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Vereador de Sto.André sonha com a Assembléia


Diego Sartorato
Especial para o Diário do Grande ABC

12/08/2006 | 08:07


Em campanha para deputado estadual, Aidan Ravin (PPS), vereador mais votado de Santo André em 2004 (cerca de 10 mil votos), está invertendo o discurso para atrair o eleitorado: apesar de fazer parte da bancada de oposição da Câmara Municipal, o candidato agora prega trabalho conjunto com o prefeito João Avamileno (PT) caso seja eleito para a Assembléia Legislativa.

“Meu plano de ação, caso eleito, é conversar com o Executivo municipal e trazer sempre benefícios para a cidade.” Para ele, a postura na Câmara não influirá no diálogo com a Prefeitura. “Nunca fiz oposição burra, minha oposição é fiscalizadora. Aprovo os projetos bons do prefeito.”

Entre os assuntos em que Ravin acredita que poderá exercer influência está a questão da Febem. “Não é o ideal. Temos escolas municipais fechando as portas e o Estado querendo trazer a Febem para cá. Essa decisão precisa ser repensada.”

Para o candidato, investimento em Educação é a solução para outro assunto considerado prioridade: Segurança. “É um problema de conscientização. As pessoas se fecham em condomínios e acreditam que o problema da Segurança está resolvido.”

Partido – Em 2004, Ravin foi eleito pelo PDT, partido que deixou neste ano. Para o candidato, faltou apoio da Executiva estadual e boa vontade do diretório municipal de incentivar a militância. “O único partido que tem um trabalho político muito bem feito é o PT. Eles construíram uma relação sólida com a militância, e por isso, mesmo com todas as denúncias de corrupção, continua firme”, avalia.

Mesmo o PPS parece não contentar integralmente o candidato, que, sobre o partido, se limita a comentar sua admiração pelo presidente nacional Roberto Freire.

“A verdade é que são partidos demais no Brasil. Sou favorável à reforma política, para que se una as idéias, que se crie partidos mais fortes”, explica. Ravin também se diz favorável à fidelidade partidária.

Impugnação – O pedido de correção feito por Ravin está sendo julgada pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). Sua candidatura foi impugnada por falta de certificação de desligamento do serviço público. “Deixei de ser médico da rede pública no dia primeiro de julho. A papelada já foi enviada, em breve tudo será normalizado”.



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