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PSB racha no apoio a Lauro

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente do partido em Diadema, Adelson anuncia oposição e candidatura em 2016, mas é desmentido pela bancada de vereadores na Câmara


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/12/2014 | 07:00


O PSB de Diadema entrou, publicamente, em rota de colisão. Ontem, a sigla escancarou cenário de desarticulação política interna, com direito a constrangimento e contestações, envolvendo seus principais nomes: o presidente municipal do partido, o ex-vereador Manoel José da Silva, o Adelson, e os atuais parlamentares Vaguinho do Conselho e Célio Boi. Adelson anunciou que a legenda fará oposição à administração do prefeito Lauro Michels (PV). Informação prontamente rebatida pela bancada na Casa, que hoje faz parte do bloco aliado do verde na Câmara.

Em visita à sede legislativa, ontem, Adelson usou a tribuna e fez forte discurso contra Lauro, argumentando que há falhas sistemáticas no diálogo com sua base de sustentação. Aproveitou para colocar o partido na ala oposicionista, além de bancar candidatura própria à sucessão municipal.
“Somos oposição, até porque estive no governo (exerceu o cargo de secretário de Segurança Alimentar, entre abril de 2013 até junho de 2014) e me afastei para defender a candidatura de dois socialistas na eleição (de 2014). Fui contra o posicionamento do prefeito. Isso pareceu crime, mas, na verdade, foi honra. As pessoas que defendem seus partidos precisam ser gratificadas”, considerou Adelson.

Durante o processo eleitoral, o chefe do Executivo orientou seus secretários a apoiarem os candidatos Márcio da Farmácia (PV), a deputado federal, e Regina Gonçalves (PV) ou Orlando Morando (PSDB), a deputado estadual. Adelson pediu votos ao ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos Jorge Abissamra (PSB) à Câmara Federal e patrocinou a campanha de Frank Miller (PSB) à Assembleia Legislativa.
“Vi pelos jornais, que o prefeito quer o PSB junto à administração, que vê com bons olhos o Vaguinho na função de líder do governo. No entanto, em nenhum momento ele conversou conosco sobre isso. Lançaremos candidato para mostrar que temos trabalho independente e necessário para a cidade”, adicionou o dirigente o socialista.

Contudo, os parlamentares diademenses, visivelmente constrangidos, desmentiram as palavras de Adelson, garantindo que a legenda segue no apoio ao Executivo. “O Adelson falou por ele. Estamos junto com o governo e, para tomar um posicionamento deste agora, seria necessário discutir internamente. Isso não ocorreu em nenhum momento”, rebateu Vaguinho. Sobre o lançamento de um nome na disputa pelo Paço, novo desencontro. “É muito prematuro afirmar qualquer coisa sobre isso agora”, disse o vereador.

O parlamentar consentiu que o prefeito não vem realizando debate com a bancada socialista, porém, rechaçou que isso seria motivo para rompimento. “De fato o Lauro não conversou mais com a gente e isso é ruim, porque muitos aproveitam para especular várias coisas sobre o futuro.” 



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PSB racha no apoio a Lauro

Presidente do partido em Diadema, Adelson anuncia oposição e candidatura em 2016, mas é desmentido pela bancada de vereadores na Câmara

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/12/2014 | 07:00


O PSB de Diadema entrou, publicamente, em rota de colisão. Ontem, a sigla escancarou cenário de desarticulação política interna, com direito a constrangimento e contestações, envolvendo seus principais nomes: o presidente municipal do partido, o ex-vereador Manoel José da Silva, o Adelson, e os atuais parlamentares Vaguinho do Conselho e Célio Boi. Adelson anunciou que a legenda fará oposição à administração do prefeito Lauro Michels (PV). Informação prontamente rebatida pela bancada na Casa, que hoje faz parte do bloco aliado do verde na Câmara.

Em visita à sede legislativa, ontem, Adelson usou a tribuna e fez forte discurso contra Lauro, argumentando que há falhas sistemáticas no diálogo com sua base de sustentação. Aproveitou para colocar o partido na ala oposicionista, além de bancar candidatura própria à sucessão municipal.
“Somos oposição, até porque estive no governo (exerceu o cargo de secretário de Segurança Alimentar, entre abril de 2013 até junho de 2014) e me afastei para defender a candidatura de dois socialistas na eleição (de 2014). Fui contra o posicionamento do prefeito. Isso pareceu crime, mas, na verdade, foi honra. As pessoas que defendem seus partidos precisam ser gratificadas”, considerou Adelson.

Durante o processo eleitoral, o chefe do Executivo orientou seus secretários a apoiarem os candidatos Márcio da Farmácia (PV), a deputado federal, e Regina Gonçalves (PV) ou Orlando Morando (PSDB), a deputado estadual. Adelson pediu votos ao ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos Jorge Abissamra (PSB) à Câmara Federal e patrocinou a campanha de Frank Miller (PSB) à Assembleia Legislativa.
“Vi pelos jornais, que o prefeito quer o PSB junto à administração, que vê com bons olhos o Vaguinho na função de líder do governo. No entanto, em nenhum momento ele conversou conosco sobre isso. Lançaremos candidato para mostrar que temos trabalho independente e necessário para a cidade”, adicionou o dirigente o socialista.

Contudo, os parlamentares diademenses, visivelmente constrangidos, desmentiram as palavras de Adelson, garantindo que a legenda segue no apoio ao Executivo. “O Adelson falou por ele. Estamos junto com o governo e, para tomar um posicionamento deste agora, seria necessário discutir internamente. Isso não ocorreu em nenhum momento”, rebateu Vaguinho. Sobre o lançamento de um nome na disputa pelo Paço, novo desencontro. “É muito prematuro afirmar qualquer coisa sobre isso agora”, disse o vereador.

O parlamentar consentiu que o prefeito não vem realizando debate com a bancada socialista, porém, rechaçou que isso seria motivo para rompimento. “De fato o Lauro não conversou mais com a gente e isso é ruim, porque muitos aproveitam para especular várias coisas sobre o futuro.” 

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