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Arlindo Porto diz que espera julgamento com traqüilidade


Do Diário do Grande ABC

04/06/2000 | 16:07


O senador Arlindo Porto (PTB-MG) afirmou que aguarda com tranqüilidade seu julgamento nesta segunda-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e espera que a Justiça tome uma decisao definitiva sobre o processo que se arrasta por mais de cinco anos. Segundo ele, a demora de uma sentença definitiva pode trazer prejuízos à sua imagem política perante à opiniao pública. ``O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais já julgou improcedente esse processo e estou confiante em que os ministros do TSE se aprofundarao no caso. Vou aguardar a decisao da Justiça, sem polemizar'', disse o senador. O Ministério Público Eleitoral também opinou pelo arquivamento do processo, salientou o senador.

Os autores do processo contra Porto sao o deputado federal Virgílio Guimaraes (PT-MG), que disputou a eleiçao ao Senado à época, e o Partido dos Trabalhadores. A alegaçao é a de que o senador utilizou-se da máquina administrativa durante a campanha de 1994, quando era vice-governador. O senador explica que até 6 de julho de 1994 nao era candidato e acabou disputando as eleiçoes apenas para substituir Israel Pinheiro. ``Eu nao imaginava disputar a eleiçao e isso nao era meu projeto pessoal. Fazia o meu trabalho como vice-governador, recebendo prefeitos e lideranças políticas. Nao podem me penalizar por ter cumprido minhas obrigaçoes de governo'', justificou Arlindo Porto.

``Nao existe nenhuma acusaçao contra mim por improbidade, compra de votos ou corrupçao'', esclarece. O senador afirma que nao compareceu mais ao gabinete da vice-governadoria após 6 de julho. Ele pondera, no entanto, que a legislaçao nao o obrigava a se desincompatibilizar para disputar uma vaga no Senado. Como exemplo, Arlindo Porto cita o fato de o presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ter exercido o mandato normalmente, apesar de disputar a reeleiçao. O processo tem mais de 11 mil páginas e, segundo o senador, todas as informaçoes solicitadas pela Justiça já foram anexadas aos autos, como cópias de convênios firmados com prefeitos na época.



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