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Militares do golpe de 2002 'vigiarão' assinaturas contra Chávez


Da AFP

04/10/2003 | 19:34


Militares ligados ao golpe de Estado de 2002 contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, se encarregarão da segurança da coleta de assinaturas para solicitar um referendo que pode encurtar o mandato do líder venezuelano.

Antonio Ledezma, líder da oposição, destacou que os oficiais participarão de uma "equipe múltipla" para acompanhar o processo de assinaturas durante o evento que está sendo chamado de "El Reafirmazo", previsto o próximo dia 31 de outubro.

Os militares em questão são os generais Manuel Rosendo, Ovidio Poggioli, Francisco Usón e Gonzalo García Ordóñez, vinculados à conspiração cívico-militar que afastou Chávez do poder por 47 horas em abril do ano passado.

Todos eles ocupavam altos cargos no governo Chávez até os acontecimentos de abril de 2002, como o general Rosendo, que era chefe do Comando Unificado da Força Armada Nacional (Cufan).

Ledezma também assegurou que pelo menos 260 mil pessoas ajudarão durante as 96 horas seguidas para conseguir as assinaturas necessárias a favor do referendo.

O "Reafirmazo" é organizado pela Coordenadora Democrática (CD, que reúne partidos e organizações da oposição.



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Militares do golpe de 2002 'vigiarão' assinaturas contra Chávez

Da AFP

04/10/2003 | 19:34


Militares ligados ao golpe de Estado de 2002 contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, se encarregarão da segurança da coleta de assinaturas para solicitar um referendo que pode encurtar o mandato do líder venezuelano.

Antonio Ledezma, líder da oposição, destacou que os oficiais participarão de uma "equipe múltipla" para acompanhar o processo de assinaturas durante o evento que está sendo chamado de "El Reafirmazo", previsto o próximo dia 31 de outubro.

Os militares em questão são os generais Manuel Rosendo, Ovidio Poggioli, Francisco Usón e Gonzalo García Ordóñez, vinculados à conspiração cívico-militar que afastou Chávez do poder por 47 horas em abril do ano passado.

Todos eles ocupavam altos cargos no governo Chávez até os acontecimentos de abril de 2002, como o general Rosendo, que era chefe do Comando Unificado da Força Armada Nacional (Cufan).

Ledezma também assegurou que pelo menos 260 mil pessoas ajudarão durante as 96 horas seguidas para conseguir as assinaturas necessárias a favor do referendo.

O "Reafirmazo" é organizado pela Coordenadora Democrática (CD, que reúne partidos e organizações da oposição.

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