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Bloco muda cenário para 2016 na região


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

01/12/2014 | 07:00


O recém-criado bloco partidário que inclui PPS, PSB, PV e PR – que também pode agregar o Solidariedade – vai influenciar de forma significativa a formação do cenário eleitoral no Grande ABC para 2016. São Bernardo e Diadema são os municípios onde a união das siglas está mais encaminhada. Em Santo André, a oposição poderá ampliar forças e, em Diadema, a situação ganha aliados.

Um dos responsáveis pela articulação que deu origem ao bloco, o presidente estadual do PPS e deputado federal eleito, Alex Manente, potencial candidato ao Executivo de São Bernardo, pode ser beneficiado com a aliança dos partidos. O popular-socialista vislumbra agregar PSB, PV e PR ao seu projeto de oposição ao nome do governo Luiz Marinho (PT) – todas as siglas citadas estão na base de sustentação ao petista. Alex também cogita o SD, hoje oposicionista.

“A candidatura a prefeito do PPS, que é partido forte, é natural. Nós temos afinidades com o PSB, com o (único vereador do partido Antônio) Cabrera, que nos ajudou na eleição de deputado federal. O PV é um partido que está se reconstruindo em São Bernardo e o SD está em formação. Sem dúvida, vamos aglutinar forças para vencer em São Bernardo”, observou o parlamentar.

O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), passa a ter certeza de que haverá manutenção das atuais alianças com a formação do bloco. Com quatro representantes na Câmara, o PR dá sustentação ao verde. O PSB, que tem dois vereadores, é aliado rebelde, ora se mostra fiel, ora joga em outro lado. “É um fato certo: o PPS já está com o Lauro e defenderá a reeleição dele. Este bloco vai dar mais força para sua reeleição”, afiançou Alex.

Em São Caetano, o grupo, de acordo com Alex, estará à disposição do ex-prefeito da cidade e atual secretário de Esporte, Lazer e Juventude, José Auricchio Júnior (PTB), caso ele tente retornar ao Palácio da Cerâmica. A ala possui bancada com seis vereadores, sendo que PPS e PSB têm dois parlamentares cada e PR e SD detêm uma cadeira. “Em São Caetano, o PPS caminha com o Auricchio. Se ele quiser ser candidato, nós caminharemos com ele”, adiantou.

Já em Santo André, a união do bloco pode colocar adversários no mesmo barco. Raimundo Salles (PDT), que já tentou a Prefeitura local em duas oportunidades, discute possível ingresso no PPS com vistas a tentar, novamente, a chefia do Executivo contra o prefeito Carlos Grana (PT). O ex-prefeito Aidan Ravin (PSB) também almeja retornar ao Paço. “PPS, PV, SD e o PSB são partidos muito fortes que, juntos, têm real possibilidade de vencer a eleição. Não podemos discutir nomes. Se colocarmos pessoas à frente do projeto, não vamos avançar”, despistou Alex.

Em Mauá, o PSB tem dois vereadores eleitos, um licenciado, e chefia duas secretarias no governo de Donisete Braga (PT), sendo a sigla mais forte dos que compõem o grupo. A saída da base petista é tida como improvável. “Não tive oportunidade de verificar cada quadro de cada partido em Mauá”, comentou Alex.



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Bloco muda cenário para 2016 na região

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

01/12/2014 | 07:00


O recém-criado bloco partidário que inclui PPS, PSB, PV e PR – que também pode agregar o Solidariedade – vai influenciar de forma significativa a formação do cenário eleitoral no Grande ABC para 2016. São Bernardo e Diadema são os municípios onde a união das siglas está mais encaminhada. Em Santo André, a oposição poderá ampliar forças e, em Diadema, a situação ganha aliados.

Um dos responsáveis pela articulação que deu origem ao bloco, o presidente estadual do PPS e deputado federal eleito, Alex Manente, potencial candidato ao Executivo de São Bernardo, pode ser beneficiado com a aliança dos partidos. O popular-socialista vislumbra agregar PSB, PV e PR ao seu projeto de oposição ao nome do governo Luiz Marinho (PT) – todas as siglas citadas estão na base de sustentação ao petista. Alex também cogita o SD, hoje oposicionista.

“A candidatura a prefeito do PPS, que é partido forte, é natural. Nós temos afinidades com o PSB, com o (único vereador do partido Antônio) Cabrera, que nos ajudou na eleição de deputado federal. O PV é um partido que está se reconstruindo em São Bernardo e o SD está em formação. Sem dúvida, vamos aglutinar forças para vencer em São Bernardo”, observou o parlamentar.

O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), passa a ter certeza de que haverá manutenção das atuais alianças com a formação do bloco. Com quatro representantes na Câmara, o PR dá sustentação ao verde. O PSB, que tem dois vereadores, é aliado rebelde, ora se mostra fiel, ora joga em outro lado. “É um fato certo: o PPS já está com o Lauro e defenderá a reeleição dele. Este bloco vai dar mais força para sua reeleição”, afiançou Alex.

Em São Caetano, o grupo, de acordo com Alex, estará à disposição do ex-prefeito da cidade e atual secretário de Esporte, Lazer e Juventude, José Auricchio Júnior (PTB), caso ele tente retornar ao Palácio da Cerâmica. A ala possui bancada com seis vereadores, sendo que PPS e PSB têm dois parlamentares cada e PR e SD detêm uma cadeira. “Em São Caetano, o PPS caminha com o Auricchio. Se ele quiser ser candidato, nós caminharemos com ele”, adiantou.

Já em Santo André, a união do bloco pode colocar adversários no mesmo barco. Raimundo Salles (PDT), que já tentou a Prefeitura local em duas oportunidades, discute possível ingresso no PPS com vistas a tentar, novamente, a chefia do Executivo contra o prefeito Carlos Grana (PT). O ex-prefeito Aidan Ravin (PSB) também almeja retornar ao Paço. “PPS, PV, SD e o PSB são partidos muito fortes que, juntos, têm real possibilidade de vencer a eleição. Não podemos discutir nomes. Se colocarmos pessoas à frente do projeto, não vamos avançar”, despistou Alex.

Em Mauá, o PSB tem dois vereadores eleitos, um licenciado, e chefia duas secretarias no governo de Donisete Braga (PT), sendo a sigla mais forte dos que compõem o grupo. A saída da base petista é tida como improvável. “Não tive oportunidade de verificar cada quadro de cada partido em Mauá”, comentou Alex.

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