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Santo André esquece equilíbrio e ‘vai para o pau’ com o Juventus


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

08/02/2006 | 08:44


Que se cuide o Juventus. Os meninos do Santo André decidiram incorporar o discurso dos mais experientes e também assumem a responsabilidade. Enfim, o Santo André pretende colocar o “coração na ponta das chuteiras”, às 20h30 desta quarta, no Bruno Daniel, diante do imprevisível Moleque Travesso, na tentativa de se distanciar da zona de rebaixamento do Paulistão. A promessa é do garoto Pará, que não vê outra saída. “É isso... É o coração na ponta das chuteiras... Falar o quê numa hora dessas?”, pergunta o lateral, que pode atuar tanto na direita quanto na esquerda.

O ala André Luiz, um dos remanescentes dos juniores, praticamente repete as palavras de Pará e logo revela os atalhos de uma suposta vitória. “Agora, é no pau... É claro que não me refiro a ganhar na marra, mas na bola e na raça. É importante buscar o equilíbrio no futebol. Só que no caso da gente isso não vale mais. Já gastamos a cota de erros”, constata André Luiz, que disputa uma vaga como titular – ele ou Pará na esquerda. Seria uma das opções táticas, nada mais do que isso.

Leandro Makelelê, um dos novatos da turma, segue o raciocínio de Pará e de André Luiz. Expulso na derrota da semana passada contra o Santos (3 a 0 na Vila Belmiro), o meia-volante cumpriu suspensão automática. Sempre combativo, Makelelê simboliza o espírito exigido pelo técnico Roberto Fernandes. “Chega de apanhar. Não podemos falhar mais”, alerta o valente Leandro Makelelê.

O versátil ala Túlio, que de repente dispara tanto na meia quanto na frente, não se importa em correr aqui ou ali no esquema do chefe. Segundo ele, o que vale é se desdobrar ao máximo para tirar a equipe do sufoco. “Se o professor me pede para marcar ou avançar, tudo bem. Sou de me desdobrar em campo. Sempre fui assim”, orgulha-se Túlio.

Roberto Fernandes, que na segunda-feira lavou a roupa suja no quintal do Santo André, vai além dos conselhos de Pará, André Luiz, Makelelê e Túlio. Chegou a comparar a si mesmo ao comandante de um pelotão que, comparativamente, fosse ao campo de uma hipotética batalha. “Iria à luta de camisa vermelha para simbolizar o sangue que todos deveriam derramar num instante como este. Não vamos encarar um duelo comum. Respeitamos a força de um adversário acostumado a derrubar os grandes, mas as circunstâncias não nos permitem pensar em mais um tropeço. Isso acabou”, avisa.


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