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Um romance no carnaval

Antonio Fausto Penteado Guedes Lopes nasceu no bairro do Brás, em São Paulo, formou-se químico pelo Mackenzie...


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

19/02/2009 | 00:00


Antonio Fausto Penteado Guedes Lopes nasceu no bairro do Brás, em São Paulo, formou-se químico pelo Mackenzie e ingressou na Atlantis do Brasil, com fábricas em Santo André e Mauá. Aposentou-se na mesma empresa 42 anos depois como diretor em pesquisa e desenvolvimento. Ainda hoje é consultor da multinacional inglesa e holandesa que sucedeu a Atlantis e que tem fábrica na Rodovia Raposo Tavares. A linha de limpeza Veja nasceu das pesquisas de Fausto.

Ao mudar-se para Santo André, Fausto Lopes passou a frequentar o Primeiro de Maio e ali, num baile de Carnaval, conheceu Marlene Serra. Estão casados desde 1964.

Do álbum de recordações, o menino da imagem de 1939 casou-se com a jovem de óculos tipo gatinho da foto de 1959.

O SUCESSO DE 1959

Moacyr Franco cantava Me dá um dinheiro aí, marcha de Glauco Ferreira, Homero Ferreira e Ivan Ferreira. Esta música é considerada a segunda mais tocada nos carnavais, segundo pesquisa do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição).

1945 - Semanário Borda do Campo fala do Carnaval de Santo André, que se limitava a bailes nos clubes locais: Rhodia, com salão na Rua Coronel Oliveira Lima; Corinthians Paulista, com subsede na Sociedade Italiana (Rua Senador Flaquer); Corinthians, com sede na Rua Dona Gertrudes de Lima; Palmeiras FC, com sede no bairro Santa Terezinha; Bangu, com sede no Parque Central (o Parquinho); e Primeiro de Maio, com sede na Oliveira Lima. Também promoveu Carnaval naquele ano o Cine Roxy, do Parque das Nações.

1969 - Em plena terça-feira de Carnaval, o Diário mostra que a festa prosseguia sem a animação de anos passados. "O cidadão médio prefere ir a Santos com a família, aproveitando a folga carnavalesca para um descanso à beira mar, a passar os quatro dias nos salões, sob calor intenso, a gritaria e o ambiente nem sempre acolhedor."

 DIÁRIO HÁ 30 ANOS

Domingo, 18 de fevereiro de 1979

Social - Feasa (Federação das Entidades Assistenciais de Santo André), com o apoio do Diário, organiza campanha - a ser lançada em março - para ampliação no número de associados e auxilio a mais 1.500 menores. Dom Jorge é o presidente da Feasa.

Especial - O palhaço o que é? Um homem comum. Francisco Fukushima entrevista Homero Carlos Cerasi, 29 anos, o palhaço Pateta, do Fabuloso Circo Apolo, instalado na Rua Siqueira Campos, centro de Santo André.

"Indagado se o palhaço ri quando o circo pega fogo, como diz o ditado, Pateta responde que o sorriso é estampa oficial, um rótulo que ninguém tira."

Crônica 1 - "Algumas palavras não dói; o que dói é a imposição" (Fausto Polesi/Roterdan Cravo).

Crônica 2 - "Natureza com seus caprichos que devem ser relevados" (Júlio Pinheiro/Hermano Pini Filho).

 EM 19 DE FEVEREIRO DE...

1889 - Professora Miquelina Pedroso Magnani nasce em São Bernardo. Formada pelo Colégio Caetano de Campos, de São Paulo, dona Miquelina lecionou durante muitos anos no bairro dos Meninos, atual Rudge Ramos. Faleceu em 1989, aos 100 anos de idade.

1924 - A Cerâmica Privilegiada do Estado de São Paulo, fundada em 1913, passa a se chamar Cerâmica São Caetano.

 SANTOS DO DIA

Álvaro de Córdova, Bonifácio, Conrado de Placença, Gabino e Mansueto.

 Bonifácio (Bruxelas 1188 - 1265). Bispo de Lausanne e professor, defensor dos pobres, especialmente dos leprosos, cegos e necessitados.

Conrado de Placença (falecimento: Itália, 1351). Provocou um incêndio acidental enquanto caçava e fugiu para escapar à justiça. Apresenta-se quando um inocente é condenado em seu lugar. Torna-se religioso.

Pró-Memória

A Fundação controlada pela Prefeitura de São Caetano tem novo comando. Na terça-feira assumiu Clóvis Antônio Esteves no cargo de diretor e não mais presidente. Um retrocesso, já que a Pró-Memória perde sua autonomia e deve agora se reportar à recém-formada Secretaria de Cultura.

A Pró-Memória perde também a sua assessoria de imprensa: as notícias passam a ser enviadas diretamente pela nova secretaria e vêm assinadas por uma profissional de relações públicas. Perdem: a memória e o jornalismo. E deixamos de receber os belos textos que recebíamos até dezembro do ano que vem.

De qualquer forma, fica a expectativa de quando será reaberto o Museu Municipal de São Caetano, fechado desde dezembro.



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