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Duas facetas de Wanderléa

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

10/12/2008 | 07:00


Nesta semana, os fãs da cantora Wanderléa poderão conferir duas facetas aparentemente antagônicas, porém complementares da artista, que realiza shows em São Paulo. Hoje, às 21h, no Sesc Pompéia (Rua Clélia, 93. Tel.: 3871-7700), a ‘Ternurinha' apresenta sucessos da época da Jovem Guarda, quando dividiu os holofotes com Roberto e Erasmo Carlos. Os ingressos vão de R$ 4 a R$ 16.

No set list, canções que embalaram as ‘jovens tardes de domingo' nos anos 1960, casos de Pare o Casamento, Prova de Fogo e Ternura. As músicas representam um período em que Wanderléa interpretou o pop rock ingênuo e romântico, uma espécie de tradução para o Brasil dos primeiros anos da beatlemania que dominou, inicialmente, a Inglaterra e os Estados Unidos, para depois conquistar o mundo.

Nova estação - No fim de semana, ‘Wandeca', 62 anos, deixa de lado o iê-iê-iê para mostrar seu lado maduro e refinado, presente no recém-lançado CD Nova Estação (Lua Music, R$ 25 em média). A intérprete sobe ao palco do Teatro Cosipa na sexta-feira, às 21h30; no sábado, às 21h; e no domingo, às 18h30. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

O disco expressa o desejo de Wanderléa de retomar o estilo que adotou na década de 1970, nos primeiros anos pós-Jovem Guarda. Entre 1972 e 1978, ela lançou os álbuns Maravilhosa, Feito Gente, Vamos que Eu já Vou e Mais que a Paixão, em que abraçou a diversidade da música popular brasileira.

Em Nova Estação, Wanderléa regravou Eu e a Brisa e O que é Amar, em delicada homenagem a Johnny Alf, medalhão da bossa nova que atualmente vive em uma clínica de repouso andreense.

Na ‘bolachinha', há também espaço para um estandarte jazzístico, My Funny Valentine, da clássica dupla de compositores Richard Rodgers e Lorenz Hart. Outros bons momentos ficam por conta das versões de Mil Perdões, de Chico Buarque, e Salve Linda Canção sem Esperança, de Luiz Melodia.

Wanderléa não se esqueceu dos ‘amigos de fé e irmãos camaradas', como comprova a releitura de Todos Estão Surdos, hit do período em que o Rei flertou com o soul.

Wanderléa - Show. 6ª., às 21h30; sáb., às 21h; e dom., às 18h30. No Teatro Cosipa - Av. do Café, 277, São Paulo. Tel.: (011) 5070-7018. Ingr.: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).



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Duas facetas de Wanderléa

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

10/12/2008 | 07:00


Nesta semana, os fãs da cantora Wanderléa poderão conferir duas facetas aparentemente antagônicas, porém complementares da artista, que realiza shows em São Paulo. Hoje, às 21h, no Sesc Pompéia (Rua Clélia, 93. Tel.: 3871-7700), a ‘Ternurinha' apresenta sucessos da época da Jovem Guarda, quando dividiu os holofotes com Roberto e Erasmo Carlos. Os ingressos vão de R$ 4 a R$ 16.

No set list, canções que embalaram as ‘jovens tardes de domingo' nos anos 1960, casos de Pare o Casamento, Prova de Fogo e Ternura. As músicas representam um período em que Wanderléa interpretou o pop rock ingênuo e romântico, uma espécie de tradução para o Brasil dos primeiros anos da beatlemania que dominou, inicialmente, a Inglaterra e os Estados Unidos, para depois conquistar o mundo.

Nova estação - No fim de semana, ‘Wandeca', 62 anos, deixa de lado o iê-iê-iê para mostrar seu lado maduro e refinado, presente no recém-lançado CD Nova Estação (Lua Music, R$ 25 em média). A intérprete sobe ao palco do Teatro Cosipa na sexta-feira, às 21h30; no sábado, às 21h; e no domingo, às 18h30. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

O disco expressa o desejo de Wanderléa de retomar o estilo que adotou na década de 1970, nos primeiros anos pós-Jovem Guarda. Entre 1972 e 1978, ela lançou os álbuns Maravilhosa, Feito Gente, Vamos que Eu já Vou e Mais que a Paixão, em que abraçou a diversidade da música popular brasileira.

Em Nova Estação, Wanderléa regravou Eu e a Brisa e O que é Amar, em delicada homenagem a Johnny Alf, medalhão da bossa nova que atualmente vive em uma clínica de repouso andreense.

Na ‘bolachinha', há também espaço para um estandarte jazzístico, My Funny Valentine, da clássica dupla de compositores Richard Rodgers e Lorenz Hart. Outros bons momentos ficam por conta das versões de Mil Perdões, de Chico Buarque, e Salve Linda Canção sem Esperança, de Luiz Melodia.

Wanderléa não se esqueceu dos ‘amigos de fé e irmãos camaradas', como comprova a releitura de Todos Estão Surdos, hit do período em que o Rei flertou com o soul.

Wanderléa - Show. 6ª., às 21h30; sáb., às 21h; e dom., às 18h30. No Teatro Cosipa - Av. do Café, 277, São Paulo. Tel.: (011) 5070-7018. Ingr.: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

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