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Pop made in Coréia


Luciane Mediato
Especial para o Diário

04/12/2011 | 07:00


K-pop chega com tudo ao Brasil. O ritmo, que começou na Coréia do Sul no início dos anos 2000, ganhou primeiro festival. O United Cube Concert acontece no dia 13, em Sampa. Febre na Ásia, as bandas BEAST, 4Minute e G.NA são as atrações do evento. "Será um marco", acredita Ligiane Engelmann, 16 anos, de São Bernardo. Só quem é fã de K-pop sabe da importância da vinda desses grupos ao Brasil. Tanto que a banda Big Bang desbancou a Restart e levou para casa o troféu de Melhor Artista Global no último EMA, em novembro.

O ritmo, influenciado por batida eletrônica e hip hop, é muito mais do que música. Reúne diferentes tipos de arte e é considerado por muitos, estilo de vida. Os shows são marcados por intervalos com peças teatrais e interação com o público (alá Teatro Mágico).

Os artistas de K-pop fazem parte de diferentes coorporações, grandes empresas que dominam a indústria de entretenimento sul-coreana. E todo ano são organizadas grandes turnês, especiais de TV e séries envolvendo os artistas.

K-POPERS

Assim como o ritmo, os fãs de K-pop também são diferentes. Eles não se contentam em apenas ouvir as músicas, comprar CDs e ir aos shows. Querem aprender sobre a cultura, ensaiam coreografias, usam roupas parecidas com os cantores e até adotam animais como mascote por causa do ídolo.

Ligiane, por exemplo, comprou panda de pelúcia, chaveiro e até blusas por causa do cantor Seungri, conhecido por Baby Panda. "A cultura oriental sempre me chamou atenção. Desde os garotos até a música. As letras não têm palavrões e são mais românticas." A prima Lorena Engelmann, 13, de São Caetano se liga mais no visual. "Gosto da maquiagem com o olho bem puxado. Procuro encontrar roupas parecidas com a que eles usam."

Elas conheceram a cultura por causa da irmã mais velha da Lorena, Luna, 18. "Adorava tentar comer de palitinhos, assistir a animes e achava curioso as pessoas terem olhos puxados. Gostar das músicas foi consequência." Quer saber mais sobre o K-pop? Acesse www.sarangigayo.com.br

SERVIÇO - Terça-feira (13), às 19h, no Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795, tel.: 3666-5470), em São Paulo. Os ingressos custam de R$ 100 a R$ 350. Informações: www.saopauloeventos.com.br



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Pop made in Coréia

Luciane Mediato
Especial para o Diário

04/12/2011 | 07:00


K-pop chega com tudo ao Brasil. O ritmo, que começou na Coréia do Sul no início dos anos 2000, ganhou primeiro festival. O United Cube Concert acontece no dia 13, em Sampa. Febre na Ásia, as bandas BEAST, 4Minute e G.NA são as atrações do evento. "Será um marco", acredita Ligiane Engelmann, 16 anos, de São Bernardo. Só quem é fã de K-pop sabe da importância da vinda desses grupos ao Brasil. Tanto que a banda Big Bang desbancou a Restart e levou para casa o troféu de Melhor Artista Global no último EMA, em novembro.

O ritmo, influenciado por batida eletrônica e hip hop, é muito mais do que música. Reúne diferentes tipos de arte e é considerado por muitos, estilo de vida. Os shows são marcados por intervalos com peças teatrais e interação com o público (alá Teatro Mágico).

Os artistas de K-pop fazem parte de diferentes coorporações, grandes empresas que dominam a indústria de entretenimento sul-coreana. E todo ano são organizadas grandes turnês, especiais de TV e séries envolvendo os artistas.

K-POPERS

Assim como o ritmo, os fãs de K-pop também são diferentes. Eles não se contentam em apenas ouvir as músicas, comprar CDs e ir aos shows. Querem aprender sobre a cultura, ensaiam coreografias, usam roupas parecidas com os cantores e até adotam animais como mascote por causa do ídolo.

Ligiane, por exemplo, comprou panda de pelúcia, chaveiro e até blusas por causa do cantor Seungri, conhecido por Baby Panda. "A cultura oriental sempre me chamou atenção. Desde os garotos até a música. As letras não têm palavrões e são mais românticas." A prima Lorena Engelmann, 13, de São Caetano se liga mais no visual. "Gosto da maquiagem com o olho bem puxado. Procuro encontrar roupas parecidas com a que eles usam."

Elas conheceram a cultura por causa da irmã mais velha da Lorena, Luna, 18. "Adorava tentar comer de palitinhos, assistir a animes e achava curioso as pessoas terem olhos puxados. Gostar das músicas foi consequência." Quer saber mais sobre o K-pop? Acesse www.sarangigayo.com.br

SERVIÇO - Terça-feira (13), às 19h, no Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795, tel.: 3666-5470), em São Paulo. Os ingressos custam de R$ 100 a R$ 350. Informações: www.saopauloeventos.com.br

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