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Espera no PS Central de Diadema passa de 2 horas


André Vieira
Especial para o Diário

05/03/2008 | 07:00


O pronto-atendimento infantil, setor pediátrico do Pronto-Socorro Central, em Diadema, estava lotado desde as primeiras horas da manhã de ontem. Durante toda primeira metade do dia, pais e filhos se amontoavam na sala de espera aguardando atendimento.

Algumas pessoas precisaram esperar em pé, ou do lado de fora da unidade, pois não havia lugar para todos. Os funcionários informavam aos pacientes que a espera mínima era de duas horas.

“Avisei no trabalho que vou chegar atrasada. Não tenho hora para sair daqui”, lamentou a balconista Michelly Gomes Evangelista, que chegou às 8h30 com o filho de um ano e três meses, apresentando quadro de febre alta. Somente duas horas depois a criança foi chamada para colher amostras de sangue e urina.

A copeira Joana D'Arc dos Santos, 32 anos, e seu filho de apenas 11 meses, permaneceram por quatro horas e 45 minutos na unidade.

O desconforto de pais e filhos, aliado à demora para realização das consultas, precipitou um tumulto que precisou da intervenção da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar para ser controlado.

De acordo com a Prefeitura, até às 19h, 232 crianças haviam sido atendidas. Mesmo parcial, já que o Pronto-Socorro funciona por 24 horas, o número superava em dezenas a média diária – 185 pacientes. Em fevereiro, 4.373 crianças foram atendidas.

A administração justificou que o atendimento médico foi maior em virtude do aumento de “casos com problemas respiratórios e procedimentos como inalações e soroterapia”, comuns nesta época do ano.

Diretora-geral do PS, Vera Lúcia Martinez, classificou o dia de ontem como “atípico”.

Para ela, os cinco pediatras que realizam atendimento no pronto-socorro são suficientes para suprir a demanda da unidade. Anteontem foram atendidos 313 pacientes.

De acordo com Martinez, além da sazonalidade de algumas doenças, a quantidade de consultas tem sido maior porque muitos usuários procuram o PS em vez de uma das 19 UBSs do município. (Supervisão de Marcelo Camargo)



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Espera no PS Central de Diadema passa de 2 horas

André Vieira
Especial para o Diário

05/03/2008 | 07:00


O pronto-atendimento infantil, setor pediátrico do Pronto-Socorro Central, em Diadema, estava lotado desde as primeiras horas da manhã de ontem. Durante toda primeira metade do dia, pais e filhos se amontoavam na sala de espera aguardando atendimento.

Algumas pessoas precisaram esperar em pé, ou do lado de fora da unidade, pois não havia lugar para todos. Os funcionários informavam aos pacientes que a espera mínima era de duas horas.

“Avisei no trabalho que vou chegar atrasada. Não tenho hora para sair daqui”, lamentou a balconista Michelly Gomes Evangelista, que chegou às 8h30 com o filho de um ano e três meses, apresentando quadro de febre alta. Somente duas horas depois a criança foi chamada para colher amostras de sangue e urina.

A copeira Joana D'Arc dos Santos, 32 anos, e seu filho de apenas 11 meses, permaneceram por quatro horas e 45 minutos na unidade.

O desconforto de pais e filhos, aliado à demora para realização das consultas, precipitou um tumulto que precisou da intervenção da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar para ser controlado.

De acordo com a Prefeitura, até às 19h, 232 crianças haviam sido atendidas. Mesmo parcial, já que o Pronto-Socorro funciona por 24 horas, o número superava em dezenas a média diária – 185 pacientes. Em fevereiro, 4.373 crianças foram atendidas.

A administração justificou que o atendimento médico foi maior em virtude do aumento de “casos com problemas respiratórios e procedimentos como inalações e soroterapia”, comuns nesta época do ano.

Diretora-geral do PS, Vera Lúcia Martinez, classificou o dia de ontem como “atípico”.

Para ela, os cinco pediatras que realizam atendimento no pronto-socorro são suficientes para suprir a demanda da unidade. Anteontem foram atendidos 313 pacientes.

De acordo com Martinez, além da sazonalidade de algumas doenças, a quantidade de consultas tem sido maior porque muitos usuários procuram o PS em vez de uma das 19 UBSs do município. (Supervisão de Marcelo Camargo)

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