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Tucanos rebatem críticas de Marta


Eduardo Reina
Roney Domingos
Do Diário do Grande ABC

02/04/2005 | 15:54


O governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou ao seu líder na Assembléia Legislativa, deputado Edson Aparecido, rebater as críticas feitas pela ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), a sua administração. "O Rodoanel Oeste foi construído só com recursos do Estado. A Prefeitura de São Paulo não colocou um centavo. A Marta não tem autoridade para falar sobre isso. Ela chuta as coisas", disse Aparecido. Marta havia dito em entrevista ao Diário que os 32 quilômetros do trecho Oeste foram feitos em quatro anos e agora a obra está envolvida em escândalo, pois será preciso refazer toda a concretagem das pistas que fora efetuada na medida errada. "A reforma está prevista em contrato e será feita sem nenhum custo ao Estado", rebateu o deputado.

Outro tucano de alta plumagem, o vereador mais votado da capital, José Anibal, foi mais longe e aproveitou para cutucar o governo federal do petista Luiz Inácio Lula da Silva: "O governo federal deveria assumir mais a responsabilidade sobre a construção do Rodoanel". Anibal elogiou o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC que reivindicou liberação de verbas da União para o início da obra do trecho Sul, que cortará três cidades da região. "Foi um grande resultado do Consórcio, que foi a Brasília fazer pressão pelo dinehrio federal para o Rodoanel", disse. A União irá liberar R$ 700 milhões em cinco anos para a construção das pistas. A cargo do governo do Estado ficarão R$ 1,4 bilhão.

Marta Suplicy havia dito que conversou com o governador Alckmin em 2004 para mostrar que a Prefeitura de São Paulo, investindo na ampliação da avenida Jacu-Pêssego, adiaria a construção do Rodoanel Leste, o que possibilitaria avançar no trecho Sul da via expressa. Além disso, contou Marta, o projeto de sua administração na Prefeitura era levar a Jacu-Pêssego até a interligação com o trecho Sul. E mais uma vez os tucanos não pouparam críticas.

"A Jacu-Pêssego é uma obra vital para o Grande ABC e Zona Leste da capital. A Marta perdeu a grande chance de concluir a obra em sua gestão. Ela criou um projeto de desenvolvimento para a zona Leste que não serve para nada. Foi apresentado um conjunto de obviedades que não atrai nem um bar para a região", argumentou José Anibal.

A petista, pré-candidata ao governo do Estado, disse que Geraldo Alckmin maltrata os prefeitos do Grande ABC, que precisam mendigar verbas junto ao governo do Estado para as demandas da região. "O PSDB não teve uma ação de criar projetos de desenvolvimento econômico regionais. Por parte do governo do PSDB de 10 anos não teve nenhuma cooperação. O governo Alckmin é um factóide", alfinetou.

Para rebater, o líder de Alckmin na Assembléia destacou que a administração de Marta Suplicy fora reprovada nas urnas pelos eleitores em 2004. "Ela não trata com seriedade o dinheiro público. Deveria ser processada por propaganda enganosa", disse Edson Aparecido ao contou ainda que o governo do Estado só não fez parcerias com a prefeitura paulistana durante a administração da petista por recusa de Marta: "Quando ela poderia ajudar a cidade não ajudou.

A Secretaria de Segurança Pública queria cooperação em operação para equacionar o problema na Cracolândia e ela não ajudou em nada. Em um mês de gestão Serra a operação saiu". Ainda na área de segurança social, Edson Aparecido disse que a prefeitura durante os quatro anos de Marta não cuidou dos 4 mil menores em liberdade assistida na cidade, que seria obrigação do município. "Sobrou para o governo do Estado mais uma vez", observou o deputado.

Sobre a Febem, Marta foi enfática: "É atitude corriqueira (do PSDB) dizer que vai fazer, produzir o factóide e depois não acontecer. Desde a gestão Mário Covas sabiam exatamente como fazer (com a Febem). Mas custa caro ter ao mesmo tempo fazer o acompanhamento psicopedagógico, ocupacional e também profissionalizante". "São críticas levianas", concluiu José Anibal.



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Tucanos rebatem críticas de Marta

Eduardo Reina
Roney Domingos
Do Diário do Grande ABC

02/04/2005 | 15:54


O governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou ao seu líder na Assembléia Legislativa, deputado Edson Aparecido, rebater as críticas feitas pela ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), a sua administração. "O Rodoanel Oeste foi construído só com recursos do Estado. A Prefeitura de São Paulo não colocou um centavo. A Marta não tem autoridade para falar sobre isso. Ela chuta as coisas", disse Aparecido. Marta havia dito em entrevista ao Diário que os 32 quilômetros do trecho Oeste foram feitos em quatro anos e agora a obra está envolvida em escândalo, pois será preciso refazer toda a concretagem das pistas que fora efetuada na medida errada. "A reforma está prevista em contrato e será feita sem nenhum custo ao Estado", rebateu o deputado.

Outro tucano de alta plumagem, o vereador mais votado da capital, José Anibal, foi mais longe e aproveitou para cutucar o governo federal do petista Luiz Inácio Lula da Silva: "O governo federal deveria assumir mais a responsabilidade sobre a construção do Rodoanel". Anibal elogiou o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC que reivindicou liberação de verbas da União para o início da obra do trecho Sul, que cortará três cidades da região. "Foi um grande resultado do Consórcio, que foi a Brasília fazer pressão pelo dinehrio federal para o Rodoanel", disse. A União irá liberar R$ 700 milhões em cinco anos para a construção das pistas. A cargo do governo do Estado ficarão R$ 1,4 bilhão.

Marta Suplicy havia dito que conversou com o governador Alckmin em 2004 para mostrar que a Prefeitura de São Paulo, investindo na ampliação da avenida Jacu-Pêssego, adiaria a construção do Rodoanel Leste, o que possibilitaria avançar no trecho Sul da via expressa. Além disso, contou Marta, o projeto de sua administração na Prefeitura era levar a Jacu-Pêssego até a interligação com o trecho Sul. E mais uma vez os tucanos não pouparam críticas.

"A Jacu-Pêssego é uma obra vital para o Grande ABC e Zona Leste da capital. A Marta perdeu a grande chance de concluir a obra em sua gestão. Ela criou um projeto de desenvolvimento para a zona Leste que não serve para nada. Foi apresentado um conjunto de obviedades que não atrai nem um bar para a região", argumentou José Anibal.

A petista, pré-candidata ao governo do Estado, disse que Geraldo Alckmin maltrata os prefeitos do Grande ABC, que precisam mendigar verbas junto ao governo do Estado para as demandas da região. "O PSDB não teve uma ação de criar projetos de desenvolvimento econômico regionais. Por parte do governo do PSDB de 10 anos não teve nenhuma cooperação. O governo Alckmin é um factóide", alfinetou.

Para rebater, o líder de Alckmin na Assembléia destacou que a administração de Marta Suplicy fora reprovada nas urnas pelos eleitores em 2004. "Ela não trata com seriedade o dinheiro público. Deveria ser processada por propaganda enganosa", disse Edson Aparecido ao contou ainda que o governo do Estado só não fez parcerias com a prefeitura paulistana durante a administração da petista por recusa de Marta: "Quando ela poderia ajudar a cidade não ajudou.

A Secretaria de Segurança Pública queria cooperação em operação para equacionar o problema na Cracolândia e ela não ajudou em nada. Em um mês de gestão Serra a operação saiu". Ainda na área de segurança social, Edson Aparecido disse que a prefeitura durante os quatro anos de Marta não cuidou dos 4 mil menores em liberdade assistida na cidade, que seria obrigação do município. "Sobrou para o governo do Estado mais uma vez", observou o deputado.

Sobre a Febem, Marta foi enfática: "É atitude corriqueira (do PSDB) dizer que vai fazer, produzir o factóide e depois não acontecer. Desde a gestão Mário Covas sabiam exatamente como fazer (com a Febem). Mas custa caro ter ao mesmo tempo fazer o acompanhamento psicopedagógico, ocupacional e também profissionalizante". "São críticas levianas", concluiu José Anibal.

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