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Marta Suplicy fica à espera de um chamado


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

04/01/2007 | 11:46


Cotada para ser um dos nomes da reforma ministerial do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) afirmou que não entrará em rota de colisão com “ninguém” para conseguir uma vaga no primeiro escalão do governo federal.

Ela não esconde, porém, a expectativa de vir a ser ministra. Tanto é que, também cotada para concorrer à Prefeitura de São Paulo em 2008, pretende esperar para decidir o futuro. “Não sei o que acontecerá. Estou quieta, aguardando.”

A ex-prefeita diz não querer interferir na decisão de Lula. “Minha posição é clara. Se eu estiver dentro da escolha do presidente ficarei feliz. Caso contrário, entenderei a posição dele. Não vou ficar brigando, nem debatendo, com ninguém”, ressalta.

Marta é considerada pela cúpula petista a figura mais forte do partido em São Paulo, especialmente depois dos desgastes sofridos por José Dirceu, José Genoino, Antonio Palocci e Aloizio Mercadante, cujos nomes estiveram atrelados a escândalos políticos.

Além disso, a ex-prefeita exerceu importante papel na campanha de reeleição de Lula, especialmente no segundo turno. Ela substituiu o presidente do PT, Ricardo Berzoini, acusado de ser o responsável pelo caso ‘dossiegate’, na coordenação da campanha nacional.

Muitos consideram que o desempenho de Marta foi fundamental na reta final das eleições, quando Lula diminuiu a vantagem de votos conquistada pelo tucano Geraldo Alckmin no primeiro turno em São Paulo.

Até por isso, petistas defendem que os últimos acontecimentos credenciam Marta a ocupar uma posição de destaque no ministério de Lula. Mas ela própria quer as coisas fluindo naturalmente. Atenta somente ao fato de que o presidente necessitará de “uma base parlamentar sólida e gente capacitada” para atingir as metas ao final do governo. “Lula precisa de todo o apoio partidário para fazer as escolhas, que repito, devem ser cuidadosas para conseguirmos êxito nesta gestão. Mas é uma prerrogativa dele escolher.”

Marta diz, porém, não ter dúvidas de que Lula “fará o melhor ministério possível”. “Além da gigantesca intuição que sempre teve, agora tem experiência de quatro anos.”



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