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Ricardinho mantém pré-campanha a deputado estadual, apesar de crise no grupo de Atila Jacomussi

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vereador do PTB de Mauá afirma que projeto é liderado por Campos


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

11/07/2018 | 07:31


Vereador em segundo mandato na Câmara de Mauá, Ricardinho da Enfermagem (PTB) reafirmou a pré-candidatura a deputado estadual, a despeito da crise instalada no grupo do prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB).

“O PTB diz que sou candidato e eu estou à disposição do partido. Evidentemente que sofremos um dos momentos mais difíceis no cenário político municipal, e sou solidário (a Atila), até que se prove o contrário”, discorreu Ricardinho, citando que o projeto político foi idealizado pelo presidente estadual do PTB, o deputado paulista Campos Machado. “O Campos Machado mantém tudo que acordamos lá atrás.”

Ricardinho já vinha especulando sua pré-candidatura antes mesmo de a Operação Prato Feito, que investiga suspeita de desvio de recurso em contratos da merenda e uniformes escolares, atingir em cheio Atila. No dia 9 de maio, o socialista foi preso depois de policiais federais encontrarem em sua residência R$ 87 mil em espécie. Atila ficou detido até o dia 15 de junho e segue impedido de retornar ao comando do Paço, hoje administrado de maneira interina pela vice-prefeita Alaíde Damo (MDB).

O impacto da Operação Prato Feito se estendeu à pré-campanha a deputado estadual do presidente da Câmara de Mauá e pai de Atila, Admir Jacomussi (PRP). Até aquele dia, o governo trabalhava em peso para que Admir tivesse o maior número de apoiadores possível, retirando, inclusive, pré-candidaturas de políticos aliados ao Paço.

Indagado sobre se seu projeto eleitoral conflita com o de Admir Jacomussi, Ricardinho minimizou. “Não posso falar pelo Jacó (como é conhecido o presidente do Legislativo). Sendo governo, eu tenho de sonhar o sonho do governo. O governo não tem compromisso com o PTB. O PTB decidiu que sou candidato a deputado estadual. Estamos construindo isso. Pode ser que o PTB, lá na frente, diga que eu não tenha legenda, o que é normal e natural.”

Sobre dobradas, Ricardinho declarou que o ex-vereador de Santo André Ailton Lima (PSD), pré-candidato a deputado federal, foi quem sugeriu parceria exclusiva. “Ele é uma pessoa muito competente, teve quase 50 mil votos para prefeito de Santo André”, elencou. 



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Ricardinho mantém pré-campanha a deputado estadual, apesar de crise no grupo de Atila Jacomussi

Vereador do PTB de Mauá afirma que projeto é liderado por Campos

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

11/07/2018 | 07:31


Vereador em segundo mandato na Câmara de Mauá, Ricardinho da Enfermagem (PTB) reafirmou a pré-candidatura a deputado estadual, a despeito da crise instalada no grupo do prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB).

“O PTB diz que sou candidato e eu estou à disposição do partido. Evidentemente que sofremos um dos momentos mais difíceis no cenário político municipal, e sou solidário (a Atila), até que se prove o contrário”, discorreu Ricardinho, citando que o projeto político foi idealizado pelo presidente estadual do PTB, o deputado paulista Campos Machado. “O Campos Machado mantém tudo que acordamos lá atrás.”

Ricardinho já vinha especulando sua pré-candidatura antes mesmo de a Operação Prato Feito, que investiga suspeita de desvio de recurso em contratos da merenda e uniformes escolares, atingir em cheio Atila. No dia 9 de maio, o socialista foi preso depois de policiais federais encontrarem em sua residência R$ 87 mil em espécie. Atila ficou detido até o dia 15 de junho e segue impedido de retornar ao comando do Paço, hoje administrado de maneira interina pela vice-prefeita Alaíde Damo (MDB).

O impacto da Operação Prato Feito se estendeu à pré-campanha a deputado estadual do presidente da Câmara de Mauá e pai de Atila, Admir Jacomussi (PRP). Até aquele dia, o governo trabalhava em peso para que Admir tivesse o maior número de apoiadores possível, retirando, inclusive, pré-candidaturas de políticos aliados ao Paço.

Indagado sobre se seu projeto eleitoral conflita com o de Admir Jacomussi, Ricardinho minimizou. “Não posso falar pelo Jacó (como é conhecido o presidente do Legislativo). Sendo governo, eu tenho de sonhar o sonho do governo. O governo não tem compromisso com o PTB. O PTB decidiu que sou candidato a deputado estadual. Estamos construindo isso. Pode ser que o PTB, lá na frente, diga que eu não tenha legenda, o que é normal e natural.”

Sobre dobradas, Ricardinho declarou que o ex-vereador de Santo André Ailton Lima (PSD), pré-candidato a deputado federal, foi quem sugeriu parceria exclusiva. “Ele é uma pessoa muito competente, teve quase 50 mil votos para prefeito de Santo André”, elencou. 

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