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Dólar sobe com piora no exterior em meio à ameaça comercial dos EUA

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Investidores reagem à informação de que o governo dos EUA estuda a imposição de novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia e do Reino Unido



24/06/2020 | 09:50


O dólar opera em alta nesta quarta-feira, 24, em meio à queda das bolsas e do petróleo no exterior, enquanto a moeda norte-americana se fortalece. Investidores reagem à informação de que o governo dos EUA estuda a imposição de novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia (UE) e do Reino Unido. Há preocupações também com um novo avanço do coronavírus nos EUA e em partes da Alemanha e com a relação EUA-China.

Na agenda há ainda expectativas sobre o IPCA-15 de junho, o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e a reunião do Conselho Monetário Nacional, todos amanhã. A possibilidade de redução da meta de inflação para 2023 ajuda a pressionar as taxas de médio prazo, segundo traders. Estão no radar hoje os dados sobre transações correntes do País (9h30) e a possível aprovação, com folga, do novo marco regulatório do saneamento básico pelo Senado (16h).

Deve repercutir, mas sem impacto nos ativos, a notícia de que O ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), confirmou à Polícia Federal que foram feitas ao menos duas trocas na segurança pessoal do presidente Jair Bolsonaro, o que enfraquece a defesa do presidente. O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro acusa o presidente de interferir politicamente no comando da PF para obter informações sigilosas.

Às 9h19 desta quarta, o dólar no mercado à vista subia 0,74%, a R$ 5,1904. O dólar futuro para julho avançava 0,70%, a R$ 5,1915.

Mais cedo, a FGV informou que a confiança do consumidor aumentou 9 pontos em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, a 71,1 pontos. Em dois meses de avanços, o índice recuperou 44% das perdas sofridas nos meses de março e abril.

Já o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou em todas as sete capitais analisadas na terceira quadrissemana de junho ante a segunda leitura do mês. No período, o índice geral variou de deflação de 0,13% para alta de 0,09%.



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Dólar sobe com piora no exterior em meio à ameaça comercial dos EUA

Investidores reagem à informação de que o governo dos EUA estuda a imposição de novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia e do Reino Unido


24/06/2020 | 09:50


O dólar opera em alta nesta quarta-feira, 24, em meio à queda das bolsas e do petróleo no exterior, enquanto a moeda norte-americana se fortalece. Investidores reagem à informação de que o governo dos EUA estuda a imposição de novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia (UE) e do Reino Unido. Há preocupações também com um novo avanço do coronavírus nos EUA e em partes da Alemanha e com a relação EUA-China.

Na agenda há ainda expectativas sobre o IPCA-15 de junho, o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e a reunião do Conselho Monetário Nacional, todos amanhã. A possibilidade de redução da meta de inflação para 2023 ajuda a pressionar as taxas de médio prazo, segundo traders. Estão no radar hoje os dados sobre transações correntes do País (9h30) e a possível aprovação, com folga, do novo marco regulatório do saneamento básico pelo Senado (16h).

Deve repercutir, mas sem impacto nos ativos, a notícia de que O ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), confirmou à Polícia Federal que foram feitas ao menos duas trocas na segurança pessoal do presidente Jair Bolsonaro, o que enfraquece a defesa do presidente. O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro acusa o presidente de interferir politicamente no comando da PF para obter informações sigilosas.

Às 9h19 desta quarta, o dólar no mercado à vista subia 0,74%, a R$ 5,1904. O dólar futuro para julho avançava 0,70%, a R$ 5,1915.

Mais cedo, a FGV informou que a confiança do consumidor aumentou 9 pontos em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, a 71,1 pontos. Em dois meses de avanços, o índice recuperou 44% das perdas sofridas nos meses de março e abril.

Já o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou em todas as sete capitais analisadas na terceira quadrissemana de junho ante a segunda leitura do mês. No período, o índice geral variou de deflação de 0,13% para alta de 0,09%.

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