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Golpe, segundo ato

A retirada do prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT), da disputa pela reeleição foi classificada como ‘golpe' pelo próprio chefe do Executivo.


Do Diário do Grande ABC

19/06/2012 | 00:00


A retirada do prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT), da disputa pela reeleição foi classificada como ‘golpe' pelo próprio chefe do Executivo. O pré-candidato do partido ao Paço, deputado Donisete Braga, prefere usar a expressão ‘estratégia', para substituir Oswaldo na cabeça da chapa majoritária. O que aconteceu no PT de Mauá foi reproduzido no PTB de Santo André. O prefeito Aidan Ravin reuniu tucanos na noite de quinta-feira e avisou que um integrante do PSDB seria o vice de sua tentativa de reeleição. Mas esqueceu de avisar a atual dona do posto, Dinah Zekcer, que, inclusive, é presidente do diretório municipal petebista. Isso causou extremo desconforto à número dois do Paço - ela teria ameaçado tirar os secretários indicados por seu grupo - e o chefe do Executivo adiou o anúncio com parceiro de dobrada. Mas o episódio não foi perdoado por pessoas próximas a Dinah. Nos bastidores, estão chamando a situação de ‘golpe, segundo ato'. O PSDB deve mesmo ser chancelado na chapa de Aidan. O presidente do tucanato local, Ricardo Torres, é o favorito para ocupar a vaga. Dizem que, para chegar à indicação, ele também fez manobra interna e descumpriu acordos com correligionários. Assim, o espetáculo está montado, com eleitores atentos na plateia.

Mui amigo

Na sexta-feira, no evento que seria para anunciar o vice do prefeito Aidan Ravin (PTB), o ex-secretário de Gabinete Beto Torrado, contratado do PTB para fazer costuras políticas, cometeu gafe grave. "Vamos defender um bom nome nas urnas", disse ele, usando o trocadilho do pré-candidato ao Paço andreense pelo PMDB, Nilson Bonome, em alusão ao seu nome. Em seguida, Aidan puxou a orelha de Torrado, de maneira bem-humorada. "O que é isso?", disse o petebista, sorrindo. E o articulador corrigiu: "Vamos inverter, então: nome bom." Nilson agradece.

Causa animal

O GT (Grupo de Trabalho) de Proteção Animal do Consórcio Intermunicipal luta para expandir a delegacia de maus-tratos às sete cidades - atualmente abrange somente São Bernardo e São Caetano. Ontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) pediu detalhes da demanda para estudar o caso. Andréa Brock, coordenadora do GT, comemorou o interesse do tucano. "Temos confiança em obter mais essa conquista", disse.

Sem faixas

O movimento Anonymous do Grande ABC voltou a atuar em São Bernardo. Integrantes do grupo que defende a ética na política, com respeitos às leis e contra a corrupção, retirou faixas do vereador Mauro Miaguti (DEM) em que divulgava projeto de prestação de contas on-line, em seu site. Há três semanas o movimento cortou dezenas de outras faixas espalhadas por parlamentares e políticos da cidade que feriam a Lei Municipal 4.974, de 2001, a qual versa que a Prefeitura poderá autorizar a veiculação do material desde que "contenha propaganda de interesse educativo, cívico, esportivo, religioso, sóciocultural e de trânsito". Não é o caso, segundo o movimento.



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Golpe, segundo ato

A retirada do prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT), da disputa pela reeleição foi classificada como ‘golpe' pelo próprio chefe do Executivo.

Do Diário do Grande ABC

19/06/2012 | 00:00


A retirada do prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT), da disputa pela reeleição foi classificada como ‘golpe' pelo próprio chefe do Executivo. O pré-candidato do partido ao Paço, deputado Donisete Braga, prefere usar a expressão ‘estratégia', para substituir Oswaldo na cabeça da chapa majoritária. O que aconteceu no PT de Mauá foi reproduzido no PTB de Santo André. O prefeito Aidan Ravin reuniu tucanos na noite de quinta-feira e avisou que um integrante do PSDB seria o vice de sua tentativa de reeleição. Mas esqueceu de avisar a atual dona do posto, Dinah Zekcer, que, inclusive, é presidente do diretório municipal petebista. Isso causou extremo desconforto à número dois do Paço - ela teria ameaçado tirar os secretários indicados por seu grupo - e o chefe do Executivo adiou o anúncio com parceiro de dobrada. Mas o episódio não foi perdoado por pessoas próximas a Dinah. Nos bastidores, estão chamando a situação de ‘golpe, segundo ato'. O PSDB deve mesmo ser chancelado na chapa de Aidan. O presidente do tucanato local, Ricardo Torres, é o favorito para ocupar a vaga. Dizem que, para chegar à indicação, ele também fez manobra interna e descumpriu acordos com correligionários. Assim, o espetáculo está montado, com eleitores atentos na plateia.

Mui amigo

Na sexta-feira, no evento que seria para anunciar o vice do prefeito Aidan Ravin (PTB), o ex-secretário de Gabinete Beto Torrado, contratado do PTB para fazer costuras políticas, cometeu gafe grave. "Vamos defender um bom nome nas urnas", disse ele, usando o trocadilho do pré-candidato ao Paço andreense pelo PMDB, Nilson Bonome, em alusão ao seu nome. Em seguida, Aidan puxou a orelha de Torrado, de maneira bem-humorada. "O que é isso?", disse o petebista, sorrindo. E o articulador corrigiu: "Vamos inverter, então: nome bom." Nilson agradece.

Causa animal

O GT (Grupo de Trabalho) de Proteção Animal do Consórcio Intermunicipal luta para expandir a delegacia de maus-tratos às sete cidades - atualmente abrange somente São Bernardo e São Caetano. Ontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) pediu detalhes da demanda para estudar o caso. Andréa Brock, coordenadora do GT, comemorou o interesse do tucano. "Temos confiança em obter mais essa conquista", disse.

Sem faixas

O movimento Anonymous do Grande ABC voltou a atuar em São Bernardo. Integrantes do grupo que defende a ética na política, com respeitos às leis e contra a corrupção, retirou faixas do vereador Mauro Miaguti (DEM) em que divulgava projeto de prestação de contas on-line, em seu site. Há três semanas o movimento cortou dezenas de outras faixas espalhadas por parlamentares e políticos da cidade que feriam a Lei Municipal 4.974, de 2001, a qual versa que a Prefeitura poderá autorizar a veiculação do material desde que "contenha propaganda de interesse educativo, cívico, esportivo, religioso, sóciocultural e de trânsito". Não é o caso, segundo o movimento.

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