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Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneiras

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipamentos instalados nas torneiras economizam
até 20% e começam a ser distribuídos em 30 dias


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

13/02/2015 | 07:00


A exemplo do que a Sabesp vem fazendo desde o início de janeiro, moradores de Mauá começarão a receber, no prazo máximo de 30 dias, kits compostos por até três redutores de água para serem colocados nas torneiras das residências. A ação será feita em conjunto pela Prefeitura, Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), Arsae (Agência Reguladora de Água e Esgoto) e Odebrecht Ambiental.

“É um redutor para ser encaixado na torneira. Nas tradicionais, quando elas são ligadas, sai grande volume de água, então, colocando esse equipamento, ajuda a segurar o volume que é desperdiçado”, explicou o superintendente da Sama, Paulo Sérgio Pereira, após a primeira reunião do Comitê de Enfrentamento à Crise Hídrica, criado no município e formalizado na tarde de ontem.

Quem usa esse recurso pode economizar até 20% de água. Segundo o dirigente da autarquia, os kits serão entregues, inicialmente, em bairros mais populosos e que sofrem mais frequentemente com o problema da falta d’água, como Jardim Zaíra, Parque das Américas, Vila Vitória, Jardim Itapark, Vila Mercedes, Jardim Camila e alguns bairros menores no entorno.

Cada conjunto virá com dois ou três redutores. O município possui 106 mil residências regularizadas e o investimento na iniciativa está avaliado em R$ 600 mil.

No planejamento do comitê consta também a realização de estudo para perfuração de poços artesianos em locais estratégicos para o abastecimento de emergência, visando melhorar a logística dos caminhões-pipas às regiões mais altas e que, por essa razão, tendem a ter mais problema com o recebimento de água. “Após o Carnaval, agendei com algumas empresas para aferir custos e, então, abrir processo para que possamos contratar uma que promova estudo dentro das regiões que entendemos ser as mais críticas. Havendo água no subsolo e a certeza de que ela pode ser utilizada, apresentaremos projeto ao Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica), que é quem regulamenta essa questão e dá o aval para que possamos perfurar os poços”, falou Pereira.

Outra proposta é conceder reservação a quem ainda não possui. Levantamento feito pela Odebrecht em 500 residências constatou que 5% não possuem caixa-d’água. “No mês que vem eles promoverão pesquisa de casa em casa. Ou buscamos parceiros para fornecer caixa-d’água para as pessoas que não têm condições de adquiri-las ou fornecemos para o morador que não possui e suavizamos isso em prestações”, disse o superintendente.

Na pauta do comitê também será abordada a questão do rodízio. Em outubro, a Sama instituiu racionamento de quatro dias com água e um sem, com abastecimento normal aos fins de semana. A ação não vingou e será repensada. “Desde quando anunciamos esse rodízio, ele vem sendo prejudicado. A Sabesp nos envia 250 a 300 litros por segundo. Quando estamos em situação crítica, mandam 400, 450 litros por segundo. Vamos levar para o comitê a proposta de anunciar cinco dias com água e dois sem, de domingo a domingo, pois no fim de semana é quando o consumo na cidade é mais elevado, até o meio-dia.”

Na próxima quinta-feira, os 14 integrantes que formam o comitê – representantes do Executivo, Legislativo e instituições –, se reunirão para aprofundar o encaminhamento dessas e outras ações emergenciais, além de colher mais sugestões de combate à crise.  



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