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Tempestades deixam 256 mortos e 250 mil desabrigados no Paquistão


Da AFP

27/06/2007 | 18:37


Pelo menos 256 pessoas morreram e outras 250 mil ficaram desabrigadas no sul do Paquistão, que em quatro dias sofreu um temporal, várias tormentas e um ciclone. As Nações Unidas consideraram o fato como uma antecipação do impacto do aquecimento climático.

O ciclone tropical Yemyin, com ventos tropicais de 130 km/h, causou a morte de pelo menos 21 pessoas a partir de terça-feira. Na quarta-feira, no entanto, ele já havia perdido parte de sua força.

O Yemying deixou um panorama desolador por onde passou, com dezenas de povos destruídos ou embaixo d'água: "Pelo menos 250 mil pessoas ficaram sem casa", declarou o comissário das operações de socorro, Juda Bajsh Baloch. Milhares de pessoas tiveram que ser evacuadas e as comunicações por estrada e linhas telefônicas foram cortadas. As vítimas se queixaram de falta de ajuda.

"Centenas de pessoas subiram em árvores ou em tetos e esperavam seu resgate", afirmou Hamal Baloch, morador de uma das regiões atingidas. Em entrevista por telefone celular, ele disse que os atingidos passam fome e sede. "As autoridades prometeram helicópteros, mas não vimos nenhum", protestou Baloch. Enquanto isso, o primeiro-ministro Shaukat Aziz ordenou o envio por avião de alimentos, remédios, tendas e mantas.

Yemyin é o segundo ciclone da estação no norte do Oceano Índico. No início de junho, o ciclone Gonu atingiu o Omã, Irã e Paquistão, causando 60 mortes. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), as chuvas torrenciais no Paquistão, Índia, no norte da Inglaterra e as ondas de calor na Grécia, Itália e Romênia são indicadores do que o planeta poderá enfrentar em conseqüência do aquecimento global.



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Tempestades deixam 256 mortos e 250 mil desabrigados no Paquistão

Da AFP

27/06/2007 | 18:37


Pelo menos 256 pessoas morreram e outras 250 mil ficaram desabrigadas no sul do Paquistão, que em quatro dias sofreu um temporal, várias tormentas e um ciclone. As Nações Unidas consideraram o fato como uma antecipação do impacto do aquecimento climático.

O ciclone tropical Yemyin, com ventos tropicais de 130 km/h, causou a morte de pelo menos 21 pessoas a partir de terça-feira. Na quarta-feira, no entanto, ele já havia perdido parte de sua força.

O Yemying deixou um panorama desolador por onde passou, com dezenas de povos destruídos ou embaixo d'água: "Pelo menos 250 mil pessoas ficaram sem casa", declarou o comissário das operações de socorro, Juda Bajsh Baloch. Milhares de pessoas tiveram que ser evacuadas e as comunicações por estrada e linhas telefônicas foram cortadas. As vítimas se queixaram de falta de ajuda.

"Centenas de pessoas subiram em árvores ou em tetos e esperavam seu resgate", afirmou Hamal Baloch, morador de uma das regiões atingidas. Em entrevista por telefone celular, ele disse que os atingidos passam fome e sede. "As autoridades prometeram helicópteros, mas não vimos nenhum", protestou Baloch. Enquanto isso, o primeiro-ministro Shaukat Aziz ordenou o envio por avião de alimentos, remédios, tendas e mantas.

Yemyin é o segundo ciclone da estação no norte do Oceano Índico. No início de junho, o ciclone Gonu atingiu o Omã, Irã e Paquistão, causando 60 mortes. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), as chuvas torrenciais no Paquistão, Índia, no norte da Inglaterra e as ondas de calor na Grécia, Itália e Romênia são indicadores do que o planeta poderá enfrentar em conseqüência do aquecimento global.

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