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Prefeito do Rio admite máfia das funerárias


Do Diário do Grande ABC

10/05/1999 | 00:39


O prefeito do Rio, Luiz Paulo Conde (PFL), reconheceu a existência de funcionários de hospitais que ganham comissoes de funerárias e informou que pretende estudar uma forma de resolver o problema. Conde reuniu-se segunda com procuradores do município para determinar os critérios de concessao das indenizaçoes a famílias de vítimas do auxiliar de enfermagem Edson Izidoro Guimaraes.

O prefeito ressaltou que as funerárias envolvidas na máfia podem ser identificadas com a ajuda das famílias. "Nao podemos dizer de quantas mortes ele participou porque as injeçoes de potássio nao sao verificáveis, mas o rastreamento das funerárias pode ser feito."  

Pelo menos mais um funcionário do hospital pode estar envolvido com a máfia das funerárias. A denúncia foi feita ontem por familares de pessoas que morreram no hospital nos últimos quatro meses e que podem ter sido vítimas de Izidoro.

De acordo com o depoimento de parentes, um funcionário do necrotério, chamado Pedro, seria o contato entre as funerárias e os familiares dos mortos. Maria de Sao José Correia, cuja mae morreu no Salgado Filho em fevereiro, mostrou um cartao da funerária Frei Rogério onde estava anotado o nome Pedro e o número de telefone do hospital.

Já Vania da Costa Miranda mostrou um cartao da Funerária Interlagos, que lhe teria sido entregue por um funcionário do necrotério do hospital que tratou do enterro de sua irma Maria Helena.



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Prefeito do Rio admite máfia das funerárias

Do Diário do Grande ABC

10/05/1999 | 00:39


O prefeito do Rio, Luiz Paulo Conde (PFL), reconheceu a existência de funcionários de hospitais que ganham comissoes de funerárias e informou que pretende estudar uma forma de resolver o problema. Conde reuniu-se segunda com procuradores do município para determinar os critérios de concessao das indenizaçoes a famílias de vítimas do auxiliar de enfermagem Edson Izidoro Guimaraes.

O prefeito ressaltou que as funerárias envolvidas na máfia podem ser identificadas com a ajuda das famílias. "Nao podemos dizer de quantas mortes ele participou porque as injeçoes de potássio nao sao verificáveis, mas o rastreamento das funerárias pode ser feito."  

Pelo menos mais um funcionário do hospital pode estar envolvido com a máfia das funerárias. A denúncia foi feita ontem por familares de pessoas que morreram no hospital nos últimos quatro meses e que podem ter sido vítimas de Izidoro.

De acordo com o depoimento de parentes, um funcionário do necrotério, chamado Pedro, seria o contato entre as funerárias e os familiares dos mortos. Maria de Sao José Correia, cuja mae morreu no Salgado Filho em fevereiro, mostrou um cartao da funerária Frei Rogério onde estava anotado o nome Pedro e o número de telefone do hospital.

Já Vania da Costa Miranda mostrou um cartao da Funerária Interlagos, que lhe teria sido entregue por um funcionário do necrotério do hospital que tratou do enterro de sua irma Maria Helena.

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