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IDHs da região sobem
até 50% em 2 décadas

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

São Caetano se mantém na primeira colocação
nacional; S.Bernardo e Sto.André estão na lista


Camila Galvez
Fábio Munhoz

30/07/2013 | 07:00


OS municípios da região apresentaram altas significativas no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 2010 na comparação com as medições anteriores, de 2000 e 1990. Os números foram divulgados ontem pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Pela terceira vez consecutiva, São Caetano ocupa a primeira colocação no ranking nacional.

Para medir o IDH, são levados em conta indicadores de longevidade, educação e renda. A pontuação varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (valor máximo). O Grande ABC conseguiu colocar duas cidades entre as 50 do País com maiores índices. Com IDH de 0,815, Santo André aparece na 14ª colocação. São Bernardo está em 28º lugar, com 0,805.

Rio Grande da Serra apresentou a maior variação nas duas décadas, com de 50,4%. Em 1990, o índice do município era de 0,498, o que é considerado muito baixo. Em 2010, o número chegou a 0,749, classificado como alto. Ribeirão Pires (0,784), Mauá (0,766) e Diadema (0,757) também estão nesta categoria (veja gráficos ao lado).

No subíndice educação, São Caetano foi a única cidade da região que apresentou pontuação superior a 0,8, o que é considerado muito alto. Todas as outras ficaram enquadradas no patamar alto, entre 0,7 e 0,799. No indicador de longevidade, todos os municípios obtiveram classificação muito alta. Diadema obteve 0,684 no subíndice renda, valor que é enquadrado como médio.

Mesmo sendo o menor IDH da região, Rio Grande da Serra aparece na frente de seis capitais do Brasil: Rio Branco, Porto Velho, Manaus, Belém, Macapá e Maceió. Para o professor de Filosofia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Marcelo Carvalho, o Grande ABC se mostrou mais sensível às políticas estaduais e nacionais de combate à pobreza. “Essas ações tiveram efeito melhor do que em outras regiões. O Grande ABC conseguiu ter bom aproveitamento em razão das características das cidades, como urbanização e perfil econômico ligado às grandes indústrias.”

Carvalho explica que as políticas públicas adotadas pelas diferentes esferas do poder público costumam apresentar reflexos a longo prazo no IDH. Isso porque as melhorias na Saúde e Educação demoram mais tempo para serem efetivadas.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Para o coordenador do Instituto de Pesquisa da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), Leandro Prearo, o resultado do IDH reflete o desenvolvimento alcançado pelas cidades da região com a industrialização, no início dos anos 1960. “É um meio de mostrar os avanços, mas não reflete em políticas públicas porque não dá um recorte mais preciso de onde estão os problemas e o que precisa ser feito pelos gestores públicos para resolvê-los”, opina.

Prearo acredita que, no caso de São Caetano, o índice serve como propaganda para atrair mais moradores. “É um círculo vicioso: quanto mais a cidade aparece como o melhor IDH do País na pesquisa, mais pessoas que pertencem às classes A e B, com alta renda e, consequentemente, boa escolaridade e elevada expectativa de vida, querem morar nela. Isso acaba por manter a posição do município no ranking.”

O especialista explica que esse foi um dos fatores que levou ao elevado preço dos imóveis no município, que tem o metro quadrado mais caro do Grande ABC, que custa, em média, R$ 4.835.

Idosos aprovam vida no município

A terceira idade de São Caetano aprova a vida na cidade, e não a troca por nenhuma outra. No município, a esperança de vida ao nascer, um dos indicadores para compor o critério Longevidade do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), aumentou 6,1 anos nas últimas duas décadas, passando de 72,1 anos em 1991 para 78,2 anos atualmente. No Estado de São Paulo, a expectativa de vida é de 75,7 anos e no Brasil, 73,9 anos.

“A cidade é ótima para a terceira idade porque oferece muitas atividades, lazer, teatro, viagens. Envelhecer aqui é muito bom”, garante a aposentada Nice Therezinha Negrão, 75 anos, 40 deles na cidade.

Para o aposentado Antônio Piguim, 79 e morador desde os 9, o município dá mais condições de vida às famílias de forma geral. “Mas uma coisa que não acho legal é quantidade de prédios que estão sendo construídos, aqui é pequena para tanta gente.” Sobre o assunto, o prefeito Paulo Pinheiro (PMDB) afirma que quer barrar a verticalização na cidade (leia mais abaixo).

Para a dona de casa Odila Maria de Araújo Vernier, 73, viver em São Caetano é ótimo. “Enxergo a cidade com os melhores olhos. É claro que todo lugar tem problemas, mas acho que aqui é um exemplo a ser seguido no tratamento não só à terceira idade, mas à população como um todo.” (Colaborou Thaís Moraes)

Prefeitos prometem melhorar ainda mais o índice

Os prefeitos da região prometem trabalhar para melhora ainda mais os resultados do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

O atual prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), acredita que a cidade ocupa o primeiro lugar pelo trabalho executado desde a emancipação. “Estamos empenhados em manter o bom resultado investindo principalmente em educação. Com a melhoria no ensino, ampliam-se as oportunidades e a renda da população.” O chefe do Executivo promete ainda barrar a verticalização. “Nos poucos terrenos que restam, queremos atrair indústrias e serviços.”

Prefeito de São Caetano entre 2005 e 2012 e atual secretário estadual de Esportes, José Auricchio Júnior (PTB) aponta investimentos em Saúde e Educação como fundamentais. “O nível de Ensino Médio é alto, além da política de Ensino Superior. Na Saúde, todo o sistema foi estruturado, com a construção de hospitais e unidades para a terceira idade.”

Mauá, a cidade que mais subiu posições no ranking (passou de 1.034ª posição para 274ª), o prefeito em exercício Hélcio Silva (PT) destaca avanços. “Na gestão Oswaldo Dias (PT) inauguramos escolas e ampliamos a Educação Infantil. Na Saúde, entregamos recentemente a UPA Barão de Mauá, a quarta do município, e reduzimos os índices de mortalidade infantil.”

Para o prefeito de Ribeirão Pires, Saulo Benevides (PMDB), as características naturais do município, combinadas a investimentos e incentivos públicos, contribuíram para que a cidade se tornasse atraente. “O reflexo desse movimento poderá ser observado em médio e longo prazo, com melhoria do IDH.”

Já Diadema afirmou que a administração necessita de mais tempo para verificar como a nova metodologia influi na composição do IDHM e, então, avaliar quais ações são necessárias para elevar o índice. Na região, o desempenho de Diadema só não foi pior que Rio Grande da Serra, que, assim como Santo André, não se manifestou.

EDUCAÇÃO

Em São Bernardo, que passou da 101ª posição para a 28ª, a secretária de Educação Cleuza Repulho destaca o investimento em Ensino Infantil como um dos fatores que influenciaram a melhoria do IDH. “Pesquisas do Banco Mundial comprovam que para cada US$ 1 investido em Ensino Infantil, são poupados US$ 7 no Fundamental. É a fase em que o desenvolvimento da criança deve ser estimulado.”

Paulistas têm, no mínimo, nível médio, aponta levantamento

Em uma década, o Estado de São Paulo eliminou todo seu IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) ruim. Em 2000, 96 municípios tinham índice considerado baixo e cinco, muito baixo. Hoje não há nenhuma cidade nessas duas categorias.

Até Ribeirão Branco, na região de Itapetininga, que tem a pior nota entre os 645 municípios paulistas, hoje esbanja taxa considerada média, de 0,639. Isso é maior que o índice de Alagoas (0,631). A cidade também foi a que teve maior aumento no Estado: em dez anos o IDHM ribeirão-branquense subiu 38,3% (de 0,462 para 0,639), seguindo a tendência de que as cidades com pior condição em 2000 foram as que mais cresceram na última década.

Além disso, o número de cidades paulistas com índice considerado muito alto disparou. Em 2000, só São Caetano estava nessa categoria, que inclui todos os IDHs acima de 0,8. Hoje, são 24 municípios, entre eles a Capital e outras cidades grandes, como Campinas, no Interior, e Santo André e São Bernardo.

No entanto, se o índice geral mostra que o Estado melhorou em uma década, a Educação continua para trás: 39 municípios têm índice baixo nesse quesito e só três (Águas de São Pedro, São Caetano e Santos) estão ótimas. Além disso, a melhora registrada em dez anos foi menor do que a média brasileira.

Enquanto o IDH paulista cresceu 11,5% no período (de 0,702 para 0,783), o do Brasil aumentou 18,8% (de 0,612 para 0,727), puxado pelo ritmo do Norte e do Nordeste. Mesmo com o resto do País alcançando São Paulo, o Estado continua em segundo lugar no ranking, atrás só do Distrito Federal. (das Agências) 



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IDHs da região sobem
até 50% em 2 décadas

São Caetano se mantém na primeira colocação
nacional; S.Bernardo e Sto.André estão na lista

Camila Galvez
Fábio Munhoz

30/07/2013 | 07:00


OS municípios da região apresentaram altas significativas no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 2010 na comparação com as medições anteriores, de 2000 e 1990. Os números foram divulgados ontem pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Pela terceira vez consecutiva, São Caetano ocupa a primeira colocação no ranking nacional.

Para medir o IDH, são levados em conta indicadores de longevidade, educação e renda. A pontuação varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (valor máximo). O Grande ABC conseguiu colocar duas cidades entre as 50 do País com maiores índices. Com IDH de 0,815, Santo André aparece na 14ª colocação. São Bernardo está em 28º lugar, com 0,805.

Rio Grande da Serra apresentou a maior variação nas duas décadas, com de 50,4%. Em 1990, o índice do município era de 0,498, o que é considerado muito baixo. Em 2010, o número chegou a 0,749, classificado como alto. Ribeirão Pires (0,784), Mauá (0,766) e Diadema (0,757) também estão nesta categoria (veja gráficos ao lado).

No subíndice educação, São Caetano foi a única cidade da região que apresentou pontuação superior a 0,8, o que é considerado muito alto. Todas as outras ficaram enquadradas no patamar alto, entre 0,7 e 0,799. No indicador de longevidade, todos os municípios obtiveram classificação muito alta. Diadema obteve 0,684 no subíndice renda, valor que é enquadrado como médio.

Mesmo sendo o menor IDH da região, Rio Grande da Serra aparece na frente de seis capitais do Brasil: Rio Branco, Porto Velho, Manaus, Belém, Macapá e Maceió. Para o professor de Filosofia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Marcelo Carvalho, o Grande ABC se mostrou mais sensível às políticas estaduais e nacionais de combate à pobreza. “Essas ações tiveram efeito melhor do que em outras regiões. O Grande ABC conseguiu ter bom aproveitamento em razão das características das cidades, como urbanização e perfil econômico ligado às grandes indústrias.”

Carvalho explica que as políticas públicas adotadas pelas diferentes esferas do poder público costumam apresentar reflexos a longo prazo no IDH. Isso porque as melhorias na Saúde e Educação demoram mais tempo para serem efetivadas.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Para o coordenador do Instituto de Pesquisa da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), Leandro Prearo, o resultado do IDH reflete o desenvolvimento alcançado pelas cidades da região com a industrialização, no início dos anos 1960. “É um meio de mostrar os avanços, mas não reflete em políticas públicas porque não dá um recorte mais preciso de onde estão os problemas e o que precisa ser feito pelos gestores públicos para resolvê-los”, opina.

Prearo acredita que, no caso de São Caetano, o índice serve como propaganda para atrair mais moradores. “É um círculo vicioso: quanto mais a cidade aparece como o melhor IDH do País na pesquisa, mais pessoas que pertencem às classes A e B, com alta renda e, consequentemente, boa escolaridade e elevada expectativa de vida, querem morar nela. Isso acaba por manter a posição do município no ranking.”

O especialista explica que esse foi um dos fatores que levou ao elevado preço dos imóveis no município, que tem o metro quadrado mais caro do Grande ABC, que custa, em média, R$ 4.835.

Idosos aprovam vida no município

A terceira idade de São Caetano aprova a vida na cidade, e não a troca por nenhuma outra. No município, a esperança de vida ao nascer, um dos indicadores para compor o critério Longevidade do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), aumentou 6,1 anos nas últimas duas décadas, passando de 72,1 anos em 1991 para 78,2 anos atualmente. No Estado de São Paulo, a expectativa de vida é de 75,7 anos e no Brasil, 73,9 anos.

“A cidade é ótima para a terceira idade porque oferece muitas atividades, lazer, teatro, viagens. Envelhecer aqui é muito bom”, garante a aposentada Nice Therezinha Negrão, 75 anos, 40 deles na cidade.

Para o aposentado Antônio Piguim, 79 e morador desde os 9, o município dá mais condições de vida às famílias de forma geral. “Mas uma coisa que não acho legal é quantidade de prédios que estão sendo construídos, aqui é pequena para tanta gente.” Sobre o assunto, o prefeito Paulo Pinheiro (PMDB) afirma que quer barrar a verticalização na cidade (leia mais abaixo).

Para a dona de casa Odila Maria de Araújo Vernier, 73, viver em São Caetano é ótimo. “Enxergo a cidade com os melhores olhos. É claro que todo lugar tem problemas, mas acho que aqui é um exemplo a ser seguido no tratamento não só à terceira idade, mas à população como um todo.” (Colaborou Thaís Moraes)

Prefeitos prometem melhorar ainda mais o índice

Os prefeitos da região prometem trabalhar para melhora ainda mais os resultados do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

O atual prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), acredita que a cidade ocupa o primeiro lugar pelo trabalho executado desde a emancipação. “Estamos empenhados em manter o bom resultado investindo principalmente em educação. Com a melhoria no ensino, ampliam-se as oportunidades e a renda da população.” O chefe do Executivo promete ainda barrar a verticalização. “Nos poucos terrenos que restam, queremos atrair indústrias e serviços.”

Prefeito de São Caetano entre 2005 e 2012 e atual secretário estadual de Esportes, José Auricchio Júnior (PTB) aponta investimentos em Saúde e Educação como fundamentais. “O nível de Ensino Médio é alto, além da política de Ensino Superior. Na Saúde, todo o sistema foi estruturado, com a construção de hospitais e unidades para a terceira idade.”

Mauá, a cidade que mais subiu posições no ranking (passou de 1.034ª posição para 274ª), o prefeito em exercício Hélcio Silva (PT) destaca avanços. “Na gestão Oswaldo Dias (PT) inauguramos escolas e ampliamos a Educação Infantil. Na Saúde, entregamos recentemente a UPA Barão de Mauá, a quarta do município, e reduzimos os índices de mortalidade infantil.”

Para o prefeito de Ribeirão Pires, Saulo Benevides (PMDB), as características naturais do município, combinadas a investimentos e incentivos públicos, contribuíram para que a cidade se tornasse atraente. “O reflexo desse movimento poderá ser observado em médio e longo prazo, com melhoria do IDH.”

Já Diadema afirmou que a administração necessita de mais tempo para verificar como a nova metodologia influi na composição do IDHM e, então, avaliar quais ações são necessárias para elevar o índice. Na região, o desempenho de Diadema só não foi pior que Rio Grande da Serra, que, assim como Santo André, não se manifestou.

EDUCAÇÃO

Em São Bernardo, que passou da 101ª posição para a 28ª, a secretária de Educação Cleuza Repulho destaca o investimento em Ensino Infantil como um dos fatores que influenciaram a melhoria do IDH. “Pesquisas do Banco Mundial comprovam que para cada US$ 1 investido em Ensino Infantil, são poupados US$ 7 no Fundamental. É a fase em que o desenvolvimento da criança deve ser estimulado.”

Paulistas têm, no mínimo, nível médio, aponta levantamento

Em uma década, o Estado de São Paulo eliminou todo seu IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) ruim. Em 2000, 96 municípios tinham índice considerado baixo e cinco, muito baixo. Hoje não há nenhuma cidade nessas duas categorias.

Até Ribeirão Branco, na região de Itapetininga, que tem a pior nota entre os 645 municípios paulistas, hoje esbanja taxa considerada média, de 0,639. Isso é maior que o índice de Alagoas (0,631). A cidade também foi a que teve maior aumento no Estado: em dez anos o IDHM ribeirão-branquense subiu 38,3% (de 0,462 para 0,639), seguindo a tendência de que as cidades com pior condição em 2000 foram as que mais cresceram na última década.

Além disso, o número de cidades paulistas com índice considerado muito alto disparou. Em 2000, só São Caetano estava nessa categoria, que inclui todos os IDHs acima de 0,8. Hoje, são 24 municípios, entre eles a Capital e outras cidades grandes, como Campinas, no Interior, e Santo André e São Bernardo.

No entanto, se o índice geral mostra que o Estado melhorou em uma década, a Educação continua para trás: 39 municípios têm índice baixo nesse quesito e só três (Águas de São Pedro, São Caetano e Santos) estão ótimas. Além disso, a melhora registrada em dez anos foi menor do que a média brasileira.

Enquanto o IDH paulista cresceu 11,5% no período (de 0,702 para 0,783), o do Brasil aumentou 18,8% (de 0,612 para 0,727), puxado pelo ritmo do Norte e do Nordeste. Mesmo com o resto do País alcançando São Paulo, o Estado continua em segundo lugar no ranking, atrás só do Distrito Federal. (das Agências) 

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