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São Paulo tenta manter bom desempenho contra paraguaios



02/04/2008 | 07:02


O São Paulo jamais perdeu ponto para os adversários paraguaios quando atuou no estádio do Morumbi pela Libertadores (quatro jogos, duas vitórias sobre o Olimpia e duas sobre o Cerro Porteño). Por isso, a ordem são-paulina é manter o retrospecto 100% hoje, quando recebe o Sportivo Luqueño, do Paraguai, às 21h50.

Com cinco pontos em três jogos disputados, o São Paulo está na liderança do Grupo 7 da Libertadores. Se vencer, ficará muito perto da classificação para as oitavas-de-final – o Sportivo Luqueño está com quatro pontos, o mesmo que o Atlético Nacional (Colômbia), enquanto o Audax Italiano (Chile) aparece com três.

“Temos de ser um time equilibrado, como ocorreu em Bragança Paulista, no domingo passado”, disse o técnico Muricy Ramalho, que elogiou a atuação são-paulina na vitória por 2 a 0 sobre o Bragantino, pelo Campeonato Paulista. “Temos de atacar, sem dar espaços, nem deixar um buraco entre a defesa e o ataque.”

Mas a provável postura defensiva do adversário no Morumbi vai exigir muita paciência dos são-paulinos. “O Luqueño tem um esquema bem definido, não muda nem quando atua em casa”, comentou Muricy, que pode escalar o meia-atacante Éder Luis e aumentar o poder de fogo do time do São Paulo. Mas o lateral Éder, com atuações seguras na Libertadores, também tem chances de ser o titular.

No mais, o time deve ser o mesmo que vem jogando, com destaque para a dupla de ataque formada por Borges e Adriano, que vivem boa fase. Os dois, inclusive, são os principais responsáveis por deixar o São Paulo em situação confortável no Paulistão – o time depende de uma simples vitória sobre o Juventus, domingo, no Morumbi, para ir às semifinais do campeonato.

Hora da decisão - O goleiro Rogério Ceni espera que a equipe do São Paulo tenha atitude e termine a semana de forma vitoriosa – passando pelo Sportivo Luqueño e terminando no Juventus. “Serão dois jogos para decidirmos nosso futuro este ano”, admitiu o capitão são-paulino, que alerta para as qualidades do time paraguaio.

“O conjunto deles é forte e na Libertadores, um detalhe faz diferença. Em 2006, na final (contra o Internacional), uma expulsão (do volante Josué) mudou tudo.” O que mais anima o goleiro é a certeza de que o time do São Paulo está, aos poucos, encontrando a melhor formação – tanto que vem de três vitórias. “Melhoramos como um todo, passamos a marcar mais gols e a sofrer menos”, afirmou Rogério Ceni.



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