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Orquestra Filarmônica de
São Caetano está de volta

Marina Brandão Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Maestro Geraldo Olivieri Jr. estreia com
grupo hoje, no Paulo Machado de Carvalho


Vinícius Castelli

30/08/2014 | 07:00


Marina Brandão

Seu primeiro registro na carteira de trabalho justamente foi com a Orquestra Filarmônica de São Caetano, em 1991, tocando naipe de viola. O que Geraldo Olivieri Jr. não imaginava é que tempos depois seria o responsável pelas batutas da orquestra. Ele assume como titular e por tempo indeterminado o lugar deixado por Sérgio Assumpção, que pediu demissão em julho.

Sua estreia como regente da filarmônica marca o retorno do conjunto aos palcos após quatro meses de ausência por conta de restrição no Tribunal de Contas, que encontrou irregularidades no convênio com a Apap (Associação de Pais, Alunos e Professores). Outra novidade é que a orquestra passa a ter um curador artístico, Paulo Abrão Esper. Ópera e concertos diferenciados também fazem parte dos planos.

A retomada da temporada de concertos está marcada para hoje, no Teatro Paulo Machado de Carvalho (Alameda Conde de Porto Alegre, 840. Tel.: 4232-1237), em São Caetano, a partir das 20h30. Os ingressos são gratuitos e podem ser adquiridos na porta do local, a partir das 19h30.

Olivieri conta que foi uma surpresa para ele o convite para reger a filarmônica. “Para mim, está sendo um desafio, já regi profissionais, mas aqui é outra roupagem, disciplina, cobrança. Está sendo um desafio sadio. A Filarmônica é um patrimônio da cidade”, conta o maestro.

Para o programa, os músicos e o maestro prestarão homenagem ao pianista, maestro, arranjador e compositor mineiro Edmundo Villani Côrtes, de 84 anos, que estará presente no concerto. “Estava marcado para ser Carlos Gomes, eu sugeri o repertório do Villani. Ele é espetacular”, diz o maestro. Do acervo do homenageado, a orquestra pincela uma ópera, uma sinfonia e um te deum (hino litúrgico católico). A pianista Karin Fernandes é a solista convidada para a apresentação em Concerto nº 3 para piano e orquestra sinfônica.

Além de reger a filarmônica, Olivieri é professor da Fundação das Artes de São Caetano e desde 2009 está à frente da Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação das Artes. Mesmo tendo de dividir seu tempo entre essas atividades, sua cabeça já borbulha ideias futuras para a Orquestra Filarmônica. “Estou estabelecendo para 2015 uma programação de concertos. Quero tentar espaçar os da Filarmônica com os da Jovem. Na fundação, vou trabalhar os alunos e colocá-los para reger a Jovem. Penso em fazer um concerto inédito com quatro saxofones e orquestra e com composições do brasileiro Liduíno Pitombeira”, afirma o regente.

Apresentar sinfônia de Beethoven e trazer artistas da MPB para junto da orquestra também estão nos planos do maestro. Outra ideia é deixar a Filarmônica ligada à Jovem. “Quero juntar as orquestras Jovem e Filarmônica no palco. Serão mais de 100 pessoas”. “Espero que fiquemos bem aqui. O primeiro passo é colocar essa orquestra em pé. Aqui tem potencial, a Filarmônica pode crescer muito.” O próximo concerto da temporada está marcado para o dia 30 de setembro, também a partir das 20h30 no Teatro Paulo Machado de Carvalho. 



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Orquestra Filarmônica de
São Caetano está de volta

Maestro Geraldo Olivieri Jr. estreia com
grupo hoje, no Paulo Machado de Carvalho

Vinícius Castelli

30/08/2014 | 07:00


Marina Brandão

Seu primeiro registro na carteira de trabalho justamente foi com a Orquestra Filarmônica de São Caetano, em 1991, tocando naipe de viola. O que Geraldo Olivieri Jr. não imaginava é que tempos depois seria o responsável pelas batutas da orquestra. Ele assume como titular e por tempo indeterminado o lugar deixado por Sérgio Assumpção, que pediu demissão em julho.

Sua estreia como regente da filarmônica marca o retorno do conjunto aos palcos após quatro meses de ausência por conta de restrição no Tribunal de Contas, que encontrou irregularidades no convênio com a Apap (Associação de Pais, Alunos e Professores). Outra novidade é que a orquestra passa a ter um curador artístico, Paulo Abrão Esper. Ópera e concertos diferenciados também fazem parte dos planos.

A retomada da temporada de concertos está marcada para hoje, no Teatro Paulo Machado de Carvalho (Alameda Conde de Porto Alegre, 840. Tel.: 4232-1237), em São Caetano, a partir das 20h30. Os ingressos são gratuitos e podem ser adquiridos na porta do local, a partir das 19h30.

Olivieri conta que foi uma surpresa para ele o convite para reger a filarmônica. “Para mim, está sendo um desafio, já regi profissionais, mas aqui é outra roupagem, disciplina, cobrança. Está sendo um desafio sadio. A Filarmônica é um patrimônio da cidade”, conta o maestro.

Para o programa, os músicos e o maestro prestarão homenagem ao pianista, maestro, arranjador e compositor mineiro Edmundo Villani Côrtes, de 84 anos, que estará presente no concerto. “Estava marcado para ser Carlos Gomes, eu sugeri o repertório do Villani. Ele é espetacular”, diz o maestro. Do acervo do homenageado, a orquestra pincela uma ópera, uma sinfonia e um te deum (hino litúrgico católico). A pianista Karin Fernandes é a solista convidada para a apresentação em Concerto nº 3 para piano e orquestra sinfônica.

Além de reger a filarmônica, Olivieri é professor da Fundação das Artes de São Caetano e desde 2009 está à frente da Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação das Artes. Mesmo tendo de dividir seu tempo entre essas atividades, sua cabeça já borbulha ideias futuras para a Orquestra Filarmônica. “Estou estabelecendo para 2015 uma programação de concertos. Quero tentar espaçar os da Filarmônica com os da Jovem. Na fundação, vou trabalhar os alunos e colocá-los para reger a Jovem. Penso em fazer um concerto inédito com quatro saxofones e orquestra e com composições do brasileiro Liduíno Pitombeira”, afirma o regente.

Apresentar sinfônia de Beethoven e trazer artistas da MPB para junto da orquestra também estão nos planos do maestro. Outra ideia é deixar a Filarmônica ligada à Jovem. “Quero juntar as orquestras Jovem e Filarmônica no palco. Serão mais de 100 pessoas”. “Espero que fiquemos bem aqui. O primeiro passo é colocar essa orquestra em pé. Aqui tem potencial, a Filarmônica pode crescer muito.” O próximo concerto da temporada está marcado para o dia 30 de setembro, também a partir das 20h30 no Teatro Paulo Machado de Carvalho. 

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