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Com provável expulsão de Maranhão, PSDB debate regresso de Kiko para pleito em Rio Grande

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Partido recorreria ao ex-prefeito para não perder controle da cidade


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/11/2014 | 07:00


O PSDB mira mais um ex-prefeito do Grande ABC no processo de fortalecimento da sigla para a eleição municipal de 2016. Depois de anunciar intenção de ter Clóvis Volpi (PTB), ex-gestor de Ribeirão Pires, como candidato tucano à Prefeitura de Mauá daqui a dois anos, o partido discute a reintegração de Adler Kiko Teixeira (PSC).

O intuito é ter Kiko como candidato da legenda à administração de Rio Grande da Serra, cidade onde ele governou de 2005 a 2012.

A discussão sobre o resgate de Kiko passa pelo processo de expulsão do PSDB do prefeito de Rio Grande, Gabriel Maranhão, aliado do ex-chefe do Executivo. Maranhão decidiu apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) no pleito de outubro, causou desconforto no PSDB e revoltou tucanos da região.

Na quinta-feira, o Conselho de Ética do PSDB aprovou relatório apoiando a expulsão de Maranhão da sigla por comportamento eleitoral inadequado.

Com a iminente baixa, o PSDB paulista busca agir rapidamente para não perder o comando da única cidade que governa no Grande ABC – olhar político à região, aliás, foi determinação do governador Geraldo Alckmin (PSDB) após obter vitória eleitoral nas sete cidades no dia 5 de outubro. E dirigentes tucanos acreditam que Kiko seria nome ideal para manter hegemonia do partido no município.

Kiko preferiu viajar depois da derrota na eleição à Câmara Federal. Pelo PSC, recebeu 31.720 votos e, mesmo com grande votação do polêmico pastor Marco Feliciano (PSC) – 398.087 adesões, terceira melhor performance do Estado –, não conquistou cadeira em Brasília. Ele não retornou aos contatos da equipe do Diário para falar sobre seu futuro.

Filho de família política tradicional em Rio Grande, o hoje social-cristão construiu sua carreira no PSDB. Foi duas vezes vereador, presidente da Câmara e se elegeu prefeito pelo partido em 2004, na primeira eleição após instabilidade jurídica na Prefeitura. À época, venceu Carlos Augusto César, o Cafu (PT), com 48,34% dos votos válidos.

Quatro anos mais tarde, foi reeleito, com 80% dos votos válidos, em revanche contra Cafu. Em 2012, emplacou Maranhão como sucessor, com 60,6% das adesões válidas. 



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Com provável expulsão de Maranhão, PSDB debate regresso de Kiko para pleito em Rio Grande

Partido recorreria ao ex-prefeito para não perder controle da cidade

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/11/2014 | 07:00


O PSDB mira mais um ex-prefeito do Grande ABC no processo de fortalecimento da sigla para a eleição municipal de 2016. Depois de anunciar intenção de ter Clóvis Volpi (PTB), ex-gestor de Ribeirão Pires, como candidato tucano à Prefeitura de Mauá daqui a dois anos, o partido discute a reintegração de Adler Kiko Teixeira (PSC).

O intuito é ter Kiko como candidato da legenda à administração de Rio Grande da Serra, cidade onde ele governou de 2005 a 2012.

A discussão sobre o resgate de Kiko passa pelo processo de expulsão do PSDB do prefeito de Rio Grande, Gabriel Maranhão, aliado do ex-chefe do Executivo. Maranhão decidiu apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) no pleito de outubro, causou desconforto no PSDB e revoltou tucanos da região.

Na quinta-feira, o Conselho de Ética do PSDB aprovou relatório apoiando a expulsão de Maranhão da sigla por comportamento eleitoral inadequado.

Com a iminente baixa, o PSDB paulista busca agir rapidamente para não perder o comando da única cidade que governa no Grande ABC – olhar político à região, aliás, foi determinação do governador Geraldo Alckmin (PSDB) após obter vitória eleitoral nas sete cidades no dia 5 de outubro. E dirigentes tucanos acreditam que Kiko seria nome ideal para manter hegemonia do partido no município.

Kiko preferiu viajar depois da derrota na eleição à Câmara Federal. Pelo PSC, recebeu 31.720 votos e, mesmo com grande votação do polêmico pastor Marco Feliciano (PSC) – 398.087 adesões, terceira melhor performance do Estado –, não conquistou cadeira em Brasília. Ele não retornou aos contatos da equipe do Diário para falar sobre seu futuro.

Filho de família política tradicional em Rio Grande, o hoje social-cristão construiu sua carreira no PSDB. Foi duas vezes vereador, presidente da Câmara e se elegeu prefeito pelo partido em 2004, na primeira eleição após instabilidade jurídica na Prefeitura. À época, venceu Carlos Augusto César, o Cafu (PT), com 48,34% dos votos válidos.

Quatro anos mais tarde, foi reeleito, com 80% dos votos válidos, em revanche contra Cafu. Em 2012, emplacou Maranhão como sucessor, com 60,6% das adesões válidas. 

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