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Senador Romero Jucá nega envolvimento com o 'mensalão'


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

06/03/2006 | 20:58


O senador Romero Jucá (PMDB-RR) desmentiu nesta segunda-feira a denúncia de que teria se beneficiado de R$ 50 mil do chamado 'valerioduto' sacados pelo seu motorista particular Roberto Jefferson Marques, na agência do Banco Rural em Brasília, em 2004. De acordo com o parlamentar, esta denúncia é patrocinada pelo atual governo de Roraima, mais especificamente pelo governador governador Otomar Pinto (PSDB) – um de seus rivais na política.

Da tribuna do Senado, Jucá lembrou que até o momento o nome do seu motorista não foi encontrado nas investigações da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) dos Correios, da já encerrada CPI do 'Mensalão' ou da própria PF (Polícia Federal).

O senador peemedebista, que foi ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva, explicou que seu motorista foi procurado pelo secretário-adjunto da Casa Civil de Roraima, Joaquim Pinto Souto Maior Neto, conhecido como Netão, que teria oferecido R$ 350 mil para que Roberto Jefferson Marques confirmasse o saque de R$ 50 mil. A proposta teria sido negada pelo motorista.

O senador se colocou à disposição da CPMI e da PF para prestar esclarecimentos e também pediu investigações sobre as denúncias, depois de ter conversado com o presidente da Comissão, senador Delcidio Amaral (PT-MS). Jucá também pediu ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal proteção para o seu ex-motorista. E informou que o corregedor do Senado, Romeu Tuma (PFL-SP), tomará nesta terça-feira o depoimento do motorista, que deverá chegar ainda hoje a Brasília. O assessor do governador, acrescentou, também será chamado para depor.

Em plenário, Romero Jucá leu trechos do depoimento dado ontem por Roberto Marques na PF, no qual afirma que há cinco anos não sai de Roraima e que não recebeu dinheiro do Banco Rural, em Brasília. O senador disse ainda que a CPMI já concluiu que o saque no banco não foi feito por "um Roberto Marques", mas por outra pessoa, de nome Luiz Carlos Manzano.



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Senador Romero Jucá nega envolvimento com o 'mensalão'

Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

06/03/2006 | 20:58


O senador Romero Jucá (PMDB-RR) desmentiu nesta segunda-feira a denúncia de que teria se beneficiado de R$ 50 mil do chamado 'valerioduto' sacados pelo seu motorista particular Roberto Jefferson Marques, na agência do Banco Rural em Brasília, em 2004. De acordo com o parlamentar, esta denúncia é patrocinada pelo atual governo de Roraima, mais especificamente pelo governador governador Otomar Pinto (PSDB) – um de seus rivais na política.

Da tribuna do Senado, Jucá lembrou que até o momento o nome do seu motorista não foi encontrado nas investigações da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) dos Correios, da já encerrada CPI do 'Mensalão' ou da própria PF (Polícia Federal).

O senador peemedebista, que foi ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva, explicou que seu motorista foi procurado pelo secretário-adjunto da Casa Civil de Roraima, Joaquim Pinto Souto Maior Neto, conhecido como Netão, que teria oferecido R$ 350 mil para que Roberto Jefferson Marques confirmasse o saque de R$ 50 mil. A proposta teria sido negada pelo motorista.

O senador se colocou à disposição da CPMI e da PF para prestar esclarecimentos e também pediu investigações sobre as denúncias, depois de ter conversado com o presidente da Comissão, senador Delcidio Amaral (PT-MS). Jucá também pediu ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal proteção para o seu ex-motorista. E informou que o corregedor do Senado, Romeu Tuma (PFL-SP), tomará nesta terça-feira o depoimento do motorista, que deverá chegar ainda hoje a Brasília. O assessor do governador, acrescentou, também será chamado para depor.

Em plenário, Romero Jucá leu trechos do depoimento dado ontem por Roberto Marques na PF, no qual afirma que há cinco anos não sai de Roraima e que não recebeu dinheiro do Banco Rural, em Brasília. O senador disse ainda que a CPMI já concluiu que o saque no banco não foi feito por "um Roberto Marques", mas por outra pessoa, de nome Luiz Carlos Manzano.

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