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Kelly Zucatelli
Do Diário do Grande ABC

27/11/2010 | 07:05


O hip hop e outros talentos da periferia estarão no programa "Manos e Minas", que a TV Cultura volta a apresentar hoje, às 18h. Com novo layout de cenário, a atração terá reportagens, entrevistas e bandas musicais.
O apresentador Max B.O. ganhará a parceria da cantora e compositora Anelis Assumpção nesta temporada como representante das 'Minas'. O convite veio como uma surpresa para a cantora, mesmo ela já tendo experiência, já que apresentou outros programas na casa. "É um desafio interessante ao qual terei de me adaptar, pois já existe uma estrutura montada. O bacana é que o programa tem um público fiel e uma ótima interação entre todos", explicou Anelis.
Para a apresentadora, "Manos e Minas" não deve ser considerado um programa para negros, mas sim para identificar a cultura do hip hop e outros movimentos importantes das periferias brasileiras.
Para o veterano Max B.O., a força do programa nessa volta está na ampliação de algumas coisas como a presença da banda residente "ProjetoNave" e, na oportunidade de mostrar reportagens maiores. "O nosso foco continua no hip hop, mas também vamos transitar por outros ritmos musicais possibilitando oferecer aos jovens conteúdos de maior abrangência. Quando o "Manos e Minas" saiu do ar percebemos o quanto fazia sucesso depois de receber inúmeros pedidos para que voltássemos para a grande da Cultura", disse Max.
ESTREIA
A reestreia hoje terá a participação de um dos grandes nomes do rap nacional, Dexter. O rapper tem um histórico de superação após ter sido preso em meados de 2000, e cinco anos depois, lança seu primeiro álbum solo: "Exilado Sim, Preso Não", que contou com participações especiais de Mano Brown, dos Racionais MC's, MV Bill e GOG.
No quadro "A Rua é Nóiz", o repórter Emicida entrevistará um dos pais do samba paulista, Jair Rodrigues. A ideia é que ele conte sua trajetória, que ajudou a escrever a história da Música Popular Brasileira há vária décadas. O Dia da Consciência Negra também será lembrado com matérias que falam sobre as duas datas que marcam a luta pelo não racismo, o 20 de novembro e o 13 de maio
O telespectador perceberá as belas telas grafitadas espalhadas pelo palco. Os trabalhos foram feitos pelo grupo Opni (Objetos Pixadores Não Identificados) que surgiu em 1997 com 20 jovens da periferia de São Paulo. Os painéis retratam a metropole, periferia, becos, figuras do cotidiano com traços coloridos e marcantes.



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