu as entradas de João Francisco na zaga, Paulo Henrique pelo lado canhoto, além dos meias Marcinho e Fellipe Mateus.

O São Bernardo parecia melhor organizado na etapa inicial, pressionando a saída de bola do Santo André. E foi em um erro defensivo andreense que o Tigre abriu o placar: aos 17 minutos, Jean recuou mal para Zé Carlos, Walterson intercedeu e bateu no canto: 1 a 0.

Percebendo a fragilidade nas laterais, Toninho Cecílio inverteu Jean de lateral, passou Fernando Neto para o meio e optou por Dudu Vieira na esquerda. Assim, acertou a marcação. Porém, ainda levou um susto quando, aos 41, Fellipe Mateus cobrou falta direta ao gol e obrigou Zé Carlos a grande defesa.

Para a etapa final, o Santo André voltou com Guilherme Garré e Claudinho. A dupla deu movimentação e velocidade ao time, que contava ainda com o cansaço aurinegro sob o sol castigante. O Ramalhão partiu ao ataque. Aos 26, Henan obrigou Daniel a intervenção providencial. Já aos 34, Dudu cruzou na medida para Deivid, sozinho, que cabeceou para fora. O atacante ainda tentou aos 38, em chute cruzado, mas Daniel espalmou e garantiu o triunfo.

 

Toninho Cecílio aponta ataque pouco expressivo como problema

O técnico Toninho Cecílio não escondeu o descontentamento com o Santo André após a derrota para o São Bernardo. Até elogiou a postura na segunda etapa, mas criticou o setor ofensivo ineficiente, sobretudo no primeiro tempo.

“Tivemos pouca expressão ofensiva mesmo com dois atacantes. Precisamos ter mais peso ali na frente, criar mais oportunidades de gol. A gente tem de melhorar muito na finalização, ser mais decisivo na hora que cria a jogada”, destacou. “Fizemos segundo tempo ao menos digno de empate. O time mostrou outra atitude. Faltou a bola final”, emendou.

 

Sérgio Vieira exalta resposta de reservas para alcançar vitória na casa do rival

O técnico Sérgio Vieira promoveu quatro alterações no time titular do São Bernardo para o jogo contra o Santo André. Por questões físicas, técnicas e táticas, optou por João Francisco, Paulo Henrique, Marcinho e Fellipe Mateus. E aprovou.

“O sonho do treinador é trabalhar todo o elenco da mesma forma, seja mais velho, mais novo, quem tem mais ou menos títulos. E todos (devem) estar preparados para entrar e renderem. A gente apoia todos aqueles que estão de fora, os não-relacionados, para que chegue este momento, entrem e entrem muito bem”, disse Vieira. “Estão de parabéns.”

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