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Steve Jobs: mestre da geração conectada

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mais do que criador da Apple, Steve Jobs foi uma das principais influências da atual tecnologia


Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

01/09/2013 | 07:00


A onda é estar conectado, seja pelo computador, celular, tablet ou iPod. É difícil encontrar quem consiga ficar longe da tecnologia. Mas já parou para pensar quem é o responsável por tudo isso? Steve Jobs (1955 - 2011) é uma das principais influências da era digital. Foi o criador da Apple – empresa do Macintosh, iPhone, iPad e iPod – que, por meio do seu amor à arte e à tecnologia, abriu espaço para a geração on-line .

“Fez produtos legais, mas, principalmente, ajudou a moldar a cultura da tecnologia a partir dos anos 1980”, afirma Almir Meira Alves, coordenador do curso de Engenharia da Computação da Fiap. Acredita-se que Jobs foi o maior responsável por popularizar dispositivos como MP3, smartphones e os computadores pessoais.

Em um famoso discurso na Universidade Stanford, o empresário contou que o curso de caligrafia que fez na faculdade (que nunca concluiu, aliás) o ajudou a criar produtos de sucesso. “Ele era obcecado por design. O aparelho podia ser simples, mas tinha de ser visualmente atraente e fácil de usar”, explica Almir. Hoje, o padrão que criou é o mais usado em notebooks, smartphones e tablets.

Além de criatividade, Jobs tinha como diferencial uma ousada autoconfiança. Ele nunca se preocupou em fazer pesquisa de mercado para saber mais sobre o gosto do público. Em geral, tudo o que criava as pessoas gostavam.

SÓCIOS, MAS RIVAIS
Na mesma época em que Jobs criava a Apple, na década de 1970, Bill Gates fundava a Microsoft. Apesar de trabalharem juntos por um tempo, a rivalidade sempre existiu. No entanto, ambos colaboraram para a evolução do mercado tecnológico, cada um à sua maneira. Enquanto Gates investia no sistema operacional, Jobs propagava a importância do design. Hoje, são mundialmente reconhecidos, inclusive pela nova geração, que sabe a quem agradecer por carregar a internet no bolso.

E no cinema...
A vida do inventor do iPod chega às telonas com Jobs, que estreia sexta-feira (6) nos cinemas. O ator Ashton Kutcher está no papel principal. O filme narra fatos da vida de Steve Jobs, desde a criação da Apple em uma garagem da Califórnia, passando pelo momento em que foi despedido da própria empresa, até seu retorno em 1996. O longa mostra os passos, erros, acertos, e desafios que passou pelo caminho.

Ao se preparar para o papel, Kutcher conta que assistiu a vários vídeos sobre o empresário e aprendeu sua maneira de caminhar, além da dicção. O ator chegou a se alimentar como o personagem, comendo e bebendo frutas e suco de cenoura por um mês, mas passou mal e não continuou a dieta. O longa, escrito por Matt Whitelev e dirigido por Joshua Mochael Stern, contou com equipe de pesquisadores para reunir informações sobre a vida de Jobs.

O filme, que já estreou nos Estados Unidos e arrecadou R$ 15,5 milhões no primeiro final de semana, não agradou a todos. Steve Wozniak, cofundador da Apple – que está envolvido em outro filme sobre Jobs –, disse que o longa não retrata a realidade.



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Steve Jobs: mestre da geração conectada

Mais do que criador da Apple, Steve Jobs foi uma das principais influências da atual tecnologia

Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

01/09/2013 | 07:00


A onda é estar conectado, seja pelo computador, celular, tablet ou iPod. É difícil encontrar quem consiga ficar longe da tecnologia. Mas já parou para pensar quem é o responsável por tudo isso? Steve Jobs (1955 - 2011) é uma das principais influências da era digital. Foi o criador da Apple – empresa do Macintosh, iPhone, iPad e iPod – que, por meio do seu amor à arte e à tecnologia, abriu espaço para a geração on-line .

“Fez produtos legais, mas, principalmente, ajudou a moldar a cultura da tecnologia a partir dos anos 1980”, afirma Almir Meira Alves, coordenador do curso de Engenharia da Computação da Fiap. Acredita-se que Jobs foi o maior responsável por popularizar dispositivos como MP3, smartphones e os computadores pessoais.

Em um famoso discurso na Universidade Stanford, o empresário contou que o curso de caligrafia que fez na faculdade (que nunca concluiu, aliás) o ajudou a criar produtos de sucesso. “Ele era obcecado por design. O aparelho podia ser simples, mas tinha de ser visualmente atraente e fácil de usar”, explica Almir. Hoje, o padrão que criou é o mais usado em notebooks, smartphones e tablets.

Além de criatividade, Jobs tinha como diferencial uma ousada autoconfiança. Ele nunca se preocupou em fazer pesquisa de mercado para saber mais sobre o gosto do público. Em geral, tudo o que criava as pessoas gostavam.

SÓCIOS, MAS RIVAIS
Na mesma época em que Jobs criava a Apple, na década de 1970, Bill Gates fundava a Microsoft. Apesar de trabalharem juntos por um tempo, a rivalidade sempre existiu. No entanto, ambos colaboraram para a evolução do mercado tecnológico, cada um à sua maneira. Enquanto Gates investia no sistema operacional, Jobs propagava a importância do design. Hoje, são mundialmente reconhecidos, inclusive pela nova geração, que sabe a quem agradecer por carregar a internet no bolso.

E no cinema...
A vida do inventor do iPod chega às telonas com Jobs, que estreia sexta-feira (6) nos cinemas. O ator Ashton Kutcher está no papel principal. O filme narra fatos da vida de Steve Jobs, desde a criação da Apple em uma garagem da Califórnia, passando pelo momento em que foi despedido da própria empresa, até seu retorno em 1996. O longa mostra os passos, erros, acertos, e desafios que passou pelo caminho.

Ao se preparar para o papel, Kutcher conta que assistiu a vários vídeos sobre o empresário e aprendeu sua maneira de caminhar, além da dicção. O ator chegou a se alimentar como o personagem, comendo e bebendo frutas e suco de cenoura por um mês, mas passou mal e não continuou a dieta. O longa, escrito por Matt Whitelev e dirigido por Joshua Mochael Stern, contou com equipe de pesquisadores para reunir informações sobre a vida de Jobs.

O filme, que já estreou nos Estados Unidos e arrecadou R$ 15,5 milhões no primeiro final de semana, não agradou a todos. Steve Wozniak, cofundador da Apple – que está envolvido em outro filme sobre Jobs –, disse que o longa não retrata a realidade.

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