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Ex-funcionária de banco quer US$ 13 mi por discriminação


Da AFP

11/06/2004 | 15:12


O banco americano Merrill Lynch está sendo processado por uma funcionária que exige US$ 13 milhões por danos e prejuízos por considerar a instituição "sexista". Em seu depoimento nesta sexta-feira num tribunal de Londres, a bancária Stephanie Villalba, 42 anos, disse que foi vítima de discriminação sexual e demissão abusiva.

Villalba disse aos juízes que a cultura entre a direção do banco, dominada por homens, "prendia" as mulheres "num círculo vicioso" de salários inferiores aos de seus colegas masculinos. Villalba, que ocupava um cargo de chefia no Merril Lynch, onde trabalhou 17 anos, explicou no tribunal que tinha sido vítima de "uma discriminação intolerável" por parte de seu chefe, um homem.

Como exemplo, a advogada da ex-funcionária contou que numa viagem de negócios num avião privado, Villalba teve que ficar com o assento da aeromoça e com a responsabilidade de servir as bebidas. "Isso parece que são pequenas humilhações, mas na realidade traduz a falta de respeito em relação à ela", declarou a advogada.

O julgamento deve durar várias semanas. Apesar deste tribunal ter sido palco de outras demandas semelhantes movidas por mulheres que acusam bancos de investimentos de exercer discriminação sexual, esta ação apresenta o maior valor de indenização.



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Ex-funcionária de banco quer US$ 13 mi por discriminação

Da AFP

11/06/2004 | 15:12


O banco americano Merrill Lynch está sendo processado por uma funcionária que exige US$ 13 milhões por danos e prejuízos por considerar a instituição "sexista". Em seu depoimento nesta sexta-feira num tribunal de Londres, a bancária Stephanie Villalba, 42 anos, disse que foi vítima de discriminação sexual e demissão abusiva.

Villalba disse aos juízes que a cultura entre a direção do banco, dominada por homens, "prendia" as mulheres "num círculo vicioso" de salários inferiores aos de seus colegas masculinos. Villalba, que ocupava um cargo de chefia no Merril Lynch, onde trabalhou 17 anos, explicou no tribunal que tinha sido vítima de "uma discriminação intolerável" por parte de seu chefe, um homem.

Como exemplo, a advogada da ex-funcionária contou que numa viagem de negócios num avião privado, Villalba teve que ficar com o assento da aeromoça e com a responsabilidade de servir as bebidas. "Isso parece que são pequenas humilhações, mas na realidade traduz a falta de respeito em relação à ela", declarou a advogada.

O julgamento deve durar várias semanas. Apesar deste tribunal ter sido palco de outras demandas semelhantes movidas por mulheres que acusam bancos de investimentos de exercer discriminação sexual, esta ação apresenta o maior valor de indenização.

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